JESUS CRISTO JÁ VOLTOU !!!

REVELAÇÃO NÚMERO 19 DO MEU TESTEMUNHO

DE GRAÇA RECEBÍ, DE GRAÇA DOU

Mateus 10:8.

ATENÇÃO!

Não estou EVANGELIZANDO, ENSINANDO, e nem REVELANDO nada a ninguém, respeito a AUTORIDADE, e a SOBERANIA do ESPÍRITO SANTO; hoje é ELE quem EVANGELIZA ( Lucas 4:18 ), quem ENSINA todas as coisas ( João 14:26, I João 2:27, e Hebreus 8:11 ), e quem REVELA toda a VERDADE aos FILHOS DE DEUS ( Lucas 2:26, Atos 20:23, Efésios 3:5, e Gálatas 1:11,12 ). Não estou convidando ninguém pra DEBATER, nem DISCUTIR o AMOR E A GRAÇA DE CRISTO. Não estou preocupado se vão ACEITAR, ou DESPREZAR o MEU TESTEMUNHO. Não quero AGRADAR a homens, se assim fosse estaria DESAGRADANDO a DEUS. Não vou responder CONTESTAÇÕES, nem COMENTÁRIOS. Não sou RELIGIOSO, nem hipocritamente CRENTE, eles sim, adoram uma DISCUSSÃO. Aqui dou apenas o MEU TESTEMUNHO do CONHECIMENTO SUPERIOR DA VERDADE ABSOLUTA CHAMADA CRISTO, CONHECIMENTO que está registrado na Bíblia, e que hoje o ESPÍRITO SANTO está REVELANDO aos FILHOS DE DEUS POR CRISTO ( Gálatas 4:7 ).

DISSE JESUS CRISTO:

Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui estão, que não provarão A MORTE até que vejam vir o FILHO DO HOMEM ( JESUS CRISTO ) no seu REINO. Mateus 16:28.

Obs. – JESUS CRISTO disse isso há mais de dois mil anos atrás, e se todos os contemporâneos de JESUS já MORRERAM está claro que CRISTO JÁ VOLTOU. Esta volta de CRISTO ( ESPÍRITO SANTO ) se deu em PENTECOSTES.

VEJAM:

E de repente vem do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.

E foram vistas por eles LÍNGUAS repartidas, como que de FOGO, as quais POUSARAM sobre cada um deles.

E todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO. Atos 2:2 > 4.

Obs. – O ESPÍRITO SANTO é o ESPÍRITO DE JESUS CRISTO. ELE É O PRÓPRIO CRISTO.

A VINDA DO FILHO DO HOMEM

DISSE JESUS CRISTO HÁ MAIS DE DOIS MIL ANOS ATRÁS

Então aparecerá no céu o sinal do FILHO DO HOMEM ( um vento veemente e impetuoso – Atos 2:2 ); e todas as TRIBOS da terra ( as doze TRIBOS de Israel ) se lamentarão, e verão o FILHO DO HOMEM ( aqui o ESPÍRITO DE CRISTO tem a forma de LÍNGUAS DE FOGO ), vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. Mateus 24:30.

NO VERSÍCULO 34 DESTE CAPÍTULO JESUS CRISTO REVELA QUE ISTO ACONTECERIA NAQUELE TEMPO, NA GERAÇÃO DOS SEUS APÓSTOLOS

VEJAM:

Em verdade vos digo que não PASSARÁ ESTA GERAÇÃO sem que todas estas coisas ACONTEÇAM. Mateus 24:34.

O céu e a terra passarão, mas as minhas PALAVRAS não hão de passar. Mateus 24:35.

Obs. – A palavra GERAÇÃO significa: O conjunto das pessoas nascidas mais ou menos na mesma época.

Neste versículo 34 JESUS CRISTO está se referindo ao PRINCÍPIO DAS DORES ( Mat. 24:1 > 14 ), A GRANDE TRIBULAÇÃO ( Mat. 24:15 > 28 ), e A VINDA DO FILHO DO HOMEM ou a segunda vinda de JESUS CRISTO ( Mat. 24:29 > 35 ).

TODAS ESTAS COISAS JÁ ACONTECERAM, SÓ OS INCRÉDULOS CATÓLICOS, ESPÍRITAS E PROTESTANTES ( CRENTES OU EVANGÉLICOS ) NÃO PERCEBERAM

JESUS CRISTO AFIRMA QUE A SUA SEGUNDA VINDA SERIA IGUAL AO DILÚVIO, OS RELIGIOSOS NÃO IRIAM PERCEBER

VEJAM:

E, como foi nos dias de Noé, assim será também a VINDA do FILHO DO HOMEM.

Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao DILÚVIO, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na ARCA.

E não o PERCEBERAM, até que veio o DILÚVIO, e os levou a todos – assim será também a VINDA DO FILHO DO HOMEM. Mateus 24:37 > 39.

Obs. – Hoje os religiosos ( católicos, espíritas e protestantes ( crentes ou evangélicos ) ) estão comendo e bebendo ( inclusive a santa ceia que CRISTO cumpriu e aboliu ), estão casando e dando-se em casamento, e não PERCEBERAM que os ESCOLHIDOS entraram e estão entrando na ARCA DA SALVAÇÃO que é o AMOR E A GRAÇA DE CRISTO. Não PERCEBERAM que os FILHOS DE DEUS já entraram no REINO DE DEUS, um REINO ESPÍRITUAL governado pelo ESPÍRITO SANTO, onde não há: servos, líderes, pecados, condenação, sofrimentos, dores, preocupações, miséria, demônios, tragédias, clamores, doenças, nem MORTE. Eles não PERCEBERAM que pra eles de nada valeu JESUS CRISTO ter sofrido, morrido e RESSUSCITADO.

A estupidez e a cegueira é tanta que estão sofrendo e MORRENDO, e não PERCEBEM que CRISTO já voltou, nos trazendo VIDA…E VIDA ETERNA.

Iguais aos JUDEUS que até hoje ainda esperam a primeira vinda de CRISTO, eles também estão esperando a SEGUNDA vinda de CRISTO visível aos olhos humanos. Não sabem que JESUS DE NAZARÉ cumpriu a sua missão humana, e hoje é ESPÍRITO somente ESPÍRITO…DEUS sobre todas as coisas.

ASSIM COMO A VINDA DO REINO DE DEUS NÃO FOI VISIVEL AOS OLHOS CARNAIS, A SEGUNDA VINDA DE CRISTO TAMBÉM NÃO FOI VISIVEL

DISSE JESUS CRISTO HÁ MAIS DE DOIS MIL ANOS ATRÁS

O REINO DE DEUS não vem com APARÊNCIA EXTERIOR.

Nem dirão: Ei-lo aqui, ou Ei-lo ali porque o REINO DE DEUS está entre vós. Lucas 17:20,21.

Obs. – Se não podemos ver o REINO de DEUS com os nossos olhos carnais, também não podemos ver a JESUS CRISTO enquanto estivermos habitando no nosso corpo carnal. Por isso precisamos viver pela FÉ ( Romanos 1:17 ), e FÉ é a prova das coisas que se não vêem ( Hebreus 11:1 ). Eu não vejo o ESPÍRITO SANTO mas sei que ELE está em mim, e isso me basta. AMÉM !

DIZ JESUS CRISTO:

Não vos deixarei órfãos; VOLTAREI para vós.  João 14:18. – JÁ VOLTOU !!!

E, se EU for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde EU estiver estejais vós também. João 14:3.

Obs. – CRISTO foi e já VOLTOU, e nos levou para o seu REINO, e nos fez FILHOS seus, e mesmo estando nós ainda num corpo carnal nos deu o seu AMOR e a sua GRAÇA através da qual podemos tomar posse de tudo o que nos pertence como FILHOS E HERDEIROS DE DEUS. No REINO DE DEUS somos um só com CRISTO.  I Coríntios 6:17.

DIZ PAULO:

O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos TRANSPORTOU para o REINO DO FILHO do seu AMOR. Colossenses 1:13.

Obs. – Quem ainda está esperando a segunda vinda de CRISTO com certeza não está vivendo no NOVO TESTAMENTO, não está vivendo no REINO DE DEUS, e também não está debaixo do AMOR E DA GRAÇA DE DEUS. Quem não PERCEBEU que CRISTO, ESPÍRITO SANTO já voltou…não PERCEBEU porque não é espiritual, é alguém que ainda está vivendo segundo a carne, fazendo: batismos, jejuns, santa ceia, sacrifícios, votos, dando dízimos, ofertas etc. etc.

DIZ PAULO:

COMPARANDO AS COISAS ESPÍRITUAIS COM AS ESPÍRITUAIS

I Coríntios 2:13.

Ora o homem natural não compreende as coisas do ESPÍRITO DE DEUS, porque lhe parecem LOUCURA; e não pode entendê-las, porque elas se discernem ESPÍRITUALMENTE.

Mas o que é ESPÍRITUAL discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. I Coríntios 2:14,15.

JOÃO ESCREVEU:

Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe GLÓRIA; porque vindas são as BODAS DO CORDEIRO, e já a sua ESPOSA ( IGREJA ) se aprontou.

E disse-me: Escreve: Bem- aventurados aqueles que são chamados à CEIA DAS BODAS DO CORDEIRO. Apocalipse 19:7,9.

DIZ JESUS CRISTO:

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a MINHA VOZ, e abrir a porta, ENTRAREI em sua casa, e com ele cearei, e ele COMIGO. Apocalipse 3:20.

Obs. – Quem está ouvindo a voz de: papas, padres, bispos, pastores, apóstolos, missionários, evangelistas etc. etc., não está ouvindo A VOZ DE CRISTO, quem está ouvindo a voz de CRISTO não precisa ouvir a voz de homem algum, este sabe que só CRISTO é MESTRE, e que no mais somos todos irmãos. Mateus 23:8,10.

Pra quem não está ouvindo A VOZ DE CRISTO…CRISTO não voltou, e jamais voltará.

DIZ JESUS CRISTO PARA NÓS QUE ESTAMOS OUVINDO A SUA VOZ, E QUE PERCEBEMOS A SUA VOLTA, E NOS AFASTAMOS DO MEIO DOS RELIGIOSOS ( católicos, espíritas e protestantes, etc. etc. ):

Pelo que SAI DO MEIO DELES, e APARTAI-vos, diz o SENHOR; e não toqueis nada imundo, e EU vos receberei;

E EU serei para vós PAI e vós sereis para MIM FILHOS E FILHAS, diz O SENHOR TODO-PODEROSO. II Coríntios 6:17,18.

GRAÇAS A JESUS CRISTO SOMOS FILHOS DE DEUS

AMÉM!

Publicado em: on 12 Maio , 2009 at 11:52 am Comentários (36)

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36 Comentários Leave a comment.

  1. E o Apocalipse também já aconteceu?
    Quem são os chamados à ceia das Bodas do Cordeiro?

    Obrigada

  2. Rapaz, que explicação, eu tinha exatamente isso em minha mente de tanto que ja li a Biblia e chegeui a esta mesma conclusão.
    Graças a Deus eu reluto contra estes que se dizem VOZ de Deus. Ma sna verdade afic anos levando a viver tudo denovo.

    E com certeza o apocalipse ja aconteceu, e os problemas que vivemos hoje e jsutamente por causa de sabedoria e conhecimento dos homens.

    Ja somos salvos e nao sabemos, rssss

    Obrigado, e parabens

    Washington Viana

  3. Minha amada, hoje o ESPÍRITO SANTO está REVELANDO aos ESCOLHIDOS todas as coisas ( Deuteronômio 29:29, Lucas 8:10 e Colossenses 1:26 ), e todas as REVELAÇÕES estão escritas na Bíblia, mas só os ESCOLHIDOS terão olhos para verem estas REVELAÇÕES, este é o tempo e esta é a VONTADE DE DEUS. Hoje quem não se afastar do homem e se LIGAR DIRETAMENTE A DEUS está perdido. Sabemos que o mundo está infestado de FALSOS PROFETAS, todos falando em nome de JESUS ( Mateus 24:24 e Lucas 21:8 ), e os seus seguidores continuam doentes, expostos aos problemas, as dores, as tragédias, a violência, na dependência terrivel de um homem, e mais cedo ou mais tarde todos estão MORRENDO. Praticamente todo o Apocalipse já se cumpriu, aliás o Apocalipse foi escrito para SERVOS ( Apocalipse 1:1 ), hoje no REINO DE DEUS e debaixo do AMOR E DA GRAÇA DE CRISTO nós somos FILHOS de DEUS por CRISTO ( Gálatas 4:7 )…então não temos nada a ver com o Apocalipse, para nós, os ESCOLHIDOS, CRISTO reservou o EVANGELHO, BOAS NOVAS, BOAS NOTÍCIAS. Hoje, nós, OS ESCOLHIDOS que estamos vivendo no REINO DE DEUS, um REINO totalmente ESPÍRITUAL estamos ceiando o tempo todo com nosso AMIGO ( João 15:15 ), com o nosso MESTRE ( Mateus 23: 8,10 ), com o nosso PASTOR (( João 10:16 ), com o nosso PAI que já está aqui conosco ( Mateus 23:9 ), e com o nosso DEUS…O PAI DOS espíritos ( Hebreus 12:9 ). Estamos ceiando o tempo todo com o CORDEIRO, numa ceia totalmente ESPÍRITUAL ( I Coríntios 2:13 ).
    Diz Paulo sobre as religiões, e sobre todas as denominações ( igrejas ): Nos quais o deus deste século ( A MENTIRA ) CEGOU os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a LUZ DO EVANGELHO da GLÓRIA DE CRISTO, que é a imagém de DEUS. II Coríntios 4:4.
    Diz mais: DEUS lhes deu espírito de profundo sono; olhos para não verem, e ouvidos para não ouvirem, até os dias de hoje. Romanos11:8.
    Isaías profetizou e JESUS CRISTO reafirmou que… DEUS…CEGOU-LHES os olhos, e endureceu-lhes o coração, a fim de que não vejam com os olhos, e compreendam no coração, e se convertam, e eu os cure. João 12:40. Graça e Paz.

  4. Pois é meu amado irmão, nos é chegado o tempo de DEUS através da Bíblia e do ESPÍRITO SANTO nos REVELAR estas maravilhas, e assim nos livrar das mãos dos FALSOS PROFETAS. Somos filhos de DEUS ( Gálatas 4:7 ). Quem intentará acusação contra os ESCOLHIDOS de DEUS? Romanos 8:33. Paulo diz mais: Porque a ardente expectação da criatura espera a MANIFESTAÇÃO DOS FILHOS DE DEUS. Na esperança de que também a mesma criatura será LIBERTADA da SERVIDÃO da CORRUPÇÃO, para a LIBERDADE da GLÓRIA DOS FILHOS DE DEUS. Romanos 8:19,21. Agora é o tempo dos FILHOS DE DEUS se MANIFESTAREM, e MOSTRAREM A GlÓRIA DE CRISTO nesse mundo. – Porque os que dantes conheceu também os PREDESTINOU para serem conformes à imagém de seu FILHO, a fim de que ELE seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que PREDESTINOU a estes também CHAMOU; e aos que CHAMOU a estes também JUSTIFICOU; e aos que JUSTIFICOU a estes também GLORIFICOU. Romanos 8:29,30. Graça e Paz.

  5. Essa foi a pior lavagem cerebral que eu ja li.

  6. É tão MEDÍOCRE essa colocação que eu vou apenas dizer: É melhor receber uma lavagem cerebral de JESUS CRISTO do que tomar uma lavagem cerebral de homens HIPÓCRITAS, CORRUPTOS, LADRÕES, MERCENÁRIOS, MENTIROSOS, FILHOS DO DIABO e viver qui-nem uma MARIONETE nas suas mãos… É ASSIM QUE TODOS ESTÃO VEGETANDO NESSA TERRA. Eu conheço todos eles, do menor ao maior deles… TODOS ELES SÃO IGUAIS. Eu sei que em CRISTO eu sou um FILHO DE DEUS, e sei que nem PALAVRAS MEDÍOCRES, nem a FORÇA BRUTA das PODEROSAS BESTAS desse mundo poderá tocar em mim. Eu sei o que estou TESTEMUNHANDO.

  7. Herético..de facto Cristo veio no primeiro século,mas nao no dia de pentecostes.Ele veio em julgamento sobre Jerusalém (mrc 14.62),julgando a apostasia de israel e abolindo um antigo pacto (hb 8.13).Agora,uma leitura em apocalipse 20,nos mostra que este é,de facto,o Reino Milenar onde Cristo reina e estenderá gradualmente o seu poder num período de grande conhecimento da Palavra de Deus: “E virão muitos povos e dirão: Vinde, subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine o que concerne aos seus caminhos, e andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá à lei, e de Jerusalém, a palavra do Senhor”, Isaías 2.3. Acrescenta Isaías: “Não se fará mal nem dano algum em todo o monte da minha santidade, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar”, Isaías 11.9.
    E julgará entre muitos povos e castigará poderosas nações até mui longe; e converterão as suas espadas em enxadas e as suas lanças em foices; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra”, Miquéias 4.3.

    Não edificarão para que outros habitem, não plantarão para que outros comam, porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus eleitos gozarão das obras das suas mãos até à velhice”, Isaías 65.22.

    No entanto, a Biblia declara claramente que apos esse milenio de Gloria,no qual é bem possivel que ainda estejamos no seu inicio bem como na igreja primitiva,satanas sera solto novamente apc20.7(entende-se figuradamente por um periodo de apostasia),e ai Jesus Cristo regressara para criar um novo mundo apc 21 e 22.Esta vinda sera como um ladrao na noite,1 ts 4.15-18,ninguem sabera o dia e a hora mt24.36,nao sera iminente como de facto se prega,mas apos um longo periodo mt 25.15,ate que todas as naçoes cheguem a obediencia por fé,rom 16.26.Todas as naçoes,mas porem nao todos os individuos,pois so a semente da salvaçao sera salva por Soberania divina e Predestinação, e ate a 2ª vinda havera sempre pecado,ainda que sera reduzido ao minimo,ate Cristo entregar o Reino a seu Pai 1 cor15.24-27.no entanto,mt 13.36-43,falamos em joio no meio do trigo na grande seara (mundo) e nao o contrario.
    para se saber mais,favor consultar escatologia reformada-a posiçao ortodoxa do cristianismo acerca do apocalipse,defendida entre outros por calvino,os purintanos,spurgeon, e recentemente gary de north,gary de mar e uma enxurrada de defensores do preterismo e pos-milenismo biblico,oposto ao postado aqui.a intençao e apenas e so revelar a verdade.graça e paz da parte de jesus.

  8. p.s. com todo o respeito,o senhor que postou se acha dono de Deus?

  9. ah e ja agora me mostre na biblia onde diz que dizimo é lei e porque Abraao foi dizimista,430 anos antes da lei?ah ja agora galatas 3, nos mostra como descendentes na graça de abraao…o mesmo abraao que dizimou antes da lei.como o senhor distorce isto?

  10. e mais:a biblia diz que jesus veio para salvar e nao para condenar.me mostre tambem uma folha da biblia onde jesus julgue toda a gente,Ele proprio declarou “nao vim a este mundo para julgar mas para salvar”.honestamente,se voce quer que seu ministerio cresça e seja “a ultima noticia”que nao é,começe por parar de criticar todo o mundo.SOLO SCRIPTURA!!

  11. Veja só que olhando a Biblia existem muitas profecias, mas sem dúvida a mais conhecida e celebrada é a que fala do Juízo Final e da Segunda Vinda de Jesus Cristo para recolher todos aqueles que creram nele como o filho de Deus e dar-lhes o “reino dos céus” e a “vida eterna” como recompensa.

    Aqui cabe uma pergunta constrangedora: SEGUNDO A BÍBLIA, ISSO JÁ NÃO ERA PARA TER ACONTECIDO?

    Como vai ser demonstrado, segundo a Bíblia, Jesus realmente quis dar a entender que O SEU RETORNO ERA IMINENTE E ACONTECERIA AINDA NO TEMPO DE VIDA DE ALGUNS DOS SEUS DISCÍPULOS(contemporaneo).

    1. Jesus estabelece o prazo para sua volta:

    Nos evangelhos sinóticos (Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21), Jesus faz uma extensiva e detalhada descrição sobre o fim do mundo e sobre a sua segunda vinda. E conclui dizendo:

    Mateus 24:34 — “Em verdade vos digo que NÃO PASSARÁ ESTA GERAÇÃO sem que TODAS essas coisas se cumpram.” (Também em Marcos 13:30 e Lucas 21:32)

    Jesus teria dito isto por volta do ano 33 E.C., no século I. Conseqüentemente, A PROFECIA DEVERIA TER-SE CUMPRIDO ATÉ MEADOS DO SÉCULO II E.C., quando morreu a última pessoa de sua geração.

    Algumas pessoas tentam defender essa profecia dizendo que ela apenas se refere à destruição de Jerusalém ocorrida no ano 70 E.C. Porém, a palavra “todas” torna esse argumento pouco convincente: O segundo advento, mencionado como seqüência — e CLÍMAX das tribulações — TAMBÉM deve fazer parte do cumprimento da profecia.

    Outra tentativa de defesa é dar à palavra “geração” uma interpretação atemporal, fazendo-a referir-se ao POVO JUDEU ou à CRISTANDADE, por exemplo. Porém, vejamos o que diz a NOVA TRADUÇÃO NA LINGUAGEM DE HOJE, publicada pela Sociedade Bíblica do Brasil no ano 2000. A NTLH busca difundir o conhecimento do texto bíblico facilitando a legibilidade ao evitar o uso de “palavras difíceis”. Neste versículo em particular, ela evita o uso da palavra “geração”, exprimindo seu significado no contexto original por outras palavras:

    Mateus 24:34 — “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: essas coisas vão acontecer ANTES DE MORREREM TODOS OS QUE AGORA ESTÃO VIVOS.”

    Isto mostra que a palavra “geração” na passagem tem seu sentido usual, que naturalmente ocorre ao leitor em uma primeira leitura do texto: o conjunto das pessoas cujos tempos de vida de sobrepõem em uma determinada época, confirmando o prazo de meados do século II para a volta de Jesus.

    Alguns julgam enxergar uma escapatória deste prazo na continuação do capítulo:
    Mateus 24:36 — “Mas DAQUELE DIA E HORA NINGUÉM SABE, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai.” (Também Marcos 13:32)
    Mateus 24:42 — “Vigiai, pois, porque NÃO SABEIS A QUE HORA há de vir o vosso Senhor.” (Também em Marcos 13:33)

    Só que isto NÃO NEGA O PRAZO estipulado acima. Apenas ACRESCENTA que — DENTRO DESSE PRAZO — o MOMENTO EXATO da vinda permaneceria um mistério. Jesus poderia voltar A QUALQUER INSTANTE e portanto os seguidores de Jesus deveriam permanecer vigilantes, e não deixar para se prepararem só perto do fim do prazo, quando estivessem velhinhos.

    E ainda que alguma dessas manobras chegasse perto de convencer, O PRAZO É CONFIRMADO por outras palavras atribuídas a Jesus em outra passagem replicada nos três evangelhos sinóticos:

    Mateus 16:27–28 — “Porque o Filho do homem há de VIR NA GLÓRIA de seu Pai, com os seus anjos; E ENTÃO RETRIBUIRÁ a cada um segundo as suas obras. Em verdade vos digo, alguns DOS QUE AQUI ESTÃO NÃO PROVARÃO A MORTE ATÉ QUE VEJAM VIR O FILHO DO HOMEM no seu REINO.” (Também em Marcos 8:38–9:1 e Lucas 9:26–27)

    Outra passagem atribuída a Jesus se refere ao prazo para seu segundo advento:

    Mateus 10:23 — “Quando pois vos perseguirem nesta cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo que NÃO ACABAREIS DE PERCORRER AS CIDADES DE ISRAEL SEM QUE VENHA O FILHO DO HOMEM.”

    Embora esta passagem não cite o prazo de uma geração, é perfeitamente condizente com ela. UMA GERAÇÃO seria tempo suficiente para que a “boa nova” de Jesus fosse anunciada em MENOS DA TOTALIDADE das cidades de Israel. É até inconcebível que TODAS as cidades de Israel já não tenham ATÉ HOJE sido visitadas por cristãos pregando o evangelho!
    2. Primeiros cristãos acreditavam que presenciariam o segundo advento:

    João 21:22–23 — “Se eu quiser QUE ELE FIQUE ATÉ QUE EU VENHA, que tens tu com isso? Segue-me tu.” Divulgou-se, pois, entre os irmãos este dito, que aquele discípulo não havia de morrer. Jesus, porém, não disse que não morreria, mas: “SE EU QUISER que ele fique até que eu venha, que tens tu com isso?”

    Paulo diz que a ressurreição dos mortos aconteceria antes que todos “dormissem” (i.e., “morressem”), referindo-se ao prazo estipulado por Jesus:

    1 Coríntios 15:51–52 — “Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, NEM TODOS DORMIREMOS, MAS TODOS SEREMOS TRANSFORMADOS, num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e OS MORTOS RESSUSCITARÃO incorruptíveis, e nós seremos transformados.”

    Paulo se inclui entre os que irão testemunhar a vinda de Jesus. Note o seu uso do pronome “nós”:

    1 Tessalonicenses 4:14–15 — Dizemo-vos, pois, isto pela palavra do Senhor: que NÓS, OS QUE FICARMOS VIVOS para a vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que já dormem. [...]

    Paulo pede a Timóteo que observe um mandamento até a volta de Jesus:

    1 Timóteo 6:13–14 — Mando-TE [...] que GUARDES este mandamento sem mácula e repreensão, até à aparição de nosso Senhor Jesus Cristo;

    Os romanos que crucificaram Jesus iriam presenciar sua volta:

    Apocalipse 1:7 — Eis que vem com as nuvens, e TODO O OLHO O VERÁ, ATÉ OS MESMOS QUE O TRASPASSARAM; [...]

    3. Primeiros cristãos acreditavam já viver os “últimos tempos”:

    Paulo de novo usa o pronome “nós”:

    1 Coríntios 10:11 — Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso NOSSO, PARA QUEM JÁ SÃO CHEGADOS OS FINS DOS SÉCULOS.

    Hebreus 1:1 — Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos NESTES ÚLTIMOS DIAS pelo Filho,

    Hebreus 9:26 — [...] MAS AGORA NA CONSUMAÇÃO DOS SÉCULOS uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.

    Hebreus 10:25 — Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto VEDES QUE SE VAI APROXIMANDO AQUELE DIA.

    Bem, eles acreditavam “ver” os “sinais” dos últimos tempos acontecendo à sua volta, JÁ EM SUA ÉPOCA: Profecias, visões e sonhos inspirados pelo Espírito Santo:

    Atos 02:15–17 — Estes homens não estão embriagados, como vós pensais, sendo a terceira hora do dia. Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel: E NOS ÚLTIMOS DIAS acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos terão sonhos.

    1 Pedro 1:20 — O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado NESTES ÚLTIMOS TEMPOS por amor de vós;

    Gente zombando dos cristãos pela demora em Jesus voltar foi transformado em “sinal” da que se viviam os últimos dias:

    2 Pedro 3:3–4 — [...] NOS ÚLTIMOS DIAS virão escarnecedores com zombaria andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: “Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.”

    2 Pedro 3:8 — Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que UM DIA para o Senhor É COMO MIL ANOS, E MIL ANOS COMO UM DIA.

    Jesus não estabeleceu o prazo para sua volta em termos de “dias” ou “anos”. O prazo é o TEMPO DE VIDA de sua geração ou, mais precisamente, de seus seguidores. Provavelmente alguns cristãos acabaram expressando esse prazo em termos de anos, e o texto tratou de desabonar essas especulações. Mas o prazo realmente dado por Jesus não foi solucionado aqui.

    Também a presença de “muitos anticristos” lhes convencia de estarem nos últimos tempos — ou melhor, na ÚLTIMA HORA!

    1 João 2:18 — Filhinhos, É A ÚLTIMA HORA. Como ouviste dizer, o Anticristo está para chegar, mas JÁ AGORA há muitos Anticristos, donde SABEMOS que É A ÚLTIMA HORA.

    (Se um dia para o Senhor é como mil anos, uma hora seria o quê, 1000 ÷ 24 = aproximadamente 42 anos?) ;-)

    4. Declarações genéricas sobre a iminência do segundo advento:

    João 5:25 — “Vem a hora, E AGORA É, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus.”

    Romanos 16:20 — E o Deus de paz esmagará EM BREVE Satanás debaixo dos vossos pés.

    Paulo até mesmo sugeriu que não se fizessem planos para o futuro:

    1 Coríntios 7:29–31 — Isto, porém, vos digo, irmãos, que O TEMPO SE ABREVIA; pelo que, doravante, os que têm mulher sejam como se não a tivessem; os que choram, como se não chorassem; os que folgam, como se não folgassem; os que compram, como se não possuíssem; e os que usam deste mundo, como se dele não usassem em absoluto, porque a aparência deste mundo passa.

    Hebreus 10:37 — Pois ainda em BEM POUCO TEMPO, aquele que há de vir, virá, e NÃO TARDARÁ.

    Tiago 5:7–8 — Portanto, irmãos, sede pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes; fortalecei os vossos corações, porque A VINDA DO SENHOR ESTÁ PRÓXIMA.

    1 Pedro 4:7 — Mas já ESTÁ PRÓXIMO O FIM DE TODAS AS COISAS, por tanto sede sóbrios e vigiai em oração

    O Apocalipse, por ser justamente uma profecia simbólica da volta triunfante de Jesus, abunda em avisos sobre sua iminência.

    Apocalipse 1:1 — Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que BREVEMENTE devem acontecer;
    Apocalipse 1:3 — Bem-aventurado aquele que lê e bem-aventurados os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão escritas; porque O TEMPO ESTÁ PRÓXIMO.
    Apocalipse 3:11 — “Venho SEM DEMORA”.
    Apocalipse 22:12 — “Eis que CEDO venho”.
    Apocalipse 22:20 — Aquele que testifica essas coisas diz: “Certamente CEDO venho.”
    Apocalipse 27:7 — “Eis que CEDO venho”.

    5. Conclusão:

    Embora os evangelicos tentem passar a imagem que a segunda vinda de Jesus é um evento ainda válido para a nossa geração e de data praticamente indeterminada, todas essas passagens implicam que a segunda vinda de Jesus era considerada como um evento muito próximo daquela epoca, não em um sentido divino, mas em termos humanos.

    Deuteronômio 18:21–22 — “E, se disseres no teu coração: Como conhecerei a palavra que o SENHOR não falou? Quando o profeta falar em nome do SENHOR, e essa palavra não se cumprir, nem suceder assim; esta é palavra que o SENHOR não falou; com soberba a falou aquele profeta; não tenhas temor dele”.

    Teria Jesus mentido? Ou na verdade ele era apenas um homem com “boas” intenções?

    6. Apêndice: Tentativas cristãs de desqualificar o prazo

    (Em preparação.)

    Normalmente os evangelicos gostam de dizer que “texto sem contexto é pretexto” para heresias. Mas é engraçado como eles mesmo DESCONSIDERAM COMPLETAMENTE O CONTEXTO para evitar a interpretação óbvia das passagens que dão o prazo de uma geração para o segundo advento de Jesus.

    6.1. Mateus 24:34

    6.1.1 “‘Esta geração’ refere-se ao POVO judeu.”

    Este argumento se baseia na possibilidade de “genea” (“geração”) poder ser traduzido como “nação”:

    Note que, apesar de “nação” estar entre as possíveis traduções, a EXPLICAÇÃO do sentido se refere a um conceito claramente TEMPORAL. Não se trataria meramente de uma “nação”, mas uma nação em um determinada época.

    Mas mesmo que “nação” pudesse ser livremente usada para traduzir genea neste caso, ainda assim “geração” se encaixa melhor no contexto do capítulo. Analisemos o texto:

    Em resposta às perguntas dos discípulos (versículos 1-3), depois de falar O QUE iria acontecer (vss. 4-31), Jesus passa a abordar a questão de QUANDO isso iria acontecer.

    Jesus usa uma metáfora para dizer que através de sinais se pode perceber a proximidade de algo. (vs. 32)

    Então, passando da metáfora para caso concreto, diz que quando as coisas descritas nos vss. anteriores (4-31) acontecessem, isso seria sinal de que sua volta estaria iminente, ele estaria “PRÓXIMO, ÀS PORTAS”. (vs. 33)

    Neste ponto o CONTEXTO está focado na PROXIMIDADE da volta de Jesus. Então vem o vs. fatídico:

    34 “EM VERDADE VOS DIGO…”

    Essa expressão comumente é usada para arrematar um assunto, declarando com mais clareza ou força expressiva algo que vinha sendo apenas sugerido, ou revelando uma informação de relevo dentro do assunto tratado.

    Neste ponto, em que se acabou de falar da PROXIMIDADE da volta de Jesus, o que parece ser mais relevante? O que arremata melhor o assunto, justificando o uso da expressão “em verdade vos digo”?

    1. “Na verdade, ESTA GERAÇÃO (de meados do século I) não passará sem que todas essas coisas aconteçam.” ou
    2. “Na verdade, ESTA NAÇÃO (o povo judeu) não ‘passará’ sem que todas essas coisas essas coisas aconteçam.”

    Ora, está claro que a opção (1) tem tudo a ver o assunto tratado, dando maior precisão à proximidade da volta de Jesus, e a proximidade é tamanha, tão dramática (“ESTA GERAÇÃO vai presenciar tudo isso!”) que justifica o “em verdade vos digo”!

    Já a opção (2) não se encaixa bem. Ela não dá nenhuma informação mais profunda, mais relevante, sobre a proximidade da vinda, desviando o assunto e tirando o sentido do uso da expressão “em verdade vos digo”. Nada até o momento sugeria a possibilidade de que o povo judeu pudesse desaparecer. Essa informação parece deslocada e não recebe maiores explicações.

    Ou seja, O CONTEXTO FAVORECE A INTERPRETAÇÃO DE “GERAÇÃO” EM SUA ACEPÇÃO USUAL: um conjunto de pessoas cujos tempos de vida coincidem.

    Sem falar que o verbo “passar” também combina mais naturalmente com essa acepção do que com uma acepção de “nação”. O TEMPO passa, e “geração” é um conceito vinculado ao tempo. Para falar de uma nação, seria mais natural dizer que ela “desaparece”, “morre” ou algo assim.

    Como se tudo isto não bastasse, temos o apoio da NOVA TRADUÇÃO NA LINGUAGEM DE HOJE, publicada em 2000 pela Sociedade Bíblica do Brasil, que deixa claro o sentido de “genea”.

    Mateus 24:34 — “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: essas coisas vão acontecer ANTES DE MORREREM TODOS OS QUE AGORA ESTÃO VIVOS.”

    6.1.2. “Jesus só voltará depois que o evangelho for pregado em todo o mundo”

    Mas TAMBÉM essa pregação (Mateus 24:9-15) deveria ter acontecido dentro da geração dos séculos I/II E.C. A expressão “TODAS ESTAS COISAS” (Mateus 24:33-34) se refere a TUDO o que foi dito em Mateus 24:4-31, e isso obviamente inclui a pregação.

    segundo Paulo aconteceu, sim:

    Colossenses 1:5-6 — “[...a] palavra da verdade do evangelho, que já chegou a vós, como TAMBÉM ESTÁ EM TODO O MUNDO; [...]”

    Colossenses 1:23 — “[...o] evangelho que tendes ouvido, O QUAL FOI PREGADO A TODA CRIATURA QUE HÁ DEBAIXO DO CÉU, e do qual eu, Paulo, estou feito ministro.”

    Segundo Paulo, a pregação em “todo o mundo” já aconteceu. Se nos basearmos nele, a pregação não constitui algo que esteja atrasando a volta de Jesus.

    6.2. Mateus 16:27–28

    6.2.1. “Cumpriu-se na Transfiguração.”

    Exemplo de argumento: “Os três evangelistas registram que a transfiguracão ocorreu com uma semana
    depois desta afirmação, implicando assim o cumprimento da predição. A Transfiguração foi uma miniatura do reino de glória.”

    Mateus 16:27–28 — Porque o Filho do homem há de VIR na GLÓRIA de seu Pai, com os seus ANJOS; E ENTÃO RETRIBUIRÁ a cada um segundo as suas obras. Em verdade vos digo, alguns dos que aqui estão não provarão a morte até que VEJAM VIR o Filho do homem no seu REINO. (Também em Marcos 8:38–9:1 e Lucas 9:26–27.)

    A transfiguração não se qualifica como cumprimento disto porque:

    * Não é uma VINDA (Jesus JÁ ESTÁ lá).
    * Não envolve ANJOS.
    * Não é acompanhada de RETRIBUIÇÃO SEGUNDO AS OBRAS.
    * Não envolve REINO.

    Com a menção à retribuição, percebe-se que Jesus estava se referindo à sua vinda gloriosa entre as nuvens do céu, que seria avistada por todos (Mt 24:30), depois da qual julgaria os homens (JUÍZO FINAL), o que fica claro quando se lê a passagem no CONTEXTO: Nos versículos anteriores Jesus vinha falando de SALVAÇÃO ou PERDIÇÃO da alma (vide Mt 16:24–26; Mc 8:34–37; Lc 9:23–26), coisas que TAMBÉM serão decididas no Juízo Final.

    Além disso, fica sem sentido Jesus sugerir um risco de morte (“alguns dos que aqui estão NÃO PROVARÃO A MORTE até que vejam…”) que poderia impedir as pessoas de verem algo que aconteceria dali a míseros SEIS DIAS. E os evangelhos não mencionam que Jesus e seus seguidores tenham sofrido alguma espécie de ataque nesse tempo.

    Resumindo:

    * A TRANSFIGURAÇÃO não se qualifica como cumprimento do que é dito.
    * O contexto reforça que Jesus se refere ao JUÍZO FINAL.

    6.2.2. “Cumpriu-se no Pentecostes.”

    (…)

    6.2.3. “Cumpriu-se quando João viu Jesus em seu reino durante a Revelação (Apocalipse)”

    Aproveita-se o verbo “ver” em Mt 16:28 para transformar reles “visões” da vinda de Jesus como cumprimento disso. Mas, no CONTEXTO de Mt 16, é a própria VINDA que faz sentido, não uma VISÃO da vinda. Jesus antes vinha falando de “ganhar” e “perder” a vida por ter seguido suas palavras, uma óbvia referência ao juízo final, que aconteceria após a vinda de Jesus.

    Tendo ele falado disso, o vs 28 começa com as palavras “em verdade vos digo…”

    Essa expressão costuma introduzir alguma coisa muito relevante em relação ao que vinha sendo dito antes.

    Que relevância tem dizer que alguns ali teriam uma VISÃO da vinda dele? Uma mera VISÃO para ALGUNS DALI não tem nenhum efeito prático! Tira todo o sentido da expressão “em verdade vos digo”!

    Mas tem MUITA relevância dizer que ALGUNS dali iriam ver a VINDA REAL de Jesus. Isso dá um enorme sentido de URGÊNCIA à necessidade de seguir a Jesus, pois o tempo é espantosamente CURTO. Isto justifica a expressão “em verdade vos digo”.

    6.3. Mateus 10:23

    6.3.1. “Cumpriu-se na Ressureição.”

    Esta explicação cai muito mal, quando a Bíblia diz que Jesus ressuscitou no TERCEIRO DIA (contando com sua morte: morreu na sexta-feira, ressuscitou no domingo DE MANHÃ), tempo que mal daria para visitar umas poucas cidades MUITO próximas (como Emaús, Lc 24), voltando rapidamente, pois na tarde daquele mesmo dia eles já estavam TODOS reunidos EM JERUSALÉM, escondidos dos judeus (Jo 20:19)! É totalmente SEM SENTIDO dizer que eles não chegariam a visitar TODAS as cidades de Israel, fugindo DE UMA PARA OUTRA, quando eles não teriam tempo de visitar praticamente NENHUMA! E também foi só aí que Jesus efetivamente os enviou a pregar o evangelho, começando por Jerusalém (Lc 24:47-49).

    Nenhum deles foi “entregue aos sinédrios” ou “açoitado nas sinagogas” ou “levado à presença de governadores” nesse curtíssimo espaço de tempo. As orientações de Mt 10 só fazem sentido num espaço de tempo maior, no qual Mt 10:23 obviamente se refere ao SEGUNDO ADVENTO.

    —->

    E, como foi nos dias de Noé, assim será também a VINDA do FILHO DO HOMEM. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao DILÚVIO, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na ARCA. E não o PERCEBERAM, até que veio o DILÚVIO, e os levou a todos – assim será também a VINDA DO FILHO DO HOMEM. Mateus 24:37 > 39.

    Obs. – Hoje os religiosos ( católicos, espíritas e protestantes ( crentes ou evangélicos ) ) estão comendo e bebendo ( inclusive a santa ceia que CRISTO cumpriu e aboliu ), estão casando e dando-se em casamento, e não PERCEBERAM que os ESCOLHIDOS entraram e estão entrando na ARCA DA SALVAÇÃO que é o AMOR E A GRAÇA DE CRISTO. Não PERCEBERAM que os FILHOS DE DEUS já entraram no REINO DE DEUS, um REINO ESPÍRITUAL governado pelo ESPÍRITO SANTO, onde não há: servos, líderes, pecados, condenação, sofrimentos, dores, preocupações, miséria, demônios, tragédias, clamores, doenças, nem MORTE. Eles não PERCEBERAM que pra eles de nada valeu JESUS CRISTO ter sofrido, morrido e RESSUSCITADO.

    A estupidez e a cegueira é tanta que estão sofrendo e MORRENDO, e não PERCEBEM que CRISTO já voltou, nos trazendo VIDA…E VIDA ETERNA.

    Iguais aos JUDEUS que até hoje ainda esperam a primeira vinda de CRISTO, eles também estão esperando a SEGUNDA vinda de CRISTO visível aos olhos humanos. Não sabem que JESUS DE NAZARÉ cumpriu a sua missão humana, e hoje é ESPÍRITO somente ESPÍRITO…DEUS sobre todas as coisas, por mais que não tenhamos relatos historicos, ou testemunhas seculares que presenciaram este evento, não tira o merito da verdade e os mistérios de Deus, talvez isso não fosse permitido, e ta ai uma oportunidade de ESPIRITUALMENTE enchergamos esta verdade e sermos LIVRES de todas estas praticas MARKETEIRAS para encher COFRES e BOLSOS de homens.

    ASSIM COMO A VINDA DO REINO DE DEUS NÃO FOI VISIVEL AOS OLHOS CARNAIS, A SEGUNDA VINDA DE CRISTO TAMBÉM NÃO FOI VISIVEL DISSE JESUS CRISTO HÁ MAIS DE DOIS MIL ANOS ATRÁS

    O REINO DE DEUS não vem com APARÊNCIA EXTERIOR. Nem dirão: Ei-lo aqui, ou Ei-lo ali porque o REINO DE DEUS está entre vós. Lucas 17:20,21.

    Obs. – Se não podemos ver o REINO de DEUS com os nossos olhos carnais, também não podemos ver a JESUS CRISTO enquanto estivermos habitando no nosso corpo carnal. Por isso precisamos viver pela FÉ ( Romanos 1:17 ), e FÉ é a prova das coisas que se não vêem ( Hebreus 11:1 ). Eu não vejo o ESPÍRITO SANTO mas sei que ELE está em mim, e isso me basta. AMÉM !

    Entao se tudo isso realmente dentro de uma ciencia humana, teologica, historica e ate mesmo DIVINA, for verdade, a pergunta que fica é:

    O QUE ESTAMOS FAZENDO AQUI HOJE, E PARA QUE???

  12. Meu amado, não devemos DEBATER, e nem DISCUTIR o CONHECIMENTO que DEUS dá a cada um conforme a sua SOBERANA VONTADE. Mas, não posso dixar de dizer que suas OBSERVAÇÕES e COLOCAÇÕES são INTERESSANTES, e que eu também passei por todos esses QUESTIONAMENTOS. Nós, OS ESCOLHIDOS amamos a VERDADE, não queremos ser ENGANADOS, nem tão pouco ENGANAR a ninguém. DEUS com o seu INFINITO AMOR através de CRISTO nos fez participantes da sua GRANDEZA, e hoje, mais de dois mil anos depois do GÓLGOTA o ESPÍRITO SANTO que é o ESPÍRITO DE CRISTO, o ESPÍRITO DE DEUS está apenas COMEÇANDO a nos REVELAR os MISTÉRIOS de DEUS que estão registrados na Bíblia, sabendo que: As COISAS ENCOBERTAS são para o SENHOR nosso DEUS, porém AS REVELADAS são para nós e para nossos filhos para sempre,… ( Deuteronômio 29:29 ). Precisamos respeitar e aceitar o TEMPO de DEUS, e se tentarmos entender O TEMPO DE DEUS e as COISAS DE DEUS com a nossa MENTE carnal…não vamos conseguir. Paulo nos diz que devemos COMPARAR as coisas espírituais com as espírituais ( I Coríntios 3:13 ). Hoje o ESPÍRITO SANTO está ATIVANDO em nós a nossa MENTE ESPÍRITUAL… nós temos a MENTE DE CRISTO ( I Coríntios 2:16 ). Com a nossa MENTE ESPÍRITUAL vamos poder entender todo o PLANO de DEUS desde antes de Adão para destruir o MAL, e nos fazer participantes da sua GRANDEZA, participantes da sua NATUREZA DIVINA. ESTÁ ESCRITO:Vós sois deuses, e vós outros sois todos filhos do ALTÍSSIMO ( Salmo 82:6 e João 10:34 ). Tudo aquilo que O ESPÍRITO SANTO está nos REVELANDO é ESPÍRITUAL, mas tem um ENFEITO FANTÁSTICO no nosso corpo CARNAL como: Estamos BLINDADOS, IMUNIZADOS contra toda e qualquer ENFERMIDADE ou DOENÇA; estamos PROTEGIDOS contra toda e qualquer VIOLÊNCIA, MALDADE, e TRAGÉDIA deste mundo ( SOMOS INTOCÁVEIS ); somos MANTIDOS aqui por DEUS, não temos que andar PREOCUPADOS trabalhando ARDUAMENTE para termos o que comer, o que beber, e com que nos vestir, essas coisas nos serão ACRESCENTADAS por DEUS ( Mateus 6:31 > 33 ); temos IMORTALIDADE no nosso corpo CARNAL( Romanos 8:11 ), sabendo que um dia, no TEMPO DE DEUS deixaremos este corpo CARNAL e receberemos de CRISTO o nosso corpo CELESTIAL sem passarmos pela MORTE física; e também temos JUVENTUDE no nosso corpo CARNAL enquanto estivermos nele. Estamos aqui para TESTEMUNHARMOS para nós mesmos e para o mundo o PODER, a GRANDEZA e o AMOR DE CRISTO. Hoje, no TEMPO DE DEUS, temos em nós o mais OUSADO TESTEMUNHO deste mundo: SAÚDE plena ( Mateus 8:17 e I Pedro 2:24 ), PROTEÇÃO absoluta ( Hebreus 1:14 e Salmo 91:7,10,11 ), JUVENTUDE ( Romanos 8:11 ), REPOUSO( Hebreus 4:10 ) e IMORTALIDADE ( João 8:51, Romanos 6:9, II Coríntios 5:14 ) e Hebreus 9:27 ) sem precisarmos, nem DEPENDERMOS de homem algum. – ISTO É O REINO DE DEUS AQUI NA TERRA, ISTO É O AMOR E A GRAÇA DE CRISTO. Estamos numa condição melhor do que a de Adão nos seus primeiros dias no jardim do ÉDEN: Sem PECADO, sem DOENÇA, sem ter que TRABALHAR pra se manter, sem ENVELHECIMENTO e sem MORTE.Hoje estamos assim GRAÇAS A JESUS CRISTO e o seu INFINITO AMOR.

  13. irmão washigton,só uma questão:em 1 ts 4,no vs16 fala de “(…) alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro”,alarido significa:clamor,gritaria,algazarra,ou seja,conclui-se que barulhenta e sem passar despercebida.Diz ainda no verso 17:Depois nós,os que ficarmos vivos,seremos arrebatados juntamente com eles,nas nuvens a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.Portanto,fala de um Arrebatamento visivel..é verdade que Cristo veio em julgamento sobre Israel no primeiro século,que aquela geração relatou e viu o seu poder,mas…numa esfera espiritual.A 2ªvinda porém será visivel, e será precedida do Juízo Final,que NÃO HOUVE também no primeiro século mat26.31-46,apoc20.11-15.Os últimos dias relatados,são nada mais do que os últimos dias da antigo pacto.heb 8.6.E entao,se Cristo já veio,onde estão os novos céus e a nova terra prometidos em apcoalipse 21?onde esta a NOva Jerusalém,revestida de ruas de ouro?E o mar,que Deus prometeu que já não existiria(apocli21.1)?Temos SIM,uma missão:subjugar os inimigos de Cristo,até que Ele VOLTE 1 COR15.23-26?APOCALIPSE fala de duas ressurreições:é certo que o irmão acredita que a primeira se dá quando recebemos Jesus,ef 2.6 ,….e a segunda?foi no 1º seculo?se sim, nos nao seremos ressuscitados e nos tornaremos em pó,pois a biblia diz que a sgunda ressurre~çao apenas se dara na vinda de Cristo.ler novamente 1 ts 4.13-18.temos de crer no que lemos e nao ler o cremos.SOLI SCRIPTURA!

  14. Andre.

    Olhando realmente desta maneira, concordo com você que nada disso aconteceu. Até mesmo porque não tem nada registrado, nunhum livro ou comentário sobre esta grande atmosfera de efeitos visuais e sonoros.

    Porém contudo a passagem por Tessalonissenses ela é tão enfática e fadidica que Paulo como todos os outros esperavam naquela época, geração todos aqueles acontecimentos, trombetas, e tudo mais.

    Em toda a sua pregação Paulo jamais deixou algo claro que a Volta de Jesus, o arrebatamento seria algo para 2000 ou 3000 anos depois, infelizmente para muitas pessoas que assistem uma manchete na Tv, uma reportagem no jormal nos dias de hoje, sempre colocam que estamos Vivendo os Ultimos Dias, ou Julgamento Final, contudo estas manchetes e tudo mais, ja ocorrem a mais de 2000 anos, e o mundo nunca acabou como ja diziam.

    E o mais dificil e eu sei disso é quando encontramos provas nas escrituras que afirmam de que tudo o que foi dito foi feito naquele tempo, e pior quando alguns registros extra biblicos como historia, ciencia e arqueologia afirmam isso, não há nenhuma margem para nos dias de Hoje estarmos vivendo AQUELE apocalipse, para nós hoje só nos resta aConversão, Arrependimento, o perdao, a fé e a esperança.

    É dificil aceitar que o unico arrebatamento, que o unico fim do mundo, o soar da trombeta para nós nos dias de Hoje é apenas a nossa morte certa.

    É realmente dificil de aceitar isso, é uma dificil compreensão se tratando de tanto marketing, livros, pregações e lavagens que fazem em nossa mente nestes ultimos seculos. Contudo so teriamos que aceitar de que é isso mesmo, que a nova ordem mundial e tudo mais é porque é chegado o fim dos dias.

    Mas como ja vimos ate dentro mesmo das passagens que você citou, é pratimante impossivel passar tudo isso para os dias de Hoje mesmo havendo estas anomalias semelhantes nos nossos dias. Isso porque fica sempre a pergunta fadidica “ENTÃO O QUE ESTAMOS FAZENDO AQUI HOJE?”. Com certeza isso não esta na Biblia, porem na Biblia não esta que nos nosso dias a besta do apocalipse ira surgir. Sabemos que Nero foi a Besta do apocalipse, sabemos que foram perseguidos, Sabemos que a 7 igrejas eram naquele tempo na Asia isso é explicito na Biblia, sabemos que o mundo que eles conheciam era aquele mundo geográfico, sabemos que a Mensagem ERA URGENTE para aquele tempo, e foi pregada a todo aquele mundo como é afirmada em Colossenses, e não é uma afirmação atemporal e sim certa dauquele tempo, lemos tantas Vezes PROXIMOS, EM BREVE, em todas estas profecias dentro daquele tempo se cumpriram. Uma comparação de tempo que podemos fazer é a profecia que Daniel recebeu que se cumpriu 486 anos depois no qual o Anjo disse: Porem tu selas a palavra desta profecia, pois será para muito tempo distante”. E realmente aconteceu mais de 400 anos depois, agora o que vemos em apocalipse é totalmente o oposto: o tempo esta proximo – não selas as palafras desta profecia, pois esta proximo.

    Ou seja PROXIMO era muito proximo, Distante era muito distante.

    Devemos com certeza questionar uns aos outros porem contudo a Biblia é muito clara com relação ao tempo das coisas. E a maioria das simbologia aplicada é Espiritual, uma delas é a qual você citou da Nova Jerusalem, ruas de OUro… tudo isso é uma visual Espiritual e não Carnal, por isso o problema de hoje em dia entender que tudo ja aconteceu é porque esperamos ver na CARNE e não no ESPIRITO.

    Nos dias de hoje precisamos entender e apreciar a mensagem de Apocalipse com claresa, bom senso e conciente.

    O livro é um Drama.
    Lembre-sse de que este é um livro que João viu. É uma dramática apresentação da revelação de Deus. Assim como Deus usou sonhos e suas interpretações para comunicar sua mensagem através de Daniel, ele usou a vívida imagem das visões espirituais para revelar sua mensagem através de João. Muitas pessoas deixam de ver o poderoso quadro neste livro porque se distraem com um exame pormenorizado de cada pequenino pedaço.

    Jamais podemos entender o significado de algum pormenor específico, mas a mensagem global da justiça, do poder e da absoluta vitória de Deus é inconfundível.

    Limites de tempo.
    Já notamos que Jesus falou de coisas que tinham que acontecer logo depois que este livro estivesse escrito. O significado deste ponto não deve ser subestimado. Quando Deus colocou um limite de tempo para o cumprimento de sua palavra, os leitores não têm direito de ignorar ou negar isso. Algumas vezes as pessoas tentam evitar o significado dos limites de tempo de Deus apontando passagens, tais como 2 Pedro 3:8, que diz: “para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia”. Pedro está mostrando a paciência de Deus em adiar seu julgamento dos malfeitores. Ele não está negando o significado de todas as outras referências a tempo na Bíblia. Quando Deus fala de coisas que acontecerão logo, precisamos respeitar sua palavra.

    Note irmão o que Deus disse em Apocalipse para limitar o tempo do cumprimento:

    “Cousas que em breve devem acontecer” (1:1; 22:6). Este limite de tempo é colocado no começo e no fim de Apocalipse, e deverá ser lembrado em nossa interpretação dos capítulos intermediários. Tal expressão (“em breve”) é usada em outros lugares no Novo Testamento, onde podemos identificar que o cumprimento veio logo depois que as palavras foram ditas. Não falou de eventos no futuro distante: centenas ou milhares de anos mais tarde. Note, por exemplo:

    – “Festo, porém, respondeu achar-se Paulo detido em Cesaréia; e que ele mesmo, muito em breve, partiria para lá. . . . E, não se demorando entre eles mais de oito ou dez dias, desceu para Cesaréia; e, no dia seguinte, assentando-se no tribunal, ordenou que Paulo fosse trazido” (Atos 25:4,6). Festo pretendia ir a Cesaréia “em breve”, e então foi àquela cidade cerca de dez dias mais tarde.

    – Paulo falou do seu desejo de visitar vários irmãos ou enviar mensageiros “em breve” (1 Coríntios 4:19; Filipenses 2:19,24; 1 Timóteo 3:14). Nestes casos, era sempre um período muito breve -talvez meses- nunca séculos!

    “O tempo está próximo”
    (1:3; 22:10). Para reforçar o conceito de que João estava escrevendo de eventos que logo se seguiriam, Jesus incluiu um lembrete adicional nos versículos de abertura e fechamento do livro. “O tempo está próximo” lembrava os leitores de que Deus logo cumpriria sua palavra neste livro. Palavras semelhantes em outras passagens falam de curtos períodos de tempo, e não de eventos que aconteceriam séculos mais tarde. Note:

    – Jesus falou da capacidade de prever a chegada do verão vendo as folhas numa figueira (Mateus 24:32; Lucas 21:30). Isto poderia ser dias ou semanas antes do verão, mas não poderia ser milhares de anos.

    – Jesus disse em Mateus 26:18, “O meu tempo está próximo”. Ele morreu naquela semana. Seu tempo estava, de fato, muito perto.

    – João referiu-se várias vezes a festas que estavam se aproximando como “estando próxima” (João 2:13; 6:4; 7:2; 11:55). Está sempre claro que significava períodos de tempo muito curtos. Note nestes casos que o evento estava geralmente dentro de dias ou talvez semanas, mas jamais em séculos no futuro!

    O Significado do Quinto Selo. Para ajudar a entender a mensagem deste livro, veja bem em Apocalipse 6:9-11, onde Jesus abre o quinto selo:

    “Quando ele abriu o quinto selo, vi, debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam. Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? Então, a cada um deles foi dada uma vestidura branca, e lhes disseram que repousassem ainda por POUCO TEMPO, até que também se completasse o número dos seus conservos e irmãos que iam ser mortos como igualmente eles foram.”

    Estes versículos são muito importantes para o resto do livro de Apocalipse. Cristãos perseguidos, especialmente aqueles que sacrificaram suas vidas ao serviço do Senhor, estão pedindo justiça. Foram suas mortes em vão? Certamente que não. Eles haviam morrido na confiança de que Deus é justo, e agora estavam perguntando quanto tempo sua justiça seria adiada.

    Deus os assegura de que responderá com punição aos malfeitores, mas que ele permitiria que a perseguição continuasse por POUCO TEMPO, antes de exercer sua vingança.

    Palavras chaves deste texto se relacionam com o desenvolvimento do plano de Deus através de todo o livro. Numerosas passagens no Apocalipse ilustram como Deus respondeu ao apelo destes santos martirizados. Note especialmente estas respostas divinas às orações dos santos mártires:

    Deus vingou seu sangue. O anjo vingador de Deus derramou o sangue dos inimigos dos santos (14:20). A terceira taça representava a merecida vingança contra aqueles que tinham matado os profetas (16:4-7). Deus vingou a causa dos santos no julgamento contra Babilônia (18:20,24; 19:2).

    Deus ressuscitou os mártires. Apocalipse 20:4-6 mostra a resposta final de Deus às orações dos mártires. Há uma clara conexão entre este texto e a oração do capítulo 6. Eles tinham sido decapitados por causa da sua fé, mas agora estavam sendo ressuscitados para reinar com Cristo! A vitória de Satanás foi somente temporária. A causa dos fiéis estava vingada!

    Estas referências nos ajudam a ver que a vingança do sangue daqueles martirizados pela causa de Cristo é um tema central deste livro. Jesus está dizendo aos seus seguidores perseguidos: “Tenham paciência e suportem a dureza da perseguição ainda mais um pouco. No final da batalha, eu lhes garanto que meus servos fiéis serão vitoriosos. Não desistam!”

    Cenas de Grande Vitória. O livro de Apocalipse está cheio de cenas dos santos vitoriosos de Deus. Considere três exemplos específicos como representativos do conforto oferecido neste livro:

    A Ressurreição das Duas Testemunhas (11:3-14). Duas testemunhas, servos de Jesus, pregaram por um período de tempo (3½ anos) com poder e autoridade. Então, as forças de Satanás os mataram, e todo o mundo comemorou o triunfo do mal sobre o bem. Mas a vitória durou pouco. Depois de três dias, Deus ressuscitou as testemunhas que estavam mortas e as chamou ao céu. Ele então enviou punição sobre aqueles que se regozijaram com a derrota da justiça. A causa de Cristo foi ameaçada, mas ressurgiu para a vitória! Agora alguém viu isso? Alguém registrou isso?
    Claro que não porem contudo é claro que foi algo tão poderoso e espiritual na qual que quem estava na carne não o percebeu.

    O Triunfo sobre o Dragão (12:1-18). Uma mulher, representando o povo de Deus, deu à luz a Cristo. Ainda antes que ele nascesse, Satanás (o dragão e a serpente) estava salivando por antecipação da devoração do sangue do Ungido. Mas num único versículo (12:5), a vitória completa de Jesus, do nascimento à ascenção, deixa Satanás frustrado e irado. Ele então se volta para perseguir a mulher (a igreja), mas Deus a protege. Satanás então olha para cima e tenta derrotar o exército do céu, conduzido por Miguel. Por certo, o diabo sofre mais uma derrota, sendo lançado fora do céu e lhe são negadas outras oportunidades para acusar os servos de Deus. Cada vez mais frustrado, o dragão irado ataca violentamente a mulher, mas de novo fracassa. Em desespero, o dragão procura uma vítima e concentra suas energias na perseguição dos filhos da mulher, cristãos individuais. Satanás ainda pode perseguir e tentar derrotar os cristãos.

    Mas temos que manter esta batalha no seu contexto. Os cristãos, com o auxílio do Cristo conquistador, podem entrar na guerra com confiança. É possível vencer (veja 1 Coríntios 10:13). Estamos lutando com um perdedor!

    Voltando a falar do Novo Céu e a Nova Terra , e a Nova Jerusalém (21:1-22:5) como o irmão citou antes. Depois das grandes cenas de julgamento e condenação dos inimigos da justiça (capítulos 18-20), este texto oferece um VISLUMBRE do ESPLENDOR da comunhão com Deus. “O novo céu e a nova terra” é um símbolo do relacionamento com Deus veja bem é um SIMBOLO e não uma visão real, assim como Jesus não era literalment euma porta e nem um pão, a nova terra e ceu, é um Simbolo (veja Isaías 65:17-25).

    A admissão a esta companhia é limitada. Os covardes, os incrédulos, os abomináveis, os assassinos, os impuros, os feiticeiros, os idólatras e os mentirosos serão rejeitados e lançados no lago de fogo. A nova Jerusalém é também um símbolo profético, familiar, da comunhão restaurada entre Deus e seu povo (veja Isaías 52:1; 60:19-20; 61:10; 65:18-19; Ezequiel 40:2-3; 48:31-34).

    Jerusalém, como o local do templo do Velho Testamento, representava a presença de Deus no meio do povo. Esta nova Jerusalém até oferece acesso ao rio da vida e à árvore da vida, mostrando a RESTAURAÇAO do privilégio especial do relacionamento perdido por causa do pecado do homem (veja Gênesis 3:22-24; Ezequiel 47:1-12).

    Irmão entenda que ninguém verdadeiramente interpreta o inteiro Livro de Apocalipse ao PE DA LETRA.

    Aqueles que pescam e escolhem quais partes são figurativas e quais são literais erram em seu método básico de interpretação.
    Ele é um livro de VISOES DE IDEIAS CELESTIAIS e não carnais, que excedem a imaginação humana. Não o reduzamos a algo meramente físico e literal.

    Não vou me prolongar aqui mais neste assunto por enquanto, pois ele é longo e duradouro, porém simples e especial. Contudo se olharmos para traz e para frente veremos que não há margem para nos preocuparmos com que acontecerá no futuro que pode ser daqui 1 minuto ou 1000 anos, se estivermos na fé e esperança de que a Nova Terra e Ceu, a nova Jerusalem nos espera no plano totalmente epiritual e não carnal.

    Lembre-se irmão na Carne hoje jamais veremos nada, só em espirito e em verdade, no qual o Senhor Ja reina. E melhor de tudo já esta em NOS, talvez esta seja a melhor resposta e consolo que temos, tudo o que nos espera ja esxiste, se o vemos não temo fé, pois a fé só é verdaderia quando acreditamos que aquilo existe.

    Creia, o novo ceu a nova terra a nova jerusalem já existe.

    Deus o Abençoe.
    Amém.

  15. De qual igreja você é?

    Há dois mil anos, quando os apóstolos começaram a pregar o evangelho do Senhor pelo mundo inteiro, não existia uma variedade de “igrejas”, denominações e seitas, todas com as suas doutrinas e métodos para ganhar discípulos. De fato, Jesus e os seus apóstolos ensinaram haver uma só igreja, a qual é o corpo de Jesus, ele mesmo sendo o cabeça (veja Mateus 16:18; Efésios 1:22-23, 4:4, 5:22-23; Colossenses 1:18). Portanto, quando pessoas se convertiam, ninguém lhes perguntava, “de qual igreja você é?” – pois era óbvio que pertenciam àquela única igreja que Cristo mesmo edificou.

    Muitos hoje dizem estar procurando “a igreja certa”. Para alguns isto quer dizer simplesmente um lugar onde possam se sentir bem ou confortáveis, apaziguando suas consciências com atos externos de “adoração” a Deus. Porém, para os mais honestos, esta procura é uma busca verdadeira para fazer parte da “…nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2:9-10).

    Com o intuito honesto de descobrir a igreja edificada por Cristo, vamos viajar dois mil anos atrás para a cidade de Antioquia da Síria, onde estava chegando pela primeira vez a pregação do evangelho de Jesus. Ao lermos este relato do Espírito Santo sobre a conversão das pessoas desta cidade, prestemos bem atenção ao que aconteceu, e façamos a pergunta, “de qual igreja eram estas pessoas?”

    O que aconteceu em Antioquia? (Atos 11:19-20)

    Depois que Estêvão foi morto em Jerusalém por pregar o evangelho (veja Atos 7:51 – 8:4), os cristãos que ali moravam se espalharam pelas regiões ao redor, levando a palavra do Senhor para lugares onde ainda não havia sido pregada. No início estes discípulos pregavam somente aos judeus, porém alguns que eram naturais de lugares entre os gentios (“gregos”) logo começaram também a pregar aos não-judeus.

    O que, exatamente, estes discípulos pregavam? Versículo 19 diz que se espalharam “anunciando…a palavra”, e versículo 20 nos ensina que estavam “anunciando-lhes o evangelho do Senhor Jesus”. Este fato é simples e importante demais para o ignorarmos – os que saíram de Jerusalém pregavam somente a palavra, o evangelho do Senhor Jesus. Mostrando este mesmo padrão em seu ensinamento, o apóstolo Paulo disse: “decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1 Coríntios 2:2).

    Qual o resultado da pregação da palavra do Senhor? (Atos 11:21-24)

    A Bíblia nos afirma que ouvir a palavra é suficiente para produzir fé em pessoas a fim de salvá-las. O apóstolo Paulo escreveu aos Romanos, “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê…” e “…assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo” (Romanos 1:16; 10:17). Pessoas que verdadeiramente querem servir a Deus junto ao povo dele não precisam ouvir de milagres ou promessas de bênçãos materiais, porém responderão com fé à simples pregação da palavra de Cristo. Vejamos o que aconteceu em Antioquia quando as pessoas responderam com fé:
    Conversão ao Senhor. Quando as pessoas honestas de Antioquia ouviram o evangelho, “crendo, se converteram ao Senhor” (Atos 11:21). Pregar o evangelho de Jesus resulta na conversão de pessoas a ele, o Senhor!

    Ninguém na Bíblia jamais foi convertido à igreja. Porém, muitos hoje são. Basta ouvir uma conversa entre dois crentes, e logo alguém dirá algo assim: “Você sabia que fulano-de-tal saiu da igreja?” ou “Graças a Deus que depois de tanto tempo desviado eu voltei para a igreja!” Expressões assim mostram pessoas convertidas à igreja e não ao Senhor. O problema é que muitos que se chamam “evangelistas” saem pelas ruas anunciando muitas coisas – a igreja, o pastor, teologia, promessas de curas ou de bênçãos materiais, expulsão de demônios, etc. – mas pouca gente parece ter interesse pela pregação da palavra. O resultado disso é pessoas convertidas a estas coisas, e não ao Senhor. Para fazer parte da igreja que pertence ao Senhor, é necessário ouvir o evangelho, a palavra que fala do Senhor, para que sejamos convertidos a ele.

    Firmeza no Senhor. Boas notícias correm rapidamente, e logo a igreja em Jerusalém ficou sabendo da conversão das pessoas em Antioquia (Atos 11:22). A linguagem que descreve a igreja em Jerusalém deve chamar nossa cuidadosa atenção. Por exemplo, ela tem “ouvidos”. Também, ao mesmo tempo ela é singular – “a igreja” – e plural – “enviaram Barnabé”. O que aprendemos com isto? A palavra “igreja” na Bíblia não descreve um prédio ou uma organização (denominação), e sim pessoas. A igreja em Jerusalém simplesmente era pessoas convertidas ao Senhor que ouviram da conversão de outros e mandaram ajuda na pessoa de Barnabé.

    Quando Barnabé chegou em Antioquia, ele ficou alegre ao ver a graça de Deus entre estes novos convertidos (Atos 11:23). Como é possível ver a graça de Deus? O apóstolo Paulo escreveu: “a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus…” (Tito 2:11-13). O que Barnabé viu em Antioquia eram pessoas que manifestavam vidas transformadas pela graça de Deus. Sua resposta era de exortar “a todos a que, com firmeza de coração, permanecessem no Senhor” (Atos 11:23).

    Muitos têm orgulho de dizer que permanecerão sempre firmes na igreja. Vamos lembrar, porém, que a igreja é pessoas, e pessoas, mesmo boas, podem errar. Seria tolice permanecer firme em pessoas se estas não estão firmes no Senhor! Porém, quem permanece firme no Senhor não cairá mesmo se toda a igreja e os pastores caírem, pois seguirá aquele que é o verdadeiro “bom pastor” (veja João 10:27-28).

    União ao Senhor. Por causa da pregação do evangelho por Barnabé e outros em Antioquia, “muita gente se uniu ao Senhor” (Atos 11:24). De fato, o resultado de pessoas ouvindo o evangelho do Senhor, se convertendo ao Senhor, e permanecendo no Senhor sempre será pessoas unidas ao Senhor. Este é o ponto da conversão – Deus nos oferece paz e reconciliação em Cristo para que possamos ser unidos a ele para eternidade (veja 2 Coríntios 5:18-21; João 14:1-3)!

    De qual igreja eram estas pessoas? (Atos 11:25-26)

    Infelizmente, o padrão que vemos no mundo religioso hoje é bem diferente do que vimos em Antioquia. Hoje, pessoas pregam a igreja, se convertem à igreja, permanecem na igreja, e se unem à igreja. Porém, o foco de Barnabé e dos outros discípulos que espalhavam a palavra nunca era a igreja, e sim era sempre o Senhor! E o que acontece quando pessoas respondem à pregação do Senhor? “Por todo um ano, se reuniram naquela igreja e ensinaram numerosa multidão” (Atos 11:26). Ninguém pregou a igreja, mas mesmo assim o resultado da pregação foi uma igreja em

    Antioquia que estava ativamente ensinando a outros!

    Permanece, portanto, a nossa pergunta – “de qual igreja eram estas pessoas?” Era Católica? Batista? Presbiteriana? Mórmon? Não! Para ser uma dessas igrejas, teria sido necessário pregar e converter pessoas à doutrina de uma delas. Era uma filiada da igreja de Jerusalém? Também não! Ninguém pregou a igreja de Jerusalém, embora todos tivessem saído de lá! A doutrina não era de Jerusalém, e sim do Senhor! Então, qual igreja era? Basta dizer que era a igreja do Senhor (pois, pertence a ele!) que se reunia na cidade de Antioquia (veja Romanos 16:1; 1 Coríntios 1:2; 1 Tessalonicenses 1:1; etc.).

    E como foram chamados os membros desta igreja? Católicos? Batistas? Presbiterianos? Mórmons? Também não! “Em Antioquia, foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos” (Atos 11:26). Sendo pessoas que ouviram a palavra do Senhor Jesus Cristo, se converteram ao Senhor Jesus Cristo, permaneceram no Senhor Jesus Cristo, e se uniram ao Senhor Jesus Cristo, faz perfeito sentido eles terem sido chamados pelo título dele – “cristãos”. Estes não conheceram nenhuma doutrina humana para que fossem chamados por nomes e métodos humanos. Estes seguiram e serviram a Cristo.

    É possível ter uma igreja igual à de Antioquia hoje?

    O problema não se resolve em ter uma igreja igual à de Antioquia, mas em ser uma igual. Afirmamos que isto não é somente possível, mas é essencial, pois sendo qualquer outra coisa traz a condenação de Deus (veja 2 João 9-11)! Como conseguiremos isto? A resposta é simples – faremos da mesma forma que os irmãos no primeiro século o fizeram. Deixemos de procurar igrejas e filiações com denominações e doutrinas humanas, procurando em vez disso o Senhor através da palavra dele! Ao ouvir o simples evangelho, pessoas honestas se converterão, permanecerão firmes, e se unirão ao Senhor. Quando se reunirem em um só lugar para adorar o Senhor juntas, mesmo se forem só duas ou três pessoas, já serão uma igreja (veja Mateus 18:20).
    Qual igreja serão? A igreja edificada pelo Senhor, ele mesmo sendo a cabeça.

    De qual igreja você é?

  16. O ARREBATAMENTO

    Há, porém, opiniões divergentes quanto a como e quando ocorrerá o arrebatamento.

    Alguns crêem que será um arrebatamento secreto, com o simples desaparecimento dos que forem levados.

    Outros crêem que hoje em dia Cristo aparecerá visivelmente e erguerá os “santos” em corpos visíveis à vista do mundo.

    Alguns hoje em dia crêem que o arrebatamento ocorrerá após os sinais e a “grande tribulação” mencionada na Bíblia em Mateus, capítulo 24. Porém poucos sabem ou fazem questão de não saber se tudo isso já aconteceu ou não.

    Sabemos pela própria Biblia que tudo ja aconteceu, inclusive sua Segunda Volta assim como tudo que esta em apocalipse.

    Difícil de diluir esta idéia não?

    Mas com certeza a pessoa que não tenha preguiça ou comodidade de ler a Biblia encontrará esta mesma afirmação acima de que REALMENTE tudo JA ACONTECEU, inclusive toda pregação do evangelho e a grande tribulação.

    Contudo isso nos leva a perguntar.
    “Porque não há nada registrado de que alguém viu o arrebatamento nequele tempo?”

    Muito bem, a idéia mais popular, contudo, é a de que haveria duas vindas de Cristo distintas (ou dois estágios de sua vinda): Primeiro, ao ar, para coletar a si crentes antes do início duma tribulação de sete anos; e segundo, à terra, para estabelecer seu reino e começar seu reinado milenar no fim daquela tribulação.

    Ensina a Bíblia que todos os cristãos verdadeiros serião arrebatados ao céu? Serião levados deixando atrás o restante da humanidade para enfrentar calamidades?

    Essa crença se baseava em 1 Tessalonicenses 4:16, 17, onde se encontra a palavra “arrebatados”.

    Lemos:

    “O próprio Senhor descerá do céu com uma chamada dominante, com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus, e os que estão mortos em união com Cristo se levantarão primeiro. Depois nós, os viventes, que sobrevivermos, seremos juntamente com eles arrebatados em nuvens, para encontrar o Senhor no ar; e assim estaremos sempre com o Senhor.”

    Lembramos que Paulo fazia parte deste grupo de Cristãos no qual ele mesmo tinha a mesma esperança quando disse “nós”.
    É claro que assim como os outros cristãos Paulo também sabia que o tempo estava PROXIMO.

    Os que acreditam no arrebatamento dão a seguinte interpretação literal a essa passagem:

    Cristo virá de novo à terra. Os “santos” mortos serão ressuscitados e os “santos” vivos serão levados, ou arrebatados. Tendo recebido novos corpos imortais, erguer-se-ão e se juntarão a Cristo no ar, e ele os levará ao céu.

    Contudo essa crença, está ligada à segunda volta de Jesus Cristo. Mas, qual mostra a Bíblia esta segunda volta já ter ocorrido a mais de 2000 anos atraz. Então qual deveria ser o propósito da volta de Cristo?

    A própria Bíblia não indica que haveria um retorno literal, corporal, de Cristo à terra na qual muitos que ainda se apoiam em livros, marketing que só enchem bolso de pessoas que muitas vezes sabem o que estão fazendo mas preferem o dinheiro.

    Em vez disso a propria Biblia mostra que Ele retornaria no sentido de VOLTAR A SUA ATENÇAO A TERRA, as pessoas para realizar PROPOSITOS definidos concernentes à humanidade.

    A descida de Cristo, conforme mencionada em 1 Tessalonicenses 4:16, é no mesmo sentido em que as Escrituras falam de Deus descer à terra.

    Por exemplo, a Bíblia diz sobre Deus:
    “Ele passou a curvar os céus para baixo e a descer; e havia densas trevas debaixo dos seus pés.”

    (2 Samuel 22:10) “Eis que Jeová está saindo do seu lugar, e ele certamente descerá e pisará os altos da terra.” (Miquéias 1:3) Que significam essas palavras em si?

    Não que Deus deixará seu lugar no céu, mas que voltará sua ATENÇAO a assuntos na terra, assim fica mais faacil de entender o drama de apocalipse.

    Do mesma maneira que, quando Cristo voltaria sua ATENÇAO à terra Ele ressuscitaria os que DORMIAM na morte e que se juntariam a Ele no GOVERNO CELESTIAL. (1 Tessalonicenses 4:14, 15; Revelação [Apocalipse] 20:6)

    Eles, como Jesus, seriam levantados invisivelmente para se juntarem a ele no domínio espiritual. Assim, “os que estão mortos em união com Cristo se levantarão primeiro”.
    Não é de se espantar que os grandes efeitos especiais, sonoros não tenham realmente acontecido como descrito nestas passagens. Realmente elas aconteceram aonde todos os viram até mesmo os que o transpassaram. Mas daí, os cristãos ungidos ainda vivos na terra seriam, ao completar sua carreira terrestre, “arrebatados em nuvens [ressuscitados quais invisíveis filhos espirituais de Deus], para encontrar o [invisível] Senhor no ar”. Assim, “depois”, conforme mencionado em 1 Tessalonicenses 4:17, significa que esses fiéis que então morreriam teriam também uma ressurreição em espírito. — 1 Coríntios 15:51-53.

    Muito mais, porém, foi realizado no no retorno de Cristo. Instalado Rei no reino celestial de Deus, ele primeiro expulsou Satanás do céu e o confina às vizinhanças da terra. A partir desse trono celestial Jesus voltou sua atenção à terra para inspeção e julgamento. As nações foram ‘ajuntadas diante dEle’, e as pessoas foram separadas como “ovelhas” são dos “cabritos”. — Mateus 25:31-33; Apocalipse 12:7-12.

    Essa separação feita por Jesus se baseava na atitude que os indivíduos tinham para com os “irmãos” de Cristo, os cristãos ungidos, os ‘viventes, que sobreviveram’ na época de seu retorno. Os “irmãos” de Jesus receberam a tarefa de pregar as “boas novas do reino” e de ‘fazer discípulos de pessoas de todas as nações’. (Colossenses, Mateus 25:34-45; 24:14; 28:19, 20)

    Os separados quais “ovelhas”, na ilustração das ‘ovelhas e dos cabritos’, de Jesus, juntaram-se aos “irmãos” de Cristo na proclamação do reino de Deus. Mas não alimentaram qualquer esperança de alguma espécie de arrebatamento, ou de uma ressurreição celestial para ‘estar com o Senhor’.

    Em vez disso, tinham a esperança de atravessar a “grande tribulação” daquela EPOCA e de viver para sempre em condições paradísicas na terra.
    Em conexão com esse domínio terrestre do reino, o Rei Jesus Cristo lhes estendeu o convite: “Vinde, vós os que tendes sido abençoados por meu Pai, herdai o reino preparado para vós desde a fundação do mundo.” — Mateus 25:34, 46; Revelação 7:9, 10, 14.

    Por mais que tentamos trazer este arrebatamento para o dia de hoje ou futuro, estamos negando categoricamente o que a própria Biblia nos diz.

    Pessoas realmente fieis a Cristo morrem todos os dias, e com certeza estão entrando neste Reino de Deus, no qual é Celestial, não vemos e não veremos até entrarmos nele.

    Que Deus abençoe a todos.

  17. GRAÇA E PAZ,amado do Senhor Jesus Cristo.
    Ainda sou algo novo no estudo da escatologia bíblica,portanto coloquei esse texto acima rsrs de facto,creio que grande parte da profecia biblica se cumpriu ainda no primeiro século…a batalha do armageddon seria uma visão espiritual do julgamento de israel,que crucificou o Messias,a besta seria uma visão de Nero cesar,a babilonia novamente a israel apostata,e practicamente todo o livro do apocalipse seria assim interpretado,como o irmao disse e bem pela audiencia que seriam os cristaos contemporaneos de joao.é certo que o irmão também deve ter conhecimento dos dias terriveis daquela geraçao e como tal, joao escreveria o livro do apocalipse carragado de simbolismo por causa das autoridades inimigas.tirei esta definiçao de um artigo:
    APOCALIPSE – o último livro da bíblia que contém revelações dos eventos dos últimos dias.
    O livro de Apocalipse difere dos outros livros do NT, não em doutrina mas em gênero literário e assunto. É um livro de profecia (1:3; 22:7, 18-19) que contém tanto avisos como consolo – avisos do julgamento e das bençãos futuras – mostradas por meio de símbolos e visões.
    A linguagem e as imagens não eram tão estranhas para os leitores do século 1 como são hoje em dia. No entanto, a familiariedade com os livros do VT, especialmente os livros de Daniel e Ezequiel, ajudarão o leitor a entender a mensagem do Apocalipse.
    Enquanto o modo simbólico e visionário cria uma ambigüidade e uma frustração para muitos, ela de fato mostra uma descrição de uma realidade nunca dantes vista, uma clareza inatingível por outro meio. Tal linguagem pode acionar muitas idéias, associações involvimentos existenciais e respostas místicas que uma prosa direta encontrada na maioria do NT não pode alcançar.

    Em relação a esse assunto,peço ao irmao que analise o texto acima.

    Em relaçao a igreja,eu creio que a igreja é estabelecida por Deus (mat16.16-18,ef 3.10,ef4.11-12), apesar de cada crente ser responsavel pelas suas acçoes e ate acreditar que exista muita gente genuinamente salva,sem estar na igreja.(jo1.12,jo3.16,jo14.6,ef2.8-9,marc16.16,1cor12.3).Repare que todos os versos de cima falam de um crescimento espiritual sustentado pela igreja.Certo que sim :) minha noção de igreja não é um “templo”,mas sim:”todas as pessoas que professam o Senhor jesus Cristo como Único e suficiente Salvador,que congregam (act2.42,hb10.35) e crescem em união a todos atingirem a estatura completa de Cristo (ef4.13).sou obrigado a concordar que apenas uma minoria se pode considerar legítima igreja de Jesus,obrigando na maioria das vezes o povo gentio a viver como judeu(gal2.14)e debaixo de um jugo insuportavel(act15.1,5,11),carregado de ordenanças carnais (heb9.8-10,cl2.20-23) e fazendo o povo de Deus viver debaixo do “tacão”,quando Jesus falou solenemente sobre o seu jugo suave(mt11.28-29),libertador (jo8.36rom8.2,cl1.13))e cheio de vida (jo10.10,rom5.17cl1.13).Paulo alertou que toda a igreja que se coloca debaixo da lei,está sob anátema (gal3.10).Mas o foco da questão não está aí…falei nisso para de facto ter em ponto de acordo com o irmão que muito do que se diz igreja na verdade,não tem os sinais da genuina igreja.No entanto,tambem penso que haverá uma minoria.Sou da opinião que toda a igreja defensora da Graça de Deus (act20.32) e de conceitos tais como a predestinação,a salvação somente por fé e cujos lideres sejam pessoas cristãs integras, sem o minimo de falha ou mentira,sejam de facto igrejas biblicas.Repito:trata-se de uma familia de Deus,vamos assim dizer, e nao de um templo.De momento, creio na visão da igreja Evangélica Cristo Vive, mas algumas igrejas tradicionais como a Igreja Prebesteriana,todas as igrejas baseadas nas doutrinas da Reforma Protestante Genuína(Agostinho,Calvino,Lutero,joão Knox,Spurgeon) e porque não,a igreja REINA do bispo Hermes fernandes,serão boas igrejas no fortalecimento da fé evangélica.Para terminar quanto a nossa missão, de facto a grande comissão se cumpriu nos dias posteriores a Cristo,conforme mateus 24.14,mas note que todas as Nações receberam um testemunho da fé, mas não foram discipuladas.mat 28.18-20.A meu ver,é esta a missão:temos de revelar ao mundo a fé salvifíca de Jesus,a derrota de satanas e deste sistema mundano que ainda cambaleia contra o Senhor que o julgou, e assim levar todas as areas cativas ao senhorio de jesus(1 cor15.24-28),nos tais mil anos de paz e alegria relatados em apoclipse 20 e em grande aprte dos livros profeticos do AT,conforme estao no primeiro post que coloquei.Creio que estamos,de facto,vivendo neste tempo mas ainda é bem provavel que a igreja esteja no seu estado embrionario ou primitivo, e nao no “final dos tempo”.lembre a parabola do grao de mostarda em mateus 13.31 e 32, crescimento moroso mas poderoso…e repare que na parabola do trigo e do joio no mesmo capitulo,fala de joio no meio do trigo (ou seja,filhos do diabo no meio de filhos de Deus e nao filhos de Deus vivendo como pregrinos nesta terra).para acabar,queria lhe deixar com esta passagem:8Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente(ou seja,daqueles dias) não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós. 19A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus.
    ;)
    fique na paz do Senhor Jesus

  18. ah..esqueci.segundo a biblia, a segunda vinda nao sera iminente e muito menos tao proxima quanto isso :D ..fala “de bençaos por milhares de gerações”e de um reino de paz e justiça antes(apocalipse 20).é bem provavel que a igreja ainda esteja no seu começo ;-) …lembre-se amado:Ele morreu com objectivo de reconciliar o mundo com o Criador,não se contentará com nada menos do que isso ;-) (mundo=grande parte da populaçao.A biblia fala de joio,filhos do maligno(1 jo3.8),filhos da noite e das trevas (1 ts5.5).Assim sendo,existira sempre uma minoria,apesar de ser vencida e com ao longo do tempo,reduzida a proporçoes minimas bem como o pecado,de pessoas que nao receberam o Reino de Deus.

    aguardo sua resposta e adorava debater mais deste assunto com o sr,
    graça e paz

  19. */que ao longo do tempo,será…

  20. (FALANDO MAIS UM POUCO SOBRE O APOCALIPSE, CAPITULOS FINAIS DO LIVRO)

    Olá André.

    Que bom que tem lido estes textos, fico feliz que possamos abrir nossas mentes e pensamentos com relação as coisas Do Reino de Deus.

    Contudo li o que colocou, achei muito interessante principalmente a opinião teológica do nosso amigo “Kenneth L. Gentry, Jr.”.

    Porém como sempre temos uma barreria entre teologia de hoje e fatos de 2000 anos atrás. Um destes graves problemas é que quando os Paulo escreveu suas epistolas dentre outros também que faziam parte da evangelização, escreviam para pessoas que praticamente não tinham um grau de conhecimento ou didático como temos hoje.

    Hoje em dia é muito mais fácil um teologo ou filosofo convenser um incauto de que o que ele fala é verdade por se dizer TEOLOGO ou DOUTOR de assuntos biblicos e historicos, porém contudo lembramos que a propria Biblia nos alerta sobre isso, já naquele tempo, e porque? Porque eles sabiam que os “teólogos e filosofos” da época poderia facilmente convense-los de seguir outra doutrina, não porque eles eram mais inteligente do que os humildes que recebia a mensagem do evangelho, mas sim por terem um DIPLOMA.Quem iria debater com um cidadão desses?

    Até hoje em nossos dias, é dificil de contendar ou debater ou até mesmo expor nossa opnião sobre estes assuntos, pois logo fazem questão de EXPOR o CHAGÃO: “Sou Formado em Teologia, e você é o que?”

    Com certeza enfiariamos o rabinho entre as pernas e saiamos de mansinho, rsss.

    Por isso por mais que “teologos, doutores ou proximo disso” não nos convence, e por dois motivos:

    1) Se os ensinamento dos EVANGELISTAS(discipulos, apostolos) daquela epoca era tão simples que todos entenderam, porque nós hoje não podemos entender da mesma maneira?

    2) Hoje os teólogos movidos por interesses pessoais ou políticos de vão filosofia capitalista e egoista, colocaram todo este conteudo suave e simples dentro de uma embalagem de Traja PRETA. Na qual só com prescrição médica(teologia) nos podemos ter acesso.

    Faça esta pergunta a si mesmo.

    Claro que as pessoas que são teologos numa minoria são muito inteligente e de conteúdo bom, porém nós devemos atentar na mesma simplicidade e avides que os primeiros cristãos receberam o evangelho, sem teologia e filosofia. Outra coisa é que os graficos, pesos e medidas daepoca não são como antes, contudo temos muitas ferramentas de glossario a nossa disposição.

    Mas amigo, eu quero aqui um pouco falar sobre assunto teológico antes de adentro do outro assunto, falar um pouco do cuidado que devemos ter com o que lemos a respeito disso, porque de um bom tempo atraz até nos dias de hoje houve um verdadeiro BOOOM de seminários teológicos entre as igrejas pentecostais.

    Alguns desses seminários ostentam um corpo de docentes com vastos títulos em seus respectivos currículos.

    Professores que se apresentam como mestres, doutores e até cientistas da religião. Diante desse quadro surge uma pergunta:

    cadê a produção teológica desses professores?

    É engraçado alguém afirmar que é doutor em teologia, mas nunca defendeu uma dissertação ou tese.

    O pior ainda são aqueles que fazem doutorado por correspondência, uma verdadeira palhaçada nos dias de hoje. Pessoas que nunca escrevem um livro voltado para a vida acadêmica, como se esse tipo de literatura não fosse importante.

    Muitas apostilas de seminários espalhados nesse país, simplesmente são um “cola e copia” de algumas “teologias sistemáticas” ou de traduções de interesses.

    Algumas são verdadeiros plágios, o que se constitui crime. Existem aqueles professores que auto-intitulam como teólogos, mas que nunca produziram teologia, pois só copiam, copiam e copiam.

    Escolas fantasiosas, máquinas de fazer dinheiro diante de incautos interessados no estudo teológico. Cadê o pensamento desses professores? Não quer dizer que um bom teólogo é aquele que inventa novas verdades, pois para esses a melhor definição seria de herege, mas um teólogo mostrar produção, e de qualidade.

    Você certamente já ouviu dezenas e centenas de pregadores e teologos citando que na Bíblia encontramos 365 vezes a expressão “não temas”! Até aí tudo bem, mas percebo que muitos estão simplesmente querendo mostrar que detêm um conhecimento novo e interessante, beirando ao ridículo por diversas vezes, pois em tudo querem ser detalhistas e com detalhes desnecessários para uma boa pregação.

    A necessidade de criar uma boa imagem leva as pessoas a esse tipo de atitude, que em nada edifica, mas leva somente para um orgulho do nada.

    Já vi vários professores, uns arrogantes e outros humildes. Entre os arrogantes e humildes percebi uma diferença interessante:

    os mais orgulhosos eram estudiosos, mas os humildes eram mais estudiosos dos que os outros. O problema nunca é o conhecimento, e sim o pouco conhecimento na cabeça daquele que se acha “o sábio”.

    Quem muito estuda (verdadeiramente estuda), só pode chegar à conclusão que nada sabe! Lembremos de Sócrates, que diante de proclamação de Delfos, dizendo ser ele o homem mais sábio da Grécia, Sócrates respondeu a delicadeza dizendo: “Só sei, que nada sei”.

    O verdadeiro intelectual cristão é um erudito.

    Homem espiritual e que ama o Reino de Deus.
    O intelectual verdadeiramente cristão cumpre a Grande Comissão, pois ensina todas as nações o Evangelho de Jesus Cristo nestes dias, poreém quem revela?.

    Ora, ensino é tão importante quanto a evangelização. Ganhe um indivíduo e não o ensine; logo, logo, o mesmo estará adorando um falso deus, abraçando uma falsa doutrina e engolindo tudo que oferecem. O fim dele será um falso céu. Portando, devemos valorizar os ensinadores como naquele tempo, sem doutores,( filosofos, teologos,) sem eles o Reino de Deus não chega aos incautos!

    Sabemos que a “Filosofia” e “teologia” são duas palavras gregas, que foi Platão quem inventou a palavra “teologia” na República quando ele se perguntou a partir de qual modelo produzir um discurso sobre os deuses, então o ato teológico nasceu dentro de um mundo filosófico. Mas, quando a tradição cristã encontra a cultura grega, ela rejeita no início a palavra “teologia” porque ela inclui as crenças e os discursos dos pagaõs.

    Para os primeiros pensadores cristãos, o Cristo cumpre o desejo de sabedoria e de verdade dos gregos. Com Justino, Orígenes e Agostinho, “a verdadeira filosofia, é o cristianismo”

    Pois bem querido irmão, vamos agora voltar no assunto que comentou logo acima.
    Vou tentar expor aqui alguns assuntos dentro que você mesmo postou, ou seja copiarei e colarei abaixo seu texto e minha opnião com esta sinal no meu texto , rss espero que entenda isso é coisa de programador, rsss.

    Pois bem uma coisa que precisamos ter em mente quando lemos a biblia especificamente o novo testamento é que ele foi reunido ou escrito em tempo-em-tempo naquele tempo pois a cronologia Bíblica é quase toda incerta, aliás, toda a cronologia antiga. As datas eram contadas tomando-se por base eventos importantes da época, e isso dentro de cada povo. Não havia, é óbvio, uma base geral para cômputo do tempo.

    Quanto à Bíblia, seus escritores não tinham preocupação com datas. Apenas registravam os fatos. As datas, quando mencionadas, tinham por base eventos particulares, como construção de cidades, coroação de reis, etc.

    As descobertas arqueológicas e o estudo mourejante de dedicados eruditos no assunto, vêm melhorando e precisando a cronologia em geral, inclusive a bíblica.

    Contudo isso nos deixa mais certo de que tudo que se falava, tudo que se escrevia as cartas dos apostolos era realemtne par aum espaço curto de tempo.

    POrem agora vou falar um pouqinhos dos ultimos capitulos do livro de apocalipse que apontaria para futuro da igreja a partir daquele mmento.

    Vamos começar pelo Capitulo 20 de apocalipse quando Jesus Vence o Dragão (Apocalipse 20:1-10)

    Bom falando um pouco da meretriz e as duas bestas já caíram. Agora, falta somente a derrota de Satanás para completar a vitória do Cordeiro. Desde o capítulo 12, temos aguardado a vitória prometida sobre “o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás”.

    Este trecho é, sem dúvida, um dos mais polêmicos do livro. Tem sido usado como parte integral de várias doutrinas especulativas, especialmente as diversas formas de milenarismo. Os pré-milenaristas, que ensinam que Jesus reinará na Terra durante 1.000 anos, dependem muito deste texto. Será que acham aqui as provas necessárias para defender sua teoria? Vamos ver…

    Os Mil Anos (20:1-6)

    20:1 – Então, vi descer do céu um anjo; tinha na mão a chave do abismo e uma grande corrente.

    Então, vi descer do céu um anjo: Ele vem com a autoridade de Deus (cf. 10:1; 18:1).

    20:2 – Ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás, e o prendeu por mil anos

    Ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás: A mesma descrição do diabo dada em 12:9. Mas aqui, o anjo do céu segura o dragão. Ele está sob o domínio deste servo do Senhor.

    E o prendeu por mil anos: Claramente uma das frases mais polêmicas do livro. Devemos entender esta expressão como totalmente literal, parcialmente literal ou totalmente simbólica? Consideremos estas três abordagens:

    1) Totalmente literal: um período de tempo de mil anos. Há diversas interpretações que dependem de uma explicação literal dos 1.000 anos aqui. Se não achar o milênio aqui, não terá nenhuma base bíblica para defender doutrinas milenaristas. Além de não respeitar os limites de tempo citados várias vezes no livro do Apocalipse (1:1,3; 22:6,7,10,12), as teorias milenaristas dependem de muitas interpretações forçadas e contraditórias em diversos textos bíblicos. A interpretação literal normalmente coloca os 1.000 anos como um período literal futuro.

    2) Parcialmente literal: um período de tempo longo (anos literalmente representam tempo), mas não necessariamente de mil anos. Conforme estas interpretações, vários comentaristas acreditam que os 1.000 anos representam um período de relativa segurança, começando pouco depois de João escrever o Apocalipse e continuando até algum momento pouco antes da segunda vinda de Jesus.
    Esta interpretação normalmente diz que estamos atualmente no milênio, mas que ainda haverá um período curto em que Satanás terá maiores poderes. Entre os problemas enfrentados com esta interpretação é a questão de sinais antes da segunda vinda de Jesus. Se Satanás será liberado para agir com mais potência do que ele possui atualmente, estas obras dele serviriam como sinais precedendo a segunda vinda de Jesus. A Bíblia, porém, ensina que Jesus viria como ladrão (2 Pedro 3:10).

    3) Totalmente simbólica: a figura não fala de tempo, mas da sujeição total do diabo. Nesta interpretação, que me parece a mais coerente das opções, o ponto seria um contraste entre o domínio total que o anjo exerce sobre o diabo, e o poder muito limitado deste para afligir os santos. Descreveria a situação atual do diabo, dominado e incapaz de exercer o poder perseguidor como o fazia no Apocalipse, mas ainda vivo e com algum poder para nos afligir.

    Mil representa totalidade, não um número literal ou limitado. Considere alguns exemplos:

    ● Deus guarda a misericórdia em mil gerações (Êxodo 34:7; cf. Deuteronômio 7:9). Literal? Só até mil? Obviamente, não. O ponto é da fidelidade total do Senhor para com os seus filhos fiéis.

    ● Deus mandou a sua palavra para mil gerações (Salmo 105:8). Literal? Depois de mil gerações as outras podem desobedecer? Não, o ponto é que todas as gerações de Israel seriam obrigadas a guardar a lei.

    ● Um só homem, com a ajuda de Deus, perseguirá mil do inimigo (Josué 23:10). Literal? Não. Deus daria vitória total sobre os adversários.

    ● Em Jerusalém restaurada, o menor cresceria para ser mil (Isaías 60:22). Literal? Não. Uma bênção completa.

    20:3 – lançou-o no abismo, fechou-o e pôs selo sobre ele, para que não mais enganasse as nações até se completarem os mil anos. Depois disto, é necessário que ele seja solto pouco tempo.

    Lançou-o no abismo, fechou-o e pôs selo sobre ele, para que não mais enganasse as nações até completarem os mil anos: Diante dos exemplos acima, devemos insistir em interpretar os mil anos do Apocalipse como um período literal de tempo? Acredito que não. 144.000 homens judeus e virgens não representam um número literal, nem representam homens, judeus ou virgens (cf. os comentários sobre capítulos 7 e 14, nas lições 15 e 24). Da mesma maneira, podemos entender que esta figura de mil anos não representa, necessariamente, um número literal de mil, nem um período de tempo.

    Depois disto, é necessário que ele seja solto pouco tempo: A ênfase da figura está no contraste entre mil anos de prisão e pouco tempo de liberdade. O domínio do Senhor é total. O poder do diabo é extremamente limitado. Este versículo admite que o diabo não deixou de agir na época da igreja primitiva. Ele foi derrotado na cruz; o destino dele foi selado. Mas, Deus deixou que Satanás agisse, dentro de limites definidos pelo Senhor, até que ele foi, finalmente, lançado no lago de fogo (20:10).

    Devemos fazer uma aplicação prática aqui. Jesus venceu o diabo e seus servos na cruz (Hebreus 2:14-15; Colossenses 2:15; 1 João 3:8; cf. Lucas 10:18; Mateus 12:28-29). Mas, Deus deixa Satanás agir, dentro de certos limites naqueles dias. Não devemos nos enganar, achando que o diabo noas assombra. Ele agia, procurando destruir com o pecado. Mas o poder dele éra menor do que o poder que Deus. O Pai lhes deu condições de resistir e vencer, os ataques do inimigo (Tiago 4:7; 1 Pedro 5:8-9; 1 Coríntios 10:12-13).

    20:4 – Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos.

    Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos: Quem, então, são as pessoas nestes tronos? Observemos algumas ligações no próprio livro. Aos vencedores, foi prometida autoridade sobre as nações (2:26). Na vitória da sétima trombeta, Cristo recebeu o reino, as nações se enfureceram, os mortos foram julgados, e o galardão foi dado aos santos (11:15-18). A mesma idéia aparece em Daniel 7. O Filho do Homem recebe o domínio (7:13-14), os reis se levantam contra os santos (7:17), mas “os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade” (7:18). O chifre insolente “fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles, até que veio o Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo, e veio o tempo em que os santos possuíram o reino” (7:21-22). “O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno” (7:27). Por isso frizamos que os que estão aqui vivendo em ESPIRITO E EM VERDADES, são intocaveis. estão acima de qualquer doenca, morte, etc..veja o proprio texto diz..”foi prometida autoridade sobre as nações (2:26)” que nação? do ceu? claro que não não ha nacao no reino de Deus..por nos vivermos aqui dentre naçøes, temos poder, nada nos aflingira…

    Chegou o momento desta vitória no Apocalipse. A meretriz foi julgada. As duas bestas, incluindo o rei insolente, foram julgadas. A vitória pertence a Cristo e aos seus servos, que recebem o reino eterno. A comparação com Daniel 7:18 e 27 ajuda a entender que o reinado dos santos não se limita a um período de mil anos.

    Parece que estes abençoados se dividem em dois grupos. Alguns comentaristas sugerem que os grupos são:
    1) aqueles que morreram como mártires, e
    2) outros santos que não adoraram a besta.

    Outros sugerem uma distinção diferente, entre
    1) os que ainda estavam vivos (aqueles aos quais foi dada autoridade) e
    2) os santos mortos (as almas dos decapitados).

    Em qualquer dos casos, o contraste maior fica entre estes servos fiéis, que reinam com o Senhor, e os ímpios, que adoravam a besta e sofrem as conseqüências (cf. 14:9-12). Esta diferença se torna especialmente evidente na comparação do reinado dos santos (mil anos – 20:4) com o dos reis da terra que se subordinaram à besta (uma hora – 17:12).

    Alguns exemplos do Velho Testamento ajudarão aqui. Ezequiel usou, simbolicamente, a idéia de uma ressurreição para mostrar a vitória que seria dada aos judeus depois do cativeiro na Babliônia. Deus profetizou sobre a volta do povo do cativeiro, e usou a visão dos ossos secos para mostrar a possibilidade desta “ressurreição” de uma nação quase morta (Ezequiel 36 e 37). Isaías usa, também, a figura de uma ressurreição para mostrar o livramento dado ao povo oprimido quando Deus traz o castigo contra os opressores (Isaías 26:19-21).

    20:5 – Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição.

    Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos: Os que morreram no Senhor foram abençoados no versículo 4. Os outros mortos – aqueles que adoraram a besta e receberam a marca dela – são explicitamente excluídos destas bênçãos. Os mil anos de domínio são dos santos fiéis, não dos ímpios.

    Esta é a primeira ressurreição: A única ressurreição já mencionada neste texto foi aquela do versículo 4 – viveram (ressuscitaram) e reinaram. Por que primeira? Se fosse a ressurreição literal na vinda de Cristo, seria uma só ressurreição de todos os mortos (João 5:28-29). Estas ressurreições fazem parte das imagens simbólicas do livro. A primeira é dos mártires, ou da causa dos mártires fiéis, na justa vingança de Deus contra a meretriz, as bestas e o dragão. A primeira ressurreição representa a vitória dos santos sobre os seus adversários, o livramento dos fiéis da opressão e sua restauração às bênçãos de Deus. A morte pelas mãos dos perseguidores não pode tirar esta bênção dos fiéis (14:13).

    20:6 – Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos.

    Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição: A quinta das sete bem-aventuranças no livro (cf. lição 3), esta frase reforça o sentido dos versículos 4 e 5. Os fiéis participam da ressurreição vitoriosa para reinar com Jesus. Aqueles que serviam à besta não podem participar deste reino e, assim, não têm parte na primeira ressurreição. Os abençoados aqui são, também, santos. Só podem ser, pois os imundos não reinam com Cristo (21:8; cf. 1 Coríntios 6:9-11; Hebreus 12:14). A participação da vitória e do reino do Cordeiro exige a santidade.

    Sobre esses a segunda morte não tem autoridade: A segunda morte sugere uma primeira. Na primeira, os homens podem não enxergar nenhuma diferença. Os ímpios morreram nas pragas do livro, mas os santos morreram pelas mãos da besta. Qual vantagem em servir a Cristo, se todos igualmente morrem? A diferença pode ser invisível aos homens, mas Deus claramente vê esta distinção e a revela aos fiéis. A diferença não está na primeira morte, está na segunda! Os fiéis não são atingidos pela segunda morte, identificada no final do capítulo como “o lago de fogo” (20:14).

    Pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos: A segunda morte, o lago de fogo, domina os ímpios e os servos da besta. Mas os servos do Senhor participam do domínio total de Cristo. A figura de mil anos aqui tem o mesmo significado das expressões “para todo o sempre, de eternidade em eternidade” (Daniel 7:18) e “o seu reino será reino eterno” (Daniel 7:27). O ponto não é de um tempo determinado, mas de um domínio absoluto. Como em outros trechos do Novo Testamento, esta figura junta a autoridade do rei com o papel do sacerdote. Sacerdotes reinam. No sistema do Velho Testamento, não foi possível um sacerdote (da tribo de Levi) reinar (pois os reis vieram de outras tribos, principalmente Davi e seus descendentes, que eram de Judá), nem um rei servir como sacerdote (Hebreus 7:11-14; 2 Crônicas 26:16-18). Este fato apresenta mais uma dificuldade para os pré-milenaristas, pois se Jesus, da tribo de Judá, “estivesse na terra, nem mesmo sacerdote seria” (Hebreus 8:4). Mas depois da morte de Jesus, ele nos fez um “sacerdócio real” (1 Pedro 2:9), não conforme um sistema terrestre, e sim, no reino celestial a qual fomos transportados (Colossenses 1:13). O sistema pré-milenarista erra nos seus conceitos da localização geográfica e histórica do reino de Cristo, e na sua noção sobre a natureza do reino. O reino espiritual de Cristo já existe, e já existia quando Pedro e Paulo escreveram suas cartas no primeiro século. Os fiéis são os sacerdotes que já reinam com Cristo.

    A Derrota Final de Satanás (20:7-10)

    20:7 – Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão

    Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão: Mantendo a figura de períodos de tempo, este versículo serve como um aviso importante. Tudo que já passou se encaixa no contexto histórico que João identificou no livro – coisas que iam acontecer em breve.

    20:8 – e sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar.

    E sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra: Diferente do poder normal do diabo como tentador, que os santos resistem pela fé (1 Pedro 5:8-9), ele teria ocasiões de pelejar contra os santos como perseguidor, usando o poder de governos humanos contra os santos.

    Gogue e Magogue: No Apocalipse, estes nomes aparecem somente aqui. O significado deles se torna evidente quando examinamos as outras passagens bíblicas que falam de Gogue ou Magogue. Este símbolo vem de Ezequiel 38 e 39. No capítulo 36, Deus prometeu a restauração de Israel. No capítulo 37, outras mensagens reforçaram esta promessa. De repente, no capítulo 38, Gogue de Magogue ajunta um exército das nações ímpias e invade Israel restaurada. Deus peleja contra Gogue e as nações, e os ímpios são destruídos e enterrados no capítulo 39. A comparação das nações citadas em Ezequiel 38:2-6,13 com as linhagens dos povos em Gênesis 10 mostrará que não são descendentes de Sem, o antepassado do povo santo. O uso destes nomes representa os povos ímpios que se levantam contra o reino do Senhor e contra seu povo escolhido. O resultado naquele contexto foi a derrota total de Gogue e seus aliados.

    A fim de reuni-las para a peleja: Ele faz aqui a mesma coisa que os espíritos imundos fizeram em 16:13-14. Aqueles exércitos foram derrotados (19:19-21). É a mesma coisa que Gogue fez em Ezequiel 38, mas eles, também, foram derrotados. Agora o diabo chama as nações para atacar o povo de Deus. Não poderá haver dúvida sobre o resultado!

    20:9 – Marcharam, então, pela superfície da terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; desceu, porém, fogo do céu e os consumiu.

    Marcharam, então, pela superfície da terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida: Os inimigos vêm contra o povo de Deus, representado pelo acampamento dos santos e a cidade querida – Jerusalém espiritual. Uma multidão de soldados das nações dos quatro cantos da terra vem contra os santos.

    Desceu, porém, fogo do céu e os consumiu: Como nas outras batalhas em Ezequiel 38-39; Salmo 2; Apocalipse 19, não há necessidade de uma apresentação dramática que destaca o poder do inimigo. Ele perde e perde totalmente, porque fogo do céu o consumiu.

    20:10 – O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos.

    O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre: Os versículos 7 a 9 mostram a o diabo contra os fiéis, mesmo depois da vitória dada aos santos que sofriam pela mão da besta romana. Mas mesmo este poder tem limites. O próprio diabo chegará ao fim, quando será lançado dentro do lago de fogo nos versos seguintes.

    Onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta: As duas bestas já foram lançadas no lago de fogo (19:20).

    E serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos: O lago de fogo não lhes traz aniquilação, e sim, tormento perpétuo. No próximo capítulo, descobriremos que as pessoas que não obedecem ao Senhor, também, serão lançadas neste lago. O castigo descrito aqui é de tormento perpétuo. Mesmo reconhecendo a linguagem simbólica do contexto, trechos como este nos ajudam a resistir o engano das doutrinas que ensinam que a morte espiritual seja apenas a destruição total ou aniquilação dos ímpios. A morte envolve uma separação. A morte física é a separação de espírito e corpo (Eclesiastes 12:7; Tiago 2:26), e a morte espiritual é a separação do homem e Deus (Isaías 59:1-2; Efésios 2:5,12). Esta morte pode ser temporária (Efésios 2:4-6,13) ou pode se tornar eterna (2 Tessalonicenses 1:8-9). Na linguagem de Jesus, o castigo dos condenados é de duração igual à vida dos salvos: castigo eterno e vida eterna (Mateus 25:46).

    João escreveu para consolar os santos perseguidos pelo governo romano e as forças que o apoiavam. Ele mostrou os poderes maus atrás desta perseguição, apresentando o dragão, as bestas e a meretriz. Mas depois das revelações, pragas e batalhas, os santos continuam reinando com Cristo, enquanto os inimigos sofrem no lago de fogo e enxofre. Deus é justo, e seus filhos fiéis são vencedores!

    Veja agora na sequencia a Cidade Santa, a Nova Jerusalem:

    A Nova Jerusalém (Apocalipse 21:1 – 22:5)

    A última visão do livro mostra o estado exaltado dos servos fiéis na gloriosa presença de Deus. Como nas cenas de julgamento nos capítulos anteriores e, considerando os limites de tempo do cumprimento no início e no fim do livro, acredito que esta cena descreve, no seu sentido primário, a vitória dos perseguidos daquela época, e a bênção de descansar na proteção divina. Mas, como a cena do julgamento diante do grande trono branco prefigura o julgamento final, esta cena da exaltação dos vencedores prefigura a glória eterna de todos os vencedores.

    A Chegada de Uma Nova Ordem (21:1-8)

    João continua descrevendo as suas visões, e obviamente continua usando linguagem simbólica. Ele não viu uma cidade literalmente vestida de noiva (21:2), mas viu mais uma cena que simboliza o estado vitorioso dos fiéis e a bênção da presença e proteção de Deus. Os contrastes, também, continuam. A Babilônia foi uma cidade terrestre que caiu; a nova Jerusalém é uma cidade celestial que nunca será destruída. A Babilônia foi vista como uma meretriz decadente vestida em roupas que representavam a sua impureza e carnalidade; a nova Jerusalém é uma noiva, vestida em roupas que demonstram a sua pureza e espiritualidade.

    Esta última visão do Apocalipse oferece conforto aos santos perseguidos pelo dragão e seus aliados. No sentido que mostra as bênçãos da comunhão com Deus, podemos fazer uma segunda aplicação à glória do céu, assim ilustrando a esperança dos discípulos fiéis. Em ver o galardão dado àqueles vencedores, achamos motivação para sermos contados entre os vencedores.

    21:1 – Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.

    Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram: A terra e o céu fugiram do trono do Senhor (20:11). Este símbolo mostra o efeito da justiça e da santidade de Deus em relação ao mundo e a ordem mundana de governos ímpios e rebeldes. A figura de sacudir, abalar ou destruir a terra e os corpos celestiais aparece várias vezes nas profecias bíblicas contra nações. Quando Isaías profetizou o castigo da Babilônia, ele disse que Deus ia “converter a terra em assolação” e que “as estrelas e constelações dos céus não darão a sua luz”. Acrescentou as palavras de Deus: “Portanto, farei estremecer os céus; e a terra será sacudida do seu lugar” (Isaías 13:9,10,13). Obviamente o mundo inteiro não foi destruído no cumprimento desta profecia, mas o mundo dos babilônicos chegou ao fim. O mesmo profeta falou do castigo de várias nações, e disse: “Eis que o Senhor vai devastar e desolar a terra, vai transtornar a sua superfície e lhe dispersar os moradores”; “A terra será de tudo quebrantada, ela totalmente se romperá, a terra violentamente se moverá….ela cairá e jamais se levantará. Naquele dia, o Senhor castigará, no céu, as hostes celestes, e os reis da terra, na terra” (Isaías 24:1,19-21). Alguns capítulos depois, falando novamente do castigo das nações, ele disse: “Todo o exército dos céus se dissolverá, e os céus se enrolarão como um pergaminho; todo o seu exército cairá, como cai a folha da vide e a folha da figueira” (Isaías 34:4). Pedro diz que o mundo da época de Noé “veio a perecer” (2 Pedro 3:6; cf. 2:5), não no sentido de uma destruição total do planeta, mas como maneira de mostrar que a ordem corrupta de sua época passou. As visões do Apocalipse 20:11 e 21:1 usam as mesmas figuras para descrever o castigo dos povos rebeldes.

    Se o passar do céu e a terra representa o fim da antiga ordem na qual o diabo e seus servos dominavam os fiéis e venciam os santos (11:7; 13:7,15; 17:17-18), o novo céu e nova terra representam a nova ordem em que Jesus e seus adoradores dominam hoje (11:15-19; 14:9-12; 20:4,6). É nesse sentido que Isaías relatou a promessa de Deus, olhando para Israel espiritual, o reino messiânico: “Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas” (Isaías 65:17; cf. 66:22). Os capítulos 21 e 22 do Apocalipse apresentam a igreja abençoada na comunhão com o Senhor – os vencedores no tabernáculo estendido por Deus.

    E o mar já não existe: Há duas explicações boas desta frase. A primeira liga o mar ao contexto imediato, sugerindo que ele pertence à mesma categoria do céu e terra que passam no mesmo versículo. Assim, seria o mesmo mar da sociedade humana de onde surgiu a besta (13:1). A segunda identifica o mar com o mar de vidro (4:6; 15:2). Nesta segunda interpretação, o mar representa a separação entre Deus e suas criaturas, e seria uma progressão de separação (4:6) à transição (15:2) à proximidade (21:1). Ambas as interpretações enfatizam a nova ordem de bênçãos para os fiéis depois do castigo dos ímpios.

    21:2 – Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.

    Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus: Os profetas do Antigo Testamento usaram a figura de uma nova e perfeita cidade para representar a bênção da comunhão com Deus depois de um período de sofrimento. Especificamente, falaram da igreja ou do reino do Messias que viria depois da purificação do cativeiro. Este tema é especialmente forte em livros como Ezequiel (capítulos 40-48) e Isaías (capítulos 60-66; especialmente 65:18-19). Paulo desenvolveu o mesmo tema quando falou de Jerusalém livre, que vem de cima (Gálatas 4:26-31). O autor de Hebreus, também, viu a cidade celestial como a igreja já existente no primeiro século: “Mas tendes chegado ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial…igreja dos primogênitos” (Hebreus 12:22-23). A mesma linguagem aqui no Apocalipse descreve a igreja do Senhor. Nada no texto aqui limita essas bênçãos ao futuro (a igreja no céu). Podemos entender a nova Jerusalém como a igreja (pessoas) já abençoada aqui na terra e, desta maneira, a interpretação deste trecho se ajusta ao contexto histórico do livro.

    Ataviada como noiva adornada para o seu esposo: A mesma figura que encontramos em 19:7-8 (cf. os comentários na lição 30 e as citações em Efésios 5:25-27 e 2 Coríntios 11:2). Isaías descreveu as bênçãos da salvação em Cristo “como noiva que se enfeita com as suas jóias” (61:11).

    21:3 – Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.

    Então, ouvi grande voz vinda do trono: Esta declaração – seja da grande voz de Jesus (1:10), ou de um anjo (5:2; 7:2; etc.), de um dos quatro seres viventes (6:1), ou do próprio Pai (21:5) – vem de Deus. A linguagem vem diretamente de promessas do Velho Testamento sobre a restauração de Israel espiritual pelo Messias.

    Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles(pessoas). Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles: As Escrituras estão repletas de frases como estas, descrevendo a comunhão entre Deus e os santos. Deus queria uma relação desta qualidade no Velho Testamento: “E habitarei no meio dos filhos de Israel e serei o seu Deus” (Êxodo 29:45). Jerusalém, o lugar escolhido por Deus para a edificação do templo, passou a representar a habitação de Deus no meio do povo (2 Crônicas 6:2; Esdras 1:3). Mas, o povo rompeu os laços de comunhão, repetidamente, pelo pecado (Ezequiel 10:18-19; 11:22-23; Isaías 59:2). Os profetas falaram das bênçãos guardadas para o povo restaurado. Deus disse: “O meu tabernáculo estará com eles; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo” (Ezequiel 37:27; cf. 37:23,28; Zacarias 2:10-11; 8:8; Jeremias 30:21-22; 31:33). Jesus veio para fazer o seu tabernáculo entre os homens (João 1:14), e a comunhão se tornou possível pelo sangue dele (Efésios 2:11-18), e pela purificação do povo arrependido (2 Coríntios 6:14-18; cf. Jeremias 24:7).

    21:4 – E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.

    A linguagem deste versículo, quando lida isoladamente, parece descrever o céu. Certamente esperamos uma circunstância desta qualidade no céu. Mas a aplicação primária, ainda, deve ser feita à condição abençoada da igreja desde a época de João. Esta interpretação é apoiada pelas passagens proféticas que usaram a mesma linguagem para apontarem o reino messiânico.

    E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram: O livramento do povo da opressão foi descrita num cântico por Isaías: “Tragará a morte para sempre, e, assim, enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos…” (Isaías 25:8; cf. 30:19; 35:10). A volta do cativeiro traria alegria, expulsando a tristeza do meio do povo (Isaías 51:11). As boas-novas da salvação no Ungido ia “consolar todos os que choram” (Isaías 61:2). Esta alegria se tornaria característica dos novos céus e nova terra (Isaías 65:19-20).

    21:5 – E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.

    E aquele que está assentado no trono disse: É Deus quem fala, e Deus que cumpre as promessas aos fiéis. Podemos confiar na fiel e verdadeira palavra do Senhor.

    Eis que faço novas todas as coisas: A libertação do povo do domínio da Babilônia foi descrita como uma renovação (Isaías 43:18-19). Num sentido espiritual, Deus prometeu fazer as novas coisas por meio do seu Servo (Isaías 42:9). Recebemos esta bênção em Cristo: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Coríntios 5:17). Nada pode atingir os Verdadeiros Cristãos nos dias de Hoje. Ja esta consumado. Se algo atinge os Cristãos hoje, é pq algo esta errado com o suposto cristão em sua fé, Deus não tem nada Haver com isso.

    E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras: Deus salientou a importância desta promessa da renovação, relembrando João de sua responsabilidade de escrever as palavras ouvidas. São verdadeiras.

    21:6 – Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida.

    Disse-me ainda: Tudo está feito: Deus sempre cumpre as suas promessas, e anuncia a obra completa com estas palavras.

    Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim: Deus se apresentou como “o Alfa e Ômega” no início do livro (1:8) e Jesus se declarou “o primeiro e o último” (1:17; 2:8). Estas expressões mostram, não somente a eternidade de Deus, mas a sua capacidade de cumprir a sua palavra, de terminar o que começa. Ele garante o resultado para o conforto dos santos.

    Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida: O conforto ou alívio toma a forma de água para o sedento. QUEM TOMA POSSE DESTA BENCAO?

    Deus é quem dá água aos aflitos (Isaías 41:17-20). O Servo que restauraria Israel, seria seu Pastor e conduziria o povo “aos mananciais das águas” (Isaías 49:8-10). Deus oferece as águas na Nova Aliança (Isaías 55:1-3). Depois de julgar os inimigos do seu povo, nos dias das bênçãos do evangelho, sairia “uma fonte da Casa do Senhor” (Joel 3:18; cf. 2:28; 3:1; Atos 2:16-21).

    21:7-8 – O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho(herdeiro de tudo). 8 Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.(Quem nao toma posse desta GRAçA esta condenado desde aquele tempo ate os dias de hoje).

    Os versículos 7 e 8 apresentam mais um contraste entre os servos do Senhor e os servos do diabo. O propósito deste contraste é óbvio. Cada um precisa escolher. Ou será um vencedor com Cristo como seu unico lider e pastor, ou um perdedor total seguindo lideres feitos de homens cegos e gananciosos.

    A herança é gratuita (Efésios 2:8-9), mas exige um compromisso com o Senhor.

    O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho: As promessas feitas aos vencedores nas sete cartas às igrejas são maneiras diferentes de expressar um único tema: quem tomar posse da bençao e fiel ao Pai em Espirito e Em verdade e nao em dizimos, e campanhas, etc… terá a bênção de comunhão com ele. Leia, de novo, as promessas nos finais das cartas (2:7,10-11,17,26-28; 3:5,12,21). Recebemos a adoção de filhos e nos tornamos herdeiros por meio de Jesus (Gálatas 4:4-7). Ele nos trata como primogênitos (Hebreus 12:23), com o privilégio de sermos herdeiros do próprio Senhor (Efésios 3:6).

    Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos(pastores, lideres, apostolos de hoje), a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte: Os ímpios, porém, não compartilham a mesma esperança. Aqueles que têm vergonha de Jesus, que não acreditam no Senhor ou que desobedecem a vontade dele não são herdeiros de Deus. A herança deles é o lago de fogo, a segunda morte.

    A linguagem destes dois versículos nos lembra do apelo final do livro de Isaías, salientando a diferença entre os vivos na cidade santa e os mortos fora da cidade (Isaías 66:22,24).

    A Descrição da Nova Jerusalém (21:9 – 22:5)

    A visão continua. Novamente, observamos o uso de linguagem figurada. Se este trecho fosse literal, descreveria uma cidade de 2.200 km de comprimento, largura e altura!

    21:9 – Então, veio um dos sete anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro;

    Então, veio um dos sete anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo: O anjo faz o que Deus manda. Quando Deus mandou este anjo anunciar uma praga, ele obedeceu. Agora, ele traz uma mensagem mais agradável. Ele mostra o resultado da vitória sobre o mal realizada nos capítulos anteriores.

    Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro: Ela já apareceu em 19:7 e 21:2. Agora, o anjo mostrará os detalhes da natureza da noiva ou esposa de Jesus. Já sabemos que a noiva é, também, a cidade santa, Jerusalém lá do alto. A descrição nos versículos seguintes é da cidade espiritual, da igreja do Senhor.

    21:10 – e me transportou, em espírito, até a uma grande e elevada montanha e me mostrou a santa cidade, Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus,

    E me transportou, em espírito, até uma grande e elevada montanha e me mostrou a santa cidade, Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus: João estava em espírito quando Jesus começou a revelar a sua mensagem (1:10). Ezequiel foi transportado pelo Espírito de Deus para ver Jerusalém imunda, cheia das abominações de um povo rebelde e idólatra (Ezequiel 8:3; 11:1).

    Esta visão de João é muito melhor. Ele verá Jerusalém pura e santa – a igreja do Senhor lavada no sangue do Cordeiro! A figura da cidade santa e perfeita representa o estado abençoado do povo de Deus restaurado no reino messiânico, uma imagem comum nos profetas do Velho Testamento, como Ezequiel e Isaías, e empregado aqui para mostrar o povo abençoado depois de suportar os ataques dos inimigos.

    21:11 – a qual tem a glória de Deus. O seu fulgor era semelhante a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina.

    A qual tem a glória de Deus: Nesta frase é resumido o fato mais importante desta descrição da nova Jerusalém. Ela é linda e perfeita porque Deus habita nela (em nos).

    A cidade mundana tinha a vergonha da meretriz. A cidade santa tem a glória de Deus. Quando Moisés ergueu o tabernáculo no deserto de Sinai, “a glória do Senhor encheu o tabernáculo” (Êxodo 40:34).

    Quando a arca da aliança foi colocada no templo de Salomão, “a glória do Senhor enchera a casa do Senhor” (1 Reis 8:11). Mas, naquela época, em que homens pecaminosos representavam o povo diante do Senhor (cf. Hebreus 7:26-28), os sacerdotes não podiam entrar na casa quando a glória de Deus estava lá (2 Crônicas 7:2).

    A chegada do reino de Cristo mudou a circunstância do povo de Deus. Ele trouxe perdão e santificação, e Deus passou a habitar nos homens fiéis (João 14:15,23). A igreja no Novo Testamento é a casa ou santuário de Deus (1 Timóteo 3:15; 1 Coríntios 3:16-17). O Espírito Santo habita no corpo do discípulo de Jesus (1 Coríntios 6:10-20).

    O seu fulgor era semelhante a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina: A cidade brilha! Pedras preciosas foram usadas para representar o povo de Israel nas vestes sacerdotais (Êxodo 39:6-7). Pedras preciosas foram usadas na construção do templo em Jerusalém (1 Crônicas 29:2; 1 Reis 5:17; 2 Crônicas 3:6). No Novo Testamento, os cristãos são as pedras preciosas da casa espiritual (1Pedro 2:4-5; 1 Coríntios 3:10-12), pois refletem a glória do Senhor (2 Coríntios 3:18). Jaspe é uma pedra que se apresenta em várias cores (cf. comentários sobre 4:3). Jaspe cristalina sugere, provavelmente, a pedra branca, assim representando a santidade brilhante da nova Jerusalém.

    21:12-14 – Tinha grande e alta muralha, doze portas, e, junto às portas, doze anjos, e, sobre elas, nomes inscritos, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel. 13 Três portas se achavam a leste, três, ao norte, três, ao sul, e três, a oeste. 14 A muralha da cidade tinha doze fundamentos, e estavam sobre estes os doze nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.

    Tinha grande e alta muralha: As cidades antigas normalmente foram protegidas por muralhas, que separavam os cidadãos dos seus inimigos. Zacarias, numa visão de Jerusalém, ouviu Deus dizer: “Pois eu lhe serei, diz o Senhor, um muro de fogo em redor e eu mesmo serei, no meio dela, a sua glória” (Zacarias 2:5). O muro ao redor do templo, na visão de Ezequiel, servia “para fazer separação entre o santo e o profano” (Ezequiel 42:20). Os servos do Senhor acham refúgio, santificação e proteção em Jesus (Mateus 11:28; Colossenses 3:3).

    Doze portas, e, junto às portas, doze anjos, e, sobre elas, nomes inscritos, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel: A cidade representa o povo aperfeiçoado habitando na presença de Deus, e o número doze se destaca como o número do povo de Deus. A cidade simbólica nos últimos capítulos de Ezequiel tinha, também, doze portas representando as doze tribos (Ezequiel 48:30-34).

    Três portas se achavam a leste, três, ao norte, três, ao sul, e três, a oeste: No acampamento dos israelitas no deserto, três tribos ficavam de cada lado do tabernáculo (Números 2).

    A muralha da cidade tinha doze fundamentos, e estavam sobre estes os doze nomes dos apóstolos do Cordeiro: Completando a figura do povo redimido, os doze apóstolos se juntam às doze tribos. Paulo disse que os santos são “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular” (Efésios 2:20).

    21:15 – Aquele que falava comigo tinha por medida uma vara de ouro para medir a cidade, as suas portas e a sua muralha.

    Aquele que falava comigo tinha por medida uma vara de ouro para medir a cidade, as suas portas e a sua muralha: Zacarias viu um homem com um cordel para medir Jerusalém, mostrando a glória de Sião como a menina do olho de Deus (Zacarias 2:1-13). Ezequiel viu a derrota de Gogue seguida por uma visão em que o templo foi medido antes de Deus voltar para habitar no meio do povo (Ezequiel 40:1 – 42:20). O ato de medir mostra a perfeição do padrão da santidade divina, em contraste com a impureza do povo antes de ser redimido: “Mostra à casa de Israel este templo, para que ela se envergonhe das suas iniqüidades; e meça o modelo. Envergonhando-se eles de tudo quanto praticaram, faze-lhes saber a planta desta casa e o seu arranjo…. todo o seu limite ao redor será santíssimo…” (Ezequiel 43:10-12).

    Agora, o anjo que oferece a explicação a João está pronto para medir a cidade e frisar a diferença entre o santo e o profano.

    21:16 – A cidade é quadrangular, de comprimento e largura iguais. E mediu a cidade com a vara até doze mil estádios. O seu comprimento, largura e altura são iguais.

    A cidade é quadrangular, de comprimento e largura iguais…. O seu comprimento, largura e altura são iguais: A cidade quadrangular é um cubo perfeito, como foi o Santo dos Santos no templo do Antigo Testamento (1 Reis 6:20). Compare, também, as medidas iguais dos lados do templo em Ezequiel 48:16-17.

    E mediu a cidade com a vara até doze mil estádios: Doze (o número do povo de Deus) vezes mil (um número completo) simboliza a perfeição do povo de Deus. Este versículo apresenta um problema para as interpretações literais. 12.000 estádios seria aproximadamente 2.200 quilômetros. Jerusalém literal é uma cidade na terra da Palestina, uma área de aproximadamente o tamanho de um oitavo do estado de São Paulo. Mas esta cidade, se entendida literalmente, teria mais do que a metade da área do Brasil! E esta cidade tem a mesma altura, ou seja, estenderia-se 2.200 quilômetros para cima! Se fosse literal, a cidade seria 250 vezes mais alta do que o monte Everest, o pico mais alto do mundo. Obviamente, este, como outros aspectos da visão, deve ser entendido figuradamente.

    21:17 – Mediu também a sua muralha, cento e quarenta e quatro côvados, medida de homem, isto é, de anjo.

    Mediu também a sua muralha, cento e quarenta e quatro côvados: O texto não diz se esta medida é da altura ou da espessura da muralha, e realmente não importa. O ponto não é de uma medida literal de 65 metros, mas do valor simbólico de doze vezes doze. Tudo nesta cidade mostra a perfeição do povo na presença de Deus. É uma noiva sem mácula!

    Medida de homem, isto é, de anjo: Uma medida que um homem, João, entendeu quando o anjo a usou.

    21:18-21 – A estrutura da muralha é de jaspe; também a cidade é de ouro puro, semelhante a vidro límpido. 19 Os fundamentos da muralha da cidade estão adornados de toda espécie de pedras preciosas. O primeiro fundamento é de jaspe; o segundo, de safira; o terceiro, de calcedônia; o quarto, de esmeralda; 20 o quinto, de sardônio; o sexto, de sárdio; o sétimo, de crisólito; o oitavo, de berilo; o nono, de topázio; o décimo, de crisópraso; o undécimo, de jacinto; e o duodécimo, de ametista. 21 As doze portas são doze pérolas, e cada uma dessas portas, de uma só pérola. A praça da cidade é de ouro puro, como vidro transparente.

    Esta parte da descrição da nova Jerusalém nos lembra da promessa de Deus de edificar os muros, as portas e os baluartes de Sião de jóias e pedras preciosas (Isaías 54:11-12). Como Isaías usou essas figuras para descrever as características do reino messiânico, João emprega linguagem semelhante para falar do mesmo reino.

    A estrutura da muralha é de jaspe: Características da glória de Deus, e agora, da noiva de Cristo (cf. 4:3; 21:11).

    Também a cidade é de ouro puro, semelhante a vidro límpido: O elemento mais destacado no tabernáculo e no templo do Velho Testamento, ouro representa a preciosidade e a pureza. Mesmo ouro anteriormente utilizado na idolatria passava pela purificação por fogo e se tornava útil para uso no serviço sagrado (Josué 6:19; Números 31:22-23). Da mesma maneira, pessoas podem ser purificadas e se tornarem “ouro” para serem úteis na casa de Deus (2 Timóteo 1:20-22).

    Os fundamentos da muralha da cidade estão adornados de toda espécie de pedras preciosas….: Ele já disse que as pedras da muralha têm os nomes dos doze apóstolos (21:14). Agora, ele mostra a preciosidade deles na edificação da igreja, citando nomes de doze das mais valiosas pedras conhecidas na época. Não vejo proveito em tentativas de atribuir um significado especial a cada pedra. Estas pedras fazem parte da representação total do povo do Senhor, como também faziam as doze pedras no peitoral do sacerdote na Antiga Aliança (Êxodo 28:15-21).

    As doze portas são doze pérolas, e cada uma dessas portas, de uma só pérola: Os pré-milenaristas, que procuram adotar interpretações literais desta descrição em relação a uma cidade terrestre futura, geralmente dizem que é a mesma cidade de Isaías 54, citada acima. Mas a cidade de Isaías teria portas de carbúnculos (Isaías 54:12). Para tratar as duas profecias literalmente, teríamos que esperar duas cidades fantásticas ainda no futuro – uma com portas de carbúnculos e outra com portas de pérola? Não devemos nos perder neste tipo de interpretação literal. A igreja não tem e não terá, literalmente, portas de pérolas gigantes, nem de carbúnculos. Estas portas fazem parte da figura de uma cidade perfeita, preciosa e gloriosa, pois ela representa a perfeição da comunhão dos santos com Deus!

    A praça da cidade é de ouro puro, como vidro transparente: Pureza total e de uma magnitude que desafia a imaginação. Os recursos de ouro que Salomão recebia durante seu reinado foram impressionantes (1 Reis 10:14-22), mas não seriam nada em contraste com uma cidade de 2.200 quilômetros cúbicos feita de ouro com a praça de ouro! E tudo de ouro puro, límpido como vidro! Como a santidade se tornou linda aos olhos de João, e deve se tornar igualmente bonita, perfeita e desejável aos olhos de cada servo do Senhor (Hebreus 12:14; cf. Salmo 19:7-10).

    21:22-24 – Nela, não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro. 23 A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada. 24 As nações andarão mediante a sua luz, e os reis da terra lhe trazem a sua glória.

    QUE COISA EIM?

    Nela, não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro: O santuário do tabernáculo e, depois, do templo, no Velho Testamento, servia para representar a presença de Deus. Era uma sombra da comunhão íntima dos santos com o Senhor.

    Mas o Cordeiro trouxe esta comunhão íntima. Habitou entre os homens (João 1:14). Prometeu fazer morada nos fiéis (João 14:23). No Apocalipse, Deus estende sobre os fiéis o seu santuário (7:15). Ele é o santuário verdadeiro dos seus servos. Por isso nao precisamos de lideres e nem de templos feito por maos par anos guiar..ELE ja nos guia em nos mesmo.

    21:25-26 – As suas portas nunca jamais se fecharão de dia, porque, nela, não haverá noite. 26 E lhe trarão a glória e a honra das nações.

    As suas portas nunca jamais se fecharão de dia, porque, nela, não haverá noite: A salvação e a oportunidade de entrar no reino do Senhor são estendidas a todos. As nações e os reis têm este privilégio de participar do reino eterno de Cristo. A iluminação constante representa a bênção do perdão que Deus deu a Israel (Isaías 30:26).

    E lhe trarão a glória e a honra das nações: A entrada dos povos traz glória para Deus. Isaías 60:11 diz: “As tuas portas estarão abertas de contínuo; nem de dia nem de noite se fecharão, para que te sejam trazidas riquezas das nações, e, conduzidos com elas, os seus reis.” Isaías falou, várias vezes, da glória que as nações dariam para o Senhor e para o povo fiel (Isaías 45:14; 49:22-23; 60:5,11-14; 61:6).

    21:27 – Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro.

    Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira: Isaías, 800 anos antes de João ver esta visão, disse da glória de Sião: “E ali haverá bom caminho, caminho que se chamará o Caminho Santo; o imundo não passará por ele, pois será somente para o seu povo…” (Isaías 35:8; 52:1). A igreja é composta dos santificados; é a nação santa (1 Pedro 2:9).

    No Velho Testamento, pessoas com defeitos físicos foram proibidas de servir como sacerdotes no santuário (Levítico 21:16-24), prefigurando a pureza espiritual dos sacerdotes na Nova Aliança, os cristãos santificados que habitam em Deus.

    A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada: Além de oferecer a proteção como santuário, Deus é a única fonte de luz, pois ele é luz (1 João 1:5). No universo físico, ele colocou o sol, a lua e as estrelas para alumiar a terra, mas a luz já existia antes da criação desses luzeiros (Gênesis 1:3,14-19). Isaías usou o mesmo conceito para descrever a bênção da comunhão no reino messiânico (Isaías 60:1-3,19-20). Jesus afirmou claramente: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário, terá a luz da vida” (João 8:12).

    As nações andarão mediante a sua luz, e os reis da terra lhe trazem a sua glória: Em Isaías 60:3, o profeta olhou para a glória futura do reino de Cristo e falou que as nações e reis iam encaminhar-se para a luz de Deus. É uma das várias profecias da salvação dos gentios cumpridas a partir da conversão da família de Cornélio (Atos 10).

    Mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro: Os habitantes da cidade santa são os santos, as pessoas que pertencem ao Cordeiro.

    22:1-2 – Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. 2 No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos.

    Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal: No Éden, um rio regava o jardim (Gênesis 2:10) e houve, também, a árvore da vida (Gênesis 3:22). Quando caiu no pecado, o homem perdeu seu acesso a essa árvore. Isaías profetizou da resposta divina à sede espiritual do povo perdido: “Os aflitos e necessitados buscam águas, e não as há, e a sua língua se seca de sede; mas eu, o SENHOR, os ouvirei, eu, o Deus de Israel, não os desampararei. Abrirei rios nos altos desnudos e fontes no meio dos vales; tornarei o deserto em açudes de águas e a terra seca, em mananciais” (Isaías 41:17-18; 43:20).

    Que sai do trono de Deus e do Cordeiro: Na visão da cidade santa da habitação de Deus, Ezequiel viu um rio que nascia no templo, com árvores frutíferas de ambos os lados (Ezequiel 47:1-12). A água que sustenta vem do trono de Deus.

    No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos: Este versículo é muito parecido com Ezequiel 47:12, frisando a bênção de estar na presença de Deus, na cidade santa, sustentado e protegido pelo próprio Senhor. O número doze, repetido nestas figuras, reforça a idéia do povo de Deus que recebe estas bênçãos na presença dele. Pelo povo dele, Deus oferece, também, cura para os povos. A divulgação do evangelho pela igreja do Senhor traz cura aos povos corrompidos pelo pecado.

    22:3-4 Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão, 4 contemplarão a sua face, e na sua fronte está o nome dele.

    Nunca mais haverá qualquer maldição: Zacarias falou da salvação de Jerusalém quando disse: “Habitarão nela, e já não haverá maldição, e Jerusalém habitará segura” (Zacarias 14:11). A maldição que afligia o homem desde o pecado do primeiro casal no Éden foi removida pelo sacrifício de Jesus. A cidade santa é abençoada e segura.

    Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro: Olhando para a circunstância abençoada de Israel restaurada, Jeremias disse: “Naquele tempo, chamarão a Jerusalém de Trono do Senhor” (Jeremias 3:17). Novamente, a figura frisa o ponto mais importante de toda esta imagem de bênção – a presença de Deus. A cidade santa deriva sua beleza e grandeza, não de pedras ou ouro ou qualquer outro elemento material, mas da presença de Deus. E todas as referências a materiais preciosos servem simplesmente como símbolos do povo abençoado na presença do seu Deus.

    Os seus servos o servirão, contemplarão a sua face: Deus está no trono, e os servos lhe dão a devida honra. Não há privilégio maior para uma criatura do que servir na presença imediata do Criador. A proximidade desta comunhão é destacada pelo acréscimo: “contemplarão a sua face”. Esta expressão vem de vários textos que frisam a comunhão dos justos com Deus. “Eu, porém, na justiça, contemplarei a tua face; quando acordar, eu me satisfarei com a tua semelhança” (Salmo 17:15). “Porque o Senhor é justo, ele ama a justiça; os retos lhe contemplarão a face” (Salmo 11:7; cf. 140:13). Esta frase descreve o tipo de comunhão especial com Deus que Moisés gozava (Números 12:6-8; Deuteronômio 34:10).

    E na sua fronte está o nome dele: O sumo sacerdote tinha na sua mitra uma lâmina de ouro com as palavras “Santidade ao Senhor” (Êxodo 28:36-38) que usava para representar o povo diante de Deus. Aqui, o próprio povo de Deus se apresenta como a propriedade dele. Como já observamos nos comentários sobre 3:12, o nome gravado representa posse. O povo – a igreja, a noiva, a cidade santa – pertence a Deus.

    22:5 – Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos.

    Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem de luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles: Ele repete o mesmo tema de 21:23-25. A luz venceu. Os cidadãos deste reino já saíram “do império das trevas” (Colossenses 1:13) para andar na luz (1 João 1:5-7).

    E reinarão pelos séculos dos séculos: A vitória dos fiéis não é limitada a algum período fixo (veja comentários sobre 20:4,6), pois é eterna. Daniel viu este mesmo período da vitória do reino de Deus sobre o arrogante imperador romano, e disse: “Mas os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade” (Daniel 7:18; cf. 7:22 e 27).

    Nas cartas às igrejas nos capítulos 2 e 3, Jesus fez uma série de promessas aos vencedores. Somadas, essas promessas falaram da comunhão com Deus, da bênção de habitar na presença do Senhor. A descrição da cidade santa, a nova Jerusalém, reforça todas aquelas promessas. No nosso estudo deste trecho, devemos lembrar que a ênfase não está em lugar (céu ou terra) nem tempo (passado, presente ou futuro), mas na pessoa de Deus habitando no meio do seu povo abençoado e protegido. “Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá” (3:12). “Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono” (3:21). Que consolação! JESUS VENCEU A MORTE, que esta neste NIVEL nao pode vencer?

    VAMOS ENTRAR NA PARTE FINAL DE APOCALIPSE>

    Palavras Fiéis e Verdadeiras (Apocalipse 22:6-21)

    O livro do Apocalipse contém uma série impressionante de visões usadas por Jesus para comunicar verdades importantes e confortantes aos seus servos. A mensagem deste livro fala principalmente aos cristãos da Ásia Menor no final do primeiro século, mas oferece, também, consolação e confiança aos filhos de Deus de todas as épocas e em todos os lugares.

    Os últimos parágrafos do livro, considerados nesta aplicação, encerram a revelação dada a João e frisam, de várias maneiras, a relevância e veracidade da mensagem.

    O Apocalipse, como as outras Escrituras, tem a assinatura do Senhor!

    22:6 – Disse-me ainda: Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou seu anjo para mostrar aos seus servos as coisas que EM BREVE devem acontecer.

    Disse-me ainda: Estas palavras são fiéis e verdadeiras: “Fiel” e “verdadeiro” são palavras repetidas no livro, do começo ao fim, para destacar a confiabilidade da fonte e da mensagem em si. Jesus é “Fiel e Verdadeiro” (19:11) e “a testemunha fiel e verdadeira” (3:14; cf. 1:5; 3:7). Por isso, as palavras dele “são fiéis e verdadeiras” (21:5; 22:6).

    O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou seu anjo para mostrar aos seus servos: Todo o peso da autoridade divina está atrás destas palavras confiáveis, enviadas para consolar os discípulos. Deus usa profetas e anjos para revelar a sua palavra aos seus servos (cf. 1:1).

    As coisas que em breve devem acontecer: As mesmas palavras encontradas no início do livro (1:1) aparecem aqui no fim dele. Jesus abre e encerra esta revelação com os mesmos LIMITE DE TEMPO, assim exigindo que alunos reverentes procurem entender o livro inteiro no contexto da igreja primitiva.

    Mesmo se não conseguirmos identificar o cumprimento detalhado de todas as profecias, podemos confiar na “Fiel Testemunha” quando diz a João e outros cristãos do primeiro século que estas coisas iam acontecer “EM BREVE”. (naquele tempo)

    22:7 – Eis que venho sem demora. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.

    A vinda do Senhor sempre envolve dois aspectos:
    1) A salvação dos seus servos, e
    2) O castigo dos rebeldes e ímpios. Deus já veio, muitas vezes, em julgamentos de nações para resgatar e proteger os inocentes. Aqui, Jesus estava pronto para vir e julgar os perseguidores romanos e proteger os inocentes e fiéis. Para confortar aqueles que

  21. contiuando…..

    Para confortar aqueles que enfrentariam essas tribulações, ele promete chegar SEM DEMORA. (este sem demora jamais poderia ser 2000 anos mais tarde, não da para colocar a palava SEM DEMORA, em algo tão distante)

    Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro: Esta é a sexta das sete bem-aventuranças no livro (veja a lista na lição 3). Muitas vezes, usamos a palavra profecia no sentido restrito de predições sobre acontecimentos futuros.

    O significado da palavra, porém, é bem mais abrangente, e fala de revelação divina transmitida diretamente ao homem.

    O trabalho principal dos profetas bíblicos foi de chamar o povo à obediência, e João não é exceção. A profecia do Apocalipse incentiva os leitores principalmente daquela epoca a adorarem o Senhor e a resistirem ao diabo e aos seus aliados.

    Não é apenas um livro informativo, mas uma mensagem extremamente prática. As instruções do livro foram escritas para serem obedecidas imediatamente sem DEMORA.

    22:8-9 – Eu, João, sou quem ouviu e viu estas coisas. E, quando as ouvi e vi, prostrei-me ante os pés do anjo que me mostrou essas coisas, para adorá-lo. 9 Então, ele me disse: Vê, não faças isso; eu sou conservo teu, dos teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.

    Eu, João, sou quem ouviu e viu estas coisas: Este apóstolo não se identifica, por nome, e nenhum dos outros livros a ele atribuídos, mas esta é a quarta vez que se identifica como o mensageiro humano usado na transmissão do Apocalipse. Mesmo assim, esta citação mostra que não se identifica por motivo de orgulho, e sim, como maneira de assumir responsabilidade pelo que fez. Ele escreveu as coisas que Jesus revelou. Também falhou, como diz o resto deste versículo, e não fugiu do seu erro.

    E quando as ouvi e vi, prostrei-me ante os pés do anjo que me mostrou essas coisas, para adorá-lo….Adora a Deus: A mesma coisa relatada em 19:10 (veja os comentários na lição 30). Alguns comentaristas acreditam que seja simplesmente um segundo relato do mesmo episódio. Se aconteceu uma ou duas vezes, a lição dos dois relatos é a mesma. Somente Deus merece adoração.

    22:10 – Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo.

    Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo: O anjo acrescenta uma instrução e uma explicação interessantes. A ordem de NAO SELAR (lacrar) a mensagem oferece um contraste com a instrução dada a Daniel quando recebeu uma visão referente aos reinos helenistas que viriam menos de 400 anos depois: “Preserva a visão, porque se refere a dias ainda mui distantes” (Daniel 8:26).

    As explicações das duas ordens (dadas a Daniel e a João, respectivamente), mostram os motivos. A visão de Daniel falou do FUTURO DISTANTE, e, por isso, foi preservada ou selada. O Apocalipse, porém, falou de coisas que iam acontecer LOGO DEPOIS de João recebê-lo.

    Este contraste apóia fortemente a interpretação adotada ao longo do nosso DEBATE AQUI.

    Se menos de 400 anos foram dias “MUI DISTANTES”, os DIAS PROXIMOS e as coisas que iam acontecer em BREVE, do ponto de vista de João, não poderiam vir 2000 anos depois, como muitos ensinam hoje.

    As interpretações que colocam o cumprimento do Apocalipse ainda no futuro desrespeitam as palavras do próprio livro.

    22:11 – Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se.

    Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo: A profecia foi escrita para ser obedecida (22:7) e os sinais foram dados como alertas aos ímpios. Eles, porém, não se arrependeram (9:20; 16:9,11,21).

    E o santo continue a santificar-se: Os fiéis, aqueles que têm ouvidos, ouvem e seguem as instruções do livro para se manterem santificados. Para estes, a vinda de Jesus trouxe alívio, vitória, e glória.

    22:12 – E eis que VENHO SEM DEMORA, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras.

    E eis que venho sem demora: Jesus declara a iminência de sua vinda pela segunda de três vezes neste capítulo. Cada vez, a vinda dele é ligada ao consolo ou à recompensa dada aos fiéis.

    E comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras: Para os servos preparados, o Dia do Senhor é sempre bem-vindo. Enquanto a palavra traduzida galardão freqüentemente representa um prêmio ou salário desejado (cf. Lucas 6:35), pode ser, também, o salário do pecado (cf. 2 Pedro 2:13,15).

    A menção das duas categorias no versículo 11 sugere esta possibilidade. Entendido desta maneira, o versículo 12 falaria a respeito da mesma distinção entre os justos e os ímpios encontrada em 11:18; 21:7-8; etc.

    22:13 – Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim.

    Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim: Já observamos o significado destas afirmações nos comentários sobre 1:8 e 21:6. Jesus fala com autoridade, porque é capaz de cumprir as suas promessas.

    22:14-15 – Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas. 15 Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira (Pregam o velho testamento, pedem dizimo, fazem campanhas, etc..).

    Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras: A última das bem-aventuranças do livro. Os colchetes indicam uma questão sobre o texto original. Como normalmente é o caso, a dúvida sobre esta frase (no sangue do Cordeiro) não apresenta nenhuma dificuldade doutrinária. Outros textos mostram claramente que é o sangue do Cordeiro que nos purifica (7:14; Romanos 5:9; Efésios 1:7; Hebreus 9:14).

    Para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas: Purificados pelo sangue, os abençoados ganham acesso à árvore da vida e entrada pelas portas da cidade. As portas descritas no capítulo 21 representaram o povo de Deus, que tem acesso por meio de Jesus (cf. João 10:9; Mateus 7:14).

    Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira: Se não entrar pelas portas, não passará pelas muralhas altas da cidade! Os ímpios não têm lugar na cidade santa (Não adianta gritarem “Senhor em teu nomes expulsamos demonios, fizemos curas, etcc..). Cães, na Bíblia, não eram animais de estimação. Eram animais imundos e desprezados, usados várias vezes para representar pecadores e a sujeira do seu erro (Salmo 22:16; Mateus 7:6; Filipenses 3:2).

    22:16 – Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas às igrejas. Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a brilhante Estrela da manhã.

    Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas às igrejas: Aqui no fim do livro, Jesus reforça dois fatos importantes da introdução:
    1) A mensagem vem do próprio Jesus; e
    2) foi dirigida às igrejas – especificamente as sete citadas no início do livro (1:4,11,20; capítulos 2 e 3).

    Eu sou a Raiz e a Geração de Davi: O Leão, o único digno de abrir os selos e revelar o mistério de Deus (5:5).

    A brilhante Estrela da manhã: Na carta à igreja de Tiatira, Jesus prometeu dar a estrela da manhã, representando toda a esperança e otimismo que vêm com a presença de Deus, aos vencedores (2:28).

    Agora, ele assume a mesma descrição como mais uma maneira de se identificar. É somente nele que vivemos a esperança o novo e eterno dia onde a noite e as trevas não existem!

    22:17 – O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser RECEBA DE GRAÇA a água da vida. ( nao precisam dar dizimos, fazer sacrificios, compra rbençãos, etccc.)

    O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem!: Deus e o povo dele estendem o convite aos outros. Deixem a imundícia e venham! Afastem-se da Babilônia (18:4). Entrem pelas portas da cidade santa. Até as últimas linhas do Apocalipse, as Escrituras apresentam a mensagem do amor de Deus e do seu desejo de salvar os homens (João 3:16; 2 Pedro 3:9). A noiva, a igreja (cada um individuo), oferece o mesmo convite. Nunca devemos esquecer desta missão importante da noiva de Cristo. Nós que somos cristãos não devemos sentir contentes em receber as bênçãos da comunhão com Deus; devemos mostrar que Ele esta em nós sem doencas, sem derrotas para que vejam como Ele reina e convidar outros a participarem da mesma vida. A cidade santa é grande. Tem espaço para todos que deixam as suas iniqüidades para se tornarem um só em DEUS.

    Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida: A água da vida (cf. 22:1-2) é oferecida a todos os sedentos. E o preço já foi pago pelo sacrifício de Cristo. Qualquer um pode receber esta água de graça TOMAR POSSE DESTA BENCAO. De fato, não tem alternativa. Ninguém é capaz de pagar, por mérito próprio, o valor da vida (Efésios 2:8-9).

    Ainda devemos fazer boas obras (22:12; Efésios 2:10) e praticar a justiça (22:11), mas jamais teremos condições de saldar a dívida do pecado para merecer a salvação. Recebemos esta água de graça!

    22:18-19 – Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; 19 e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro.

    Eu: Jesus já se identificou como a pessoa que fala neste trecho (22:16).

    A todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro: O que ele dirá aqui é de aplicação geral – fala igualmente para os ouvintes na Ásia no primeiro século, na África no quinto século, na Europa no décimo século ou no Brasil no século XXI! Quem tem ouvidos, ouça!

    Testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro: Mudar a palavra de Deus é um erro gravíssimo. Se alguém ousar acrescentar alguma coisa ao Apocalipse, sofrerá os castigos citados no livro. Se forem pragas literais e futuras, como muitos hoje afirmam, Jesus não teria como fazer esta afirmação, pois leitores no passado não sofreram, literalmente, estas pragas. Mas, quando entendemos a linguagem das pragas figuradamente, entendemos que Deus é capaz de castigar qualquer um em qualquer momento da história, vemos isso hoje em dia, doencas, mortes, tragedias, tudo fruto da soberba e arrogancias pregada spor homens que dizem ser lideres, pastores apostolos, pregando um evangelho de teor comercial e futurista. POr isso quando um e curado aqui outro que foi curado volta dinovo cokm outra doenca para ser curado, sendo que Deus ja nos libertou de tudo isso, Seria Deus mentiroso? de Jeito nenhum, nós e quem nao entendemos e nao tomamos posse da vida eterna, sem nada disso.

    22:20-21 Aquele que dá testemunho destas coisas diz: CERTAMENTE(com toda certeza irrevogavel), VENHO SEM DEMORA. Amém! Vem, Senhor Jesus! A graça do Senhor Jesus seja com todos.

    Aquele que dá testemunho destas coisas: Jesus, a Fiel Testemunha (1:5), continua falando.

    Certamente, venho sem demora: Pela TERCEIRA VEZ, veja 3 vezes Ele deixa claro neste capítulo, Jesus promete cumprir estas profecias logo depois da revelação dada por meio de João naquela epoca.

    Amém! Vem, Senhor Jesus!: João sente-se animado pela promessa e pela convicção que Jesus aliviará o sofrimento que virá sobre a igreja.

    Ele quer que Jesus venha logo! Mais uma vez, devemos entender este pedido no contexto da vinda de Jesus para salvar os santos oprimidos e trazer justiça contra os perseguidores romanos.

    A graça do Senhor Jesus seja com todos: A saudação final do livro, e o desejo sincero de João para com todos os leitores e ouvintes.

    Conclusão até aqui!

    Que livro poderoso! Jesus, o Pai dos senhores e Rei dos reis comunicou aos seus servos a sua justiça, poder, compreensão e graça por meio de visões dramáticas dadas a João.

    Por meio destas mensagens ele certamente ofereceu consolo aos santos perseguidos pelo governo romano. E a afirmação do domínio absoluto de Jesus continua confortando todos que ralmente o ADORA EM ESPIRITO E EM VERDADE.

    É, também, um livro altamente prático. Dele, aprendemos mais sobre como é viver em santidade em Deus e como adorar o nosso Criador e Redentor.

    Espero que esta parte final do livro debatido aqui tenha sido o começo, ou mais um passo, na sua jornada para compreender e apreciar as mensagens riquíssimas do Deus.

    E, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro: Tirar alguma coisa da palavra de Deus é igualmente errado. A pessoa que faz isso perde a sua comunhão com Deus e sua participação das bênçãos dadas ao povo santo.

    Estes dois versículos falam das profecias do Apocalipse, mas os mesmos princípios se aplicam a todos os livros da Bíblia. Nenhuma pessoa tem direito de acrescentar ou tirar quando se trata da palavra revelada por Deus. Moisés disse: “ Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que eu vos mando” (Deuteronômio 4:2; cf. 12:32).

    Agur disse: “Toda palavra de Deus é pura; ele é escudo para os que nele confiam. Nada acrescentarás às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso” (Provérbios 30:5-6). Considere, também, as advertências de 1 Coríntios 4:6; Gálatas 1:6-10 e 2 João 9.

    Apenas uma mensagem rapida sobre quem ACREDITA que TUDO ISSO VAI ACONTECER NO FUTURO veja da seguinte forma a sustentação que não tem nexto

    —– Pré-milenarismo Resumido——-

    Há algumas divergências entre pré-milenaristas. Resumidamente, a doutrina inclui estes elementos:

    1) O Arrebatamento. Jesus voltará para buscar os fiéis. Os mortos justos serão ressuscitados e os fiéis vivos serão levados para encontrar Jesus no ar. O Espírito Santo deixará a Terra, também.

    A) A Grande Tribulação, um período de sete anos que inclui a invasão da terra santa pelas forças de Gogue, levando à terrível batalha de Armagedom. Este período é dividido em duas partes:

    3½ anos de relativa prosperidade sob o Anticristo
    3½ anos de sofrimento

    B)Jesus e seus santos voltarão à Terra para estabelecer seu reino terrestre de 1.000 anos. Jesus reinará no trono literal de Davi. Durante este tempo, Satanás será preso.

    2) Depois dos 1.000 anos, o diabo será libertado por pouco tempo e tentará, mais uma vez, destruir o Senhor e seu povo. Não conseguirá.

    3) A ressurreição dos ímpios.

    O julgamento final; a separação eterna entre os fiéis (no céu) e os ímpios (no inferno).

    PROBLEMAS PARA O PRE-MILENARISTAS

    O pre-milenarismo é uma doutrina bem difundida, especialmente entra muitas igrejas evangelicas. O capitulo 20 do Apocalipse fornece, segundo os defensores dessa doutrina, muitas informações essenciais. Bom geralmente apresentam a sua teoria com tanta convicção que daria a impressão que algum texto da Biblia claramente apoiasse todos os pontos do pre-milenarismo.

    Será que este capítulo fornece a base pra defender esta doutrina?

    Observe alguns pontos que nao aparecem aqui:

    1) A segunda vinda de Cristo.
    2) A ressureição corporal
    3) O reinado literal de Jesus na terra
    4) O trono de Davi reconstruido literalmente
    5) Jerusalem fisica com ruas de ouro e tudo mais? (na palestina?)
    6) A conversão dos Judeus?
    7) A Igreja na Terra?

    Pois bem se estes elementos pre-milenaristas não vem deste trecho, como os defensores dela podem defender a sua teoria sem distorcer esta ou outras passagens?

    Deus abençoe.

  22. Andre…

    Falando agora um pouco que o irmao comentou anteriormente neste trexo:

    Acredito agora que se o irmão ler o que postei sobre os ultimos capitulos de apocalipse, o irmão entenderá o EMINENTE e o NAO EMINENTE, a dimensão do mundo naquele tempo, o palco de todo o contexto daquela epoca, e no que se remete para nos nos dias de hoje e a igreja.

    Espero receber noticias em breve do irmão eu tambem gosto de falar sobre estes assuntos

    Deus abençoe.

  23. graça e paz da parte de Jesus,
    amado irmão,analisando a sua e a minha visão acerca do cristianismo e do livro do apocalipse, certamente que o irmão concordará que temos mais pontos de vista em comum do que contrários.no entanto,debate é isso mesmo,rsrs focarme-ei simplesmente nas divergências teológicas entre ambas as visões.Bem,vamos lá:
    *começando pelo principio,acerca de “teologos & filosofos”,agradeço sua postagem que a um nivel histórico enriqueceu a minha cultura.Contudo, queria dizer para o irmão que apenas me foquei neste texto por falta de tempo para escrever(irmão gentry)rsrs.outro ponto é que de facto tanto a minha como a visão de nosso sábio irmão NÃO tem nada a ver com o movimento espiritual e religioso que todos nós conhecemos como pentecostalismo (e todas as suas extensões tais como Neo-pentecostalismo).Nossa revelação acerca da Biblia,é a própria Bíblia,mas por conveniência tudo o mundo nos chama de Reformados rsrs..certo que a cultura do irmão é rica para conhecer a história de homens que impactaram o cristianismo, tais como Agostinho,Calvino,Lutero,Knox,Spurgeon,sacudindo os alicerces do mesmo.No entanto,apesar de em muito serem nossos paradigmas de hermeneutica e exegese bíblica,nossa autoridade de foca na Palavra por Excelência, a Bíblia Sagrada.Um dia espero voltar a falar neste assunto com o irmão :-) ,porque compreendo o que estava em jogo nos grandes debates da Reforma e acho isso de suma importância em nossos dias…e o irmão certamente concordará no contributo desses homens para a expansão do cristianismo e o fim do “inverno espiritual”causado pela Igreja Católica Romana(com todo o respeito pela instuição)com suas indulgências,sacrifícios,repetição de Pai Nosso,rosário e tudo aquilo que levou a uma visão espiritual tão baixa quanto foi nos dias baixos da idade Média.
    *Bm,voltando ao “nosso apocalipse”rsrs…só queria esclarecer que no pós-milenismo,. “A Bíblia, porém, ensina que Jesus viria como ladrão (2 Pedro 3:10)”.exacto.isso é uma doutrina 100%pos-milenista e preterista parcial,pois os sinais descritos em mateus 24,prendiam-se como a vinda espiritual de Jesus no 1º´seculo e não com a sua 2ªvinda corporea e fisica,como explicarei detalhadamente em seguida.Analisando a história(recomendo os escritos do historiador judeu Flávio Josefo) e a própria Bíblia Sagrada,vemos que todos os sinais se fizeram cumprir com uma precisão incrível,comprovando a inspiração profética de Nosso Senhor.Muito daquilo que se tem pregado acerca do fim do mundo, baseia-se no sermão profético de Jesus, registrado por Mateus, Marcos e Lucas. Uma má interpretação destes textos pode conduzir-nos a uma Escatologia pessimista, e, por conseguinte, a uma atuação insípida da igreja no mundo.(http://escatologiareinista.blogspot.com/)

    “Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará pedra sobre pedra, que não seja derrubada.”
    MATEUS 24:2

    Jesus não estava se referindo aos prédios, e construções de todo o mundo, mas tão-somente ao Templo e aos edifícios que compunham aquele complexo. Entretanto, muitos encontram nesta passagem uma alusão à todas as construções existentes no dia em que Jesus voltar. Isso realmente é forçar o texto, e torcer o seu sentido original. “Não vedes tudo ISTO?” perguntou o Mestre aos Seus discípulos, apontando para o prédio do Templo construído por Salomão, reconstruído por Zorobabel e reformado por Herodes. Aquela profecia teve seu cumprimento literal no ano 70 d.C., quando Tito, o general romano que posteriormente tornou-se Imperador, invadiu Jerusalém, reduzindo seu templo, e toda a cidade a escombros.

    Aquela afirmação profética foi suficiente para instigar a curiosidade dos discípulos. Marcos escreve que “assentando-se ele no monte das Oliveiras, defronte do templo, Pedro, Tiago, João e André lhe perguntaram em particular: Dize-nos quando acontecerão essas coisas, e que sinal haverá quando todas elas estiverem para cumprir-se” (Mc.13:3-4). De acordo com Mateus, eles ainda perguntaram: “Que sinal haverá da tua vinda e do fim dos tempos” (Mt.24:3).

    O termo grego usado aqui e traduzido por “vinda” é parousia que significa aparição, manifestação ou revelação. Os discípulos queriam saber quando o Mestre Se revelaria ao mundo como Rei, e quando seria o fim dos tempos, ou em uma outra tradição, a consumação dos séculos, ou a plenitude dos tempos. Não está se falando aqui sobre o fim do mundo, ou a destruição do cosmo.

    Muito da confusão que há em torno da exegese que se faz de alguns textos bíblicos deve-se à falta de entendimento acerca de três palavras gregas que figuram nas Escrituras, e que às vezes recebem a mesma tradução. Trata-se dos vocábulos kosmos, Oikumene e Aión. Ambos são traduzidos por mundo, porém, possuem significados distintos.

    Na passagem de Mateus, algumas Bíblias trazem a expressão fim do mundo. O fato é que a palavra usada neste texto é aións, que é traduzida por mundo, porém seu significado mais preciso é eras. Os discípulos já sabiam que a manifestação de Cristo como Rei deveria se dar na consumação dos aións. Esta mesma conexão entre manifestação e consumação das eras é feita pelo escritor de Hebreus. Ele escreve aos crentes dos seus dias: “Agora, na CONSUMAÇÃO DOS SÉCULOS, uma vez por todas SE MANIFESTOU, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo” (Hb.9:26).

    Paulo fala da dispensação da plenitude dos tempos. De acordo com os seus escritos, tal dispensação começou com a encarnação de Cristo, passando pelo Seu ministério terreno, e alcançando o seu ápice na Sua crucificação, ressurreição e ascensão (Veja Gl.4:4; Mc.1:15; Ef.1:10). Ele escreve aos Coríntios afirmando com convicção que para eles já havia chegado “os fins dos séculos” (1 Co.10:11). Consumação dos séculos, plenitude dos tempos, e fim dos tempos possuem o mesmo significado. Portanto, à luz disto, fica claro que para os apóstolos, a igreja primitiva estava vivendo o tempo do fim.

    Não era, portanto, acerca do fim do mundo que Jesus estava falando, mas do fim daquela era, que culminaria com a queda do templo e da cidade de Jerusalém.

    A partir daí, Jesus começou a expor-lhes esses sinais. Sabendo que era um assunto extremamente difícil, e ao mesmo tempo fácil de ser torcido, Jesus começa a Sua exposição exortando:

    “Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Pois muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos (…) Surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos (…) Então, se alguém vos disser: Olhai, o Cristo está aqui, ou ali, não lhes deis crédito. Pois surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. PRESTAI ATENÇÃO, eu vo-lo tenho predito. Portanto, se vos disserem: Olhai, ele está no deserto! Não saias; ou: Olhai, ele está no interior da casa ! não acrediteis.” MATEUS 24:4-5, 11, 23-26.

    Devido à dominação romana, havia por parte dos judeus uma grande expectativa em torno da aparição de um Messias que os conduzisse à liberdade política, e restabelecesse o trono de Davi. Para eles, o Messias ( ou Cristo ) deveria ser um homem arrogante, forte, carismático, e revolucionário. Pelo fato de Jesus não demonstrar nenhum tipo de arrogância, ou pretensão política, muitos não conseguiam ver nEle o Messias prometido por Deus.

    Jesus sabia que naqueles turbulentos anos que precederiam a queda de Jerusalém, muitos oportunistas se fariam passar pelo Cristo esperado por Israel. E de fato, pouco depois de Sua ascensão, muitos “cristos” surgiram no cenário judaico. Bastaria-nos o testemunho de João acerca disso, para comprovarmos tal fato. Verifique o que diz o apóstolo:

    “Filhinhos, esta é a última hora; e como ouvistes que vem o anticristo, já muitos anticristos têm surgido, pelo que conhecemos que é a última hora (…) Amados, não creias em todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus, porque já muitos falsos profetas têm surgido no mundo (…) todo espírito que não confessa a Jesus não é de Deus. Este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e AGORA já está no mundo.” I JOÃO 2:18; 4:1,3.

    O que João queria dizer com “última hora”? Se ele desejava afirmar que aquela era a última hora que antecedia o fim do mundo, da maneira como é concebido atualmente, teremos que admitir que ele estava redondamente enganado. Quase dois mil anos se passaram, e o mundo ainda não acabou ! Se aquela era a última hora, então, estamos vivendo o último segundo do mundo.
    Porém, sabemos que ele estava falando acerca da última hora daquela era, que terminaria com a queda de Jerusalém. Era, de fato, o fim daquele aión. A chamada plenitude dos tempos havia chegado aos seus momentos derradeiros. Mais um pouco, e o velho tabernáculo se sucumbiria, dando lugar ao Tabernáculo de Deus com os homens, a Igreja (Veja Hebreus 9:8-9).

    Por que João tinha tanta certeza que aquela era a última hora? Por causa das palavras que Jesus lhes havia dito no sermão profético. Aqueles falsos cristos ( chamados por João de anticristos ) já estavam nas ruas de Jerusalém enganando a muitos. A diferença entre os anticristos e os falsos profetas era que os primeiros tinham pretensões políticas, enquanto que os outros ludibriavam as pessoas através de uma falsa religiosidade.

    Só no livro de Atos nós encontramos três falsos cristos: Teudas (5:36), Judas da Galiléia (5:37) e um tal egípcio (21:38). Este último, de acordo com o relato do historiador judeu Flavio Josefo, conduziu ao deserto cerca de trinta mil homens ( dentre os quais quatro mil eram assassinos ), prometendo-lhes liberdade, sinais da parte de Deus e fim do domínio romano. Depois de reunir uma grande multidão de revoltosos, marchou contra Jerusalém, com o fim de expulsar de lá os romanos e de se apoderar da cidade, estabelecendo lá o seu trono. Mas Félix partiu contra ele, com tropas romanas e um grande número de outros judeus, dizimando os que seguiam o falso cristo. Já Teudas persuadiu uma grande multidão a segui-lo até às margens do rio Jordão, afirmando que haveria de dividi-lo como fez Elias. Josefo diz em seus relatos históricos que ao tempo do reinado de Nero foram tão numerosos os falsos profetas e cristos que quase todos os dias pelo menos um deles era morto.

    Lucas também nos fala de Simão, o Mago, que persuadiu os habitantes de Samaria de que era “o grande Poder de Deus” (At.8:9-10).

    De fato, aquela era a última hora, o fim da dispensação da Lei, e o início da era do Reino dos céus.

    Predições de Cristo I

    Depois das afirmações iniciais, que tinham por objetivo alertar seus discípulos diante da seriedade do assunto, Jesus começou a expor algumas importantes predições que sinalizariam o tempo em que Jerusalém seria alvo do juízo divino.

    Guerras e Revoluções

    “Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não vos assusteis. É necessário que isto aconteça primeiro, mas o fim não será logo. Então lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino” (Lc.21:9-10).

    Flavio Josefo registra em seu livro Guerras dos Judeus os inúmeros conflitos e revoluções ocorridos durante o tempo que antecedeu a queda de Jerusalém. Em Cesaréia, por exemplo, foram mortos mais de vinte mil em uma disputa entre judeus e sírios concernente ao governo da cidade. Em Alexandria, mais de cinqüenta mil judeus morreram em um conflito com os gentios. Em Damasco, a população local conspirou contra os judeus e abateram mais de dez mil pessoas desarmadas. Além desses conflitos envolvendo judeus, o império romano viveu dias de convulsão social. Revoltas, conspirações, e guerras envolvendo muitas nações foram o cotidiano da população daquele império. Roma tornou-se uma verdadeira máquina de guerra.

    Gary DeMar ressalta: “Jesus adverte em seguida de “guerras e rumores de guerras” e de “reino contra reino”. Como ele predisse, os tumultos se espalharam por toda a região. Os Anais de Tácito, que cobrem a história de 14 d.C. à morte de Nero em 68 d.C., descrevem o tumulto do período com fases intituladas “distúrbios na Alemanha”, “comoções na África”, “comoções na Trácia”, “insurreições na Gália”, “intriga entre os partos”, “guerra na Bretanha”, e “guerra na Armênia”. Guerras foram travadas de uma extremidade do império à outra. Tudo isso aconteceu durante a Pax Romana (paz romana). As guerras não eram sinais, exceto durante o tempo de paz declarada.”[1]

    Cataclismos

    “Haverá grandes terremotos, fomes e pestilências em vários lugares, e coisas espantosas e grandes sinais do céu” (Lc.21:11).

    TERREMOTOS – Os trinta anos que precederam a queda de Jerusalém foram marcados por terremotos e catástrofes que acabaram dizimando a população do império. Em 46 d.C. houve um grande terremoto em Creta. Talvez fosse sobre isso que Paulo falava ao afirmar que a ira de Deus havia caído sobre os judeus de Creta (1 Tess.2:16). No dia em que Nero assumiu a toga virillis, em 51 d.C. houve um terremoto em Roma. Houve outro terremoto em Apamea, na Frígia, mencionado por Tácito, historiador romano, que também menciona diversos outros terremotos em Campanha e em Laodicéia. Um terremoto muito forte sacudiu Jerusalém em 67 d.C., pouco antes daquela cidade ser invadida e destruída pelas hostes romanas. Escrevendo acerca de um terremoto que acometeu Jerusalém pouco antes de ser invadida pelos romanos, Josefo diz que “sobreveio uma horrível tempestade: a violência do vento, a impetuosidade da chuva, a quantidade de relâmpagos, o ribombar horrível do trovão, e um tremor de terra, acompanhado de rugidos, perturbou de tal modo a ordem da natureza, que todos o julgaram presságio de grandes desgraças”(Livro Quarto, Cap.17: 316). Não podemos nos esquecer dos abalos sísmicos registrados em Atos, como aquele que provocou a abertura do cárcere para os apóstolos Paulo e Silas (At.16:26; 4:31).

    Sempre que ocorre um grande tremor sísmico, pensa-se logo na volta de Cristo. Entretanto, devemos ser cautelosos, pois sempre houve tremores sísmicos no mundo. A diferença é que hoje somos bombardeados por notícias on-line, em tempo real, através das grandes agências de notícias.

    Terremotos são medidos por uma escala chamada Richter. Ocorrem milhares deles por ano no mundo. Terremotos de até 1,9 graus na escala Richter, considerados muito fracos, acontecem cerca de 416 mil vezes por ano. De 2 a 2,9 graus, cerca de 52 mil vezes por ano. De 3 a 3,9 graus, 49 mil vezes por ano. De 4 a 4,9 graus, considerados ainda leves, 6.200 vezes por ano. De 5 a 5,9 graus (moderado), 800 vezes por ano. De 6 a 6,9 graus (forte), cerca de 120 vezes por ano. De 7 a 7,9 graus (muito forte), cerca de 18 vezes por ano. E de 8 graus ou mais, considerado devastador, pelo menos uma vez a cada ano. Ao todo, são mais de meio milhão de tremores sísmicos a cada ano.

    FOMES E PESTES – As constantes guerras, e os terremotos acabaram abalando a economia de todo império, o que acabou provocando fome, e pestes que dizimaram ainda mais as populações das cidades. Em Atos 11:28 lemos acerca de um profeta cristão chamado Ágabo que “dava a entender, pelo Espírito, que haveria uma grande fome em todo o mundo, a qual aconteceu no tempo de Claudio”. Josefo diz que devido ao cerco das tropas romanas, houve grande carestia em Jerusalém. “Enquanto tudo isso se passava, em redor do templo, a fome e a carestia faziam tal devastação na cidade que o número dos que ela destruía era impossível de se conhecer” (Livro sexto Cap.19:458). Os famintos moradores de Jerusalém comiam até mesmo a sola dos sapatos, o couro dos escudos ou um punhado de feno podre. Josefo ainda relata o caso de uma mãe que comeu o seu próprio filho.

    Tácito escreveu sobre o ano de 51 d.C.: “Esse ano testemunhou muitos [e] repetidos terremotos [...] a escassez de cereais, resultando em fome [...] Declarou-se que não havia mais que quinze dias de suprimento de comida na cidade [de Roma]”.[2] Josefo também registrou as condições miseráveis da fome imposta a Jerusalém por Tito: “Então a fome se espalhou e devorou famílias e casas inteiras; os cenáculos das casas estavam repletos de mulheres e crianças morrendo de inanição, e os telhados das casas da cidade estavam lotados de corpos sem vida de adultos; crianças e jovens também vagavam pelos mercados como sombras, impulsionados pela fome, e caíam mortos onde a desgraça os alcançasse”.[3]

    Quanto às pestilências, temos como exemplo uma peste que varreu a cidade de Roma em 65 d.C., matando cerca de trinta mil pessoas em um único outono.

    Coisas espantosas e Sinais no céu

    As primeiras predições mostravam o quanto os homens seriam afetados diretamente pelas guerras, fome e pestes. O segundo grupo de predições aponta para as indicações de Deus, intervindo na ordem natural da criação a fim de alertar acerca do juízo eminente.
    De acordo com Josefo em seu livro Guerras dos Judeus, houve inúmeros sinais, tanto na terra como no céu, que prediziam a desgraça que viria sobre Jerusalém. Abaixo, vamos relatar alguns deles com as palavras do próprio Josefo:

    * Um cometa, que tinha a forma de uma espada apareceu sobre Jerusalém, durante um ano inteiro.

    * Antes de começar a guerra, o povo reunira-se a oito de abril, para a festa da Páscoa, e pelas nove horas da noite, viu-se, durante uma meia hora, em redor do altar e do templo, uma luz tão forte que se teria pensado que era dia.

    * Durante essa mesma festa uma vaca que era levada para ser sacrificada, deu à luz, um cordeiro no meio do templo.

    * Um pouco depois da festa, a vinte e sete de maio aconteceu uma coisa que eu temeria relatar, de medo que a tomassem por uma fábula, se pessoas que também a viram, ainda não estivessem vivas e se as desgraças que se lhe seguiram não tivessem confirmado a sua veracidade. Antes do nascer do sol viram-se no ar, em toda aquela região, carros cheios de homens armados, atravessar as nuvens e espalharam-se pelas cidades, como para cercá-las.

    Josefo fala de outros sinais que preferimos não mencionar aqui, por nos faltar tempo e espaço.

    O Princípio das Dores

    Mateus termina esta parte do sermão profético com Jesus dizendo: “Mas todas essas coisas são o princípio das dores” (24:8). A palavra “dores” aqui significa literalmente “dores de parto”. O velho aión estava gemendo, proferindo vários “ais!” antes de dar à luz o novo aión.. Todos os cataclismos naturais preditos por Jesus nada mais eram do que os gemidos da criação. No dizer de Paulo, “toda a criação geme como se estivesse com dores de parto até agora” (Rm.8:22). É a partir do velho mundo que Deus cria o Novo Mundo. Espiritualmente falando, o Novo Aión foi concebido na Cruz, nasceu no Pentecostes, e teve seu umbigo aparado no momento em que o Velho Tabernáculo, o Templo judeu caiu. Entretanto, quando falamos do cosmo, da criação, temos que admitir que ela ainda geme, com dores de parto, aguardando tão-somente a parousia dos filhos de Deus (Rm.8:19). Quando todos os filhos de Deus houver se manifestado, e a plenitude dos gentios houver adentrado a Cidade de Deus, então, as dores de parto da criação terão chegado ao fim. O mundo material já estará todo renovado, e a natureza viverá em harmonia sob o domínio dos filhos de Deus. Portanto, essas dores de parto só terminarão quando todos os filhos de Deus houver se manifestado, e isso, por sua vez, só ocorrerá quando Cristo retornar fisicamente a Terra. Por isso, ainda hoje há terremotos, maremotos, vulcões, secas e outros cataclismos.

    Predições de Cristo II

    Depois de mostrar o quanto a ordem social, e a ordem natural da criação seriam afetadas como prelúdio do juízo que cairia sobre Jerusalém e seus habitantes, Jesus muda Seu foco. Agora, Ele passava a mostrar o quanto a própria Igreja sofreria durante aquilo que Ele chamou de “Princípio das Dores”.

    Perseguição

    “Mas antes de todas estas coisas, lançarão mão de vós, e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e às prisões, e conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Isto vos acontecerá para testemunho. Mas proponde em vossos corações não premeditar como haveis de responder, porque eu vos darei boca e sabedoria a que não poderão resistir nem contradizer todos os que se vos opuserem. Até pelos pais, irmãos, parentes e amigos sereis entregues, e matarão alguns de vós. De todos sereis odiados por causa do meu nome. Mas não perecerá um único cabelo de vossa cabeça. Na vossa perseverança ganhareis as vossas almas” (Lc.21:12-19). Toda a perseguição predita aqui cumpriu-se nos dias da Igreja Primitiva. Aquela foi, por assim dizer, a grande tribulação. Basta um olhada superficial nos Atos dos Apóstolos para averiguarmos isso. Os apóstolos foram entregues às sinagogas, e delas foram diretamente para as prisões.

    Foram as autoridades judaicas as principais opositoras do Evangelho no primeiro século. Foram também elas que conduziram os apóstolos à presença de reis e governadores para depor (ex.: At.23:12-15; 24:1). Aquele período se encaixa bem com o que chamamos de Grande Tribulação. Muitos discípulos foram martirizados, a exemplo do que aconteceu com Estêvão, Tiago, e o próprio Paulo, que foi decapitado, e também Pedro, que foi crucificado de cabeça para baixo, como afirma a tradição. O que os mantinha firmes em sua convicção era a promessa de que na perseverança eles ganhariam as suas almas. Por isso, muitos deles, ao serem conduzidos à arena para serem atirados às feras, iam cantando e glorificando a Deus. Outros eram mortos rogando a Deus que perdoasse os seus algozes.

    É bem verdade que durante outros períodos a igreja foi combatida, perseguida, e que muitos dos seus seguidores foram torturados até a morte. Ainda hoje, em alguns países islâmicos, os cristãos são presos, e até mortos por amor à sua fé. Entretanto, jamais houve ou haverá qualquer perseguição contra a igreja numa escala parecida com a que houve no primeiro século da era cristã. É de Cristo a declaração que haveria então “grande aflição, como nunca houve até agora, nem jamais haverá. Se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria, mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias” (Mt.24:21-22).

    Apostasia

    Em função da dura perseguição suscitada pelos judeus e por Roma, muitos cristãos se deixaram apostatar da fé. Jesus prediz: “Nesse tempo, muitos se escandalizarão, trair-se-ão mutuamente e se odiarão uns aos outros (…) E por se multiplicar a iniqüidade, o amor de quase todos esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mt.24:10,12-13). Tudo isso se cumpriu na igreja do primeiro século. Em certo sentido, a apostasia era um inimigo maior do que a perseguição empreendida pelos judeus e pelos romanos.

    Paulo, ao despedir-se dos efésios, reunindo seus bispos disse: “Sei que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não pouparão o rebanho. E que DENTRE VÓS MESMOS se levantarão homens que falarão coisas perversas para atrair os discípulos após si” (At.20:29-30). Eram esses apóstatas que buscavam fazer comércio do povo de Deus, e introduziam heresias dissimuladoras no seio da igreja. Pedro admoesta os seus leitores: “…entre vós também haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade. Por ganância farão de vós negócio, com palavras fingidas. Para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” (2 Pe.2:1-3). Por causa desses falsos mestres, muitos se esfriaram na fé, e abandonaram o primeiro amor. Porém, os que foram perseverantes foram salvos. Mas foram salvos de quê? Não está em foco aqui a salvação eterna dos crentes. Minutos antes de declarar tudo isso, Jesus havia dito: “Em verdade vos digo que TODAS ESTAS COISAS hão de vir sobre esta geração” (Mt.23:36). Por isso, assim que os discípulos receberam o Espírito Santo no Pentecostes, a Escritura diz que Pedro “com muitas outras palavras dava testemunho, e os exortava, dizendo: SALVAI-VOS DESTA GERAÇÃO PERVERSA” (At.2:40).

    Aquela geração que viveu nos dias de Jesus seria o receptáculo da ira divina. Aquelas profecias de Jesus não apontavam para um futuro distante, ou para alguma geração futura, mas para aquela geração. Jesus afirmou: “Em verdade vos digo que não passará ESTA GERAÇÃO sem que TODAS ESTAS COISAS ACONTEÇAM” (Mt.24:34). E realmente, menos de quarenta anos depois que Jesus falou estas coisas, Jerusalém caiu, e juntamente com ela o seu soberbo templo, e tudo o que ainda restava da velha aliança. Era, portanto, daquela geração que seriam salvos os que perseverassem até o fim.

    A Igreja Triunfante durante a Tribulação

    Mesmo diante de toda a apostasia, e toda a perseguição que a Igreja sofreria durante aquele tempo, Jesus garantiu que nada impediria o avanço do Evangelho. Antes que Jerusalém fosse derrubada, as Boas Novas do Reino já teriam sido pregadas em todo o mundo. Certamente, tal promessa fez brilhar os olhos dos discípulos.

    O Evangelho pregado em todo Mundo

    “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações (etnias). Então virá o fim” (Mt.24:14). Será que esta profecia aponta realmente para um futuro ainda distante? Ou será que ela, de alguma maneira, já teve o seu cumprimento também no primeiro século? Primeiro, precisamos nos inteirar acerca do significado do termo “mundo” aqui. A palavra traduzida do grego é Oikumene que quer dizer mundo habitado. Esta palavra era comumente usada para referir-se à extensão do império romano. Por exemplo, em Lucas 2:1, lemos que César Augusto decretou o “recenseamento de todo o mundo habitado”. É lógico que ele não queria que se fizesse um censo que abrangesse todo o planeta. O que estava em foco era a totalidade de territórios dominados pelo império romano. Quando se referia ao mundo como um todo, geralmente se usava a palavra kosmos, e não Oikumene. Por exemplo, “Deus amou o kosmos que deu seu filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna”(Jo.3:16). Escrevendo aos Colossenses, Paulo chega a declarar que no seu tempo o Evangelho “foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu” (Col.1:23). Na mesma epístola ele diz: “Em todo o mundo este evangelho vai frutificando” (Col.1:6).

    Tal testemunho encontra eco nos escritos de Lucas acerca dos atos apostólicos. A começar pelo dia de Pentecostes. Lucas nos informa que naquele dia, “em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu” (At.2:5). Todos eles tiveram que ouvir o testemunho dos discípulos acerca do Reino de Deus, e isto, em suas línguas nativas. Quando acabou a festa de Pentecostes, muitos deles retornaram às suas nações de origem, e levaram consigo o testemunho do Evangelho. Lucas também nos informa que em apenas dois anos “todos os que habitavam na Ásia ouviram a palavra do Senhor Jesus” (At.19:10). Não foi em vão que os judeus de tessalônica exclamaram acerca dos discípulos: “Estes que têm alvoroçado o mundo, chegaram também aqui” (At.17:6).

    Há testemunhos históricos de que o Evangelho tenha se expandido por todo o continente asiático ainda no primeiro século. Sabemos, por fonte histórica, que os judeus assírios que presenciaram o derramamento do Espírito no Pentecostes, e que abraçaram o Evangelho quando ouviram o sermão pregado por Pedro, ao retornarem à Mesopotâmia, levaram consigo as Boas Novas do Reino de Deus. Mais tarde, o apóstolo Tomé foi enviado àquela região, e discipulou muitos assírios. Ali, ele manteve sua missão até 45 d.C., cerca de doze anos após a ascensão de Cristo. Depois disto, dirigiu-se à Índia, e lá foi o pioneiro na evangelização daquele povo. Coube aos missionários assírios levar a mensagem de Cristo até os lugares mais longínquos da Ásia, incluindo o Tibete, a Mongólia, a China, o Japão, e a Indonésia.

    Levando-se em conta que o Evangelho deveria ser pregado à todas etnias, podemos afirmar com certeza que ainda na primeira metade do primeiro século, cada grupo étnico havia sido alcançado. Desde os negros da África, passando pelos europeus, pelos árabes, até os amarelos (de quem descendem os índios), todas as etnias matrizes foram evangelizadas.

    Não queremos diminuir a importância que se tem em pregar o evangelho a toda criatura. Cremos piamente que o mandato de Jesus para a Sua Igreja, não importando a era em que ela estiver vivendo, é e sempre será: “Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura”(Mc.16:15) e “Ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (Mt.28:19). Isto é indiscutível. Porém, uma coisa é discipular as nações, e outra é pregar o evangelho do reino apenas para fins de testemunho. Quando Jesus afirmou que antes do fim daquela era (aión), o Evangelho do Reino teria que ser pregado em todo mundo (Oikumene), Ele não estava falando acerca do mandato de discipular as nações, a fim de que elas se rendessem à Sua soberania, e sim, acerca do testemunho que deveria ser dado a elas, antes que chegasse o fim daquela era. E isso foi cumprido no primeiro século, como já vimos através de algumas passagens bíblicas.

    Há ainda uma passagem que não nos permite torcer o seu sentido, e que comprova a veracidade do que temos defendido até aqui. Trata-se de Mateus 10:23. Leia com atenção a afirmação que Jesus faz nesse texto:

    “Quando vos perseguirem nesta cidade, fugi para outra. Em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel até que venha o Filho do homem.”

    Não vejo alternativa senão crer que, de fato, o Evangelho do Reino foi anunciado à todas etnias da Terra antes da queda de Jerusalém, quando o Filho do homem veio em juízo contra o povo que O rejeitou.

    É bom enfatizarmos que a Grande Comissão ainda está por findar-se. Nós ainda não discipulamos as nações. Entretanto, já antes do fim daquela era, representantes de todas as etnias já haviam recebido o testemunho do reino de Deus. Uma coisa é discipular, e outra é testemunhar.

    Alguém poderá objetar: – E quanto aos índios que a essa época já viviam no continente americano? Provavelmente os índios não ouviram o testemunho do Evangelho, entretanto, a etnia que lhes deu origem (Possivelmente os Mongóis) ouviu o testemunho de Deus.

  24. Em relação à segunda vinda,algumas questões:
    se de facto a Era gloriosa do Messias profetizada por todo o AT,durante somente 40 anos,em que era estamos?será o reino messiânico igual ao reinado do rei Dávi?supondo que 1cor15.24,28 já foi cumprida..
    ao considerarmos toda a profecia biblíca como cumprida,não temos nenhum canon relevante para nossos dias.
    a ressurreição de Cristo em 1 cor 15.20,é considerada como paradigma da nossa.Se esta foi fisica e tangivel(luc 24.39),como a nossa é (supostamente)espiritual?como explicar essa analogia?
    se a queda do homem de facto afectou o seu corpo carnal conforme gen3.14,19,rom6.23,onde isso é tratado à luz da permissa de toda a profecia bíblica já ter sido cumprida?
    gstei desta rsrs..porque nos damos em casamento se a ressurreição é meramente espiritual e não física,segundo lucas 20.35?
    se o tempo é eterno,como desaparecerá o pecado do mundo e como Deus tratará com isto?
    e mateus 10.28?que fala dum julgamento de rebeldes em “seu corpo”?
    se a grande comissão e o período de triunfo messiânico se resume somente a 40 anos,o que estamos aqui a fazer?terá essa Era terminado?
    paulo foi zombado em atos 17 por crer na ressurreição,por NÃO crer que essa era uma realidade física?
    e os seus “debates” ema at 23.6-9 e act 24.15,21 com os fariseus?seria por um evento espiritual?
    e sobretudo,analisemos at1:8-11:
    Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra. 9E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. 10E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois varões vestidos de branco, 11os quais lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.

    repare,”vendo-o”como ressurreto(vers9);foi recebido “e (ocultado)a seus olhos (físicos)”,pois no verso 10 fala de :”olhos fitos nos céus”..enquanto ele “subia”.Eles estavam “olhando”,verso 11 e “eles o viram”,NVI.Claramente,sua ascensão foi um evento visível e glorioso envolvendo seu corpo ressurreto e tangível.E havia uma nuvem real e visivel junto dele-verso 10.Os anjos declararam:”este mesmo Jesus(ou seja,o agora ressuscitado que habitou outrora com eles no espaço de 3 anos)”voltará da mesma forma como o viram subir”(NVI) A palavra grega ON TROPON significa literalmente “de que maneira”.
    “A frase grega nunca indica mera certeza ou semelhança vaga;mas sempre que ocorre no NT,denota identidade de modo ou maneira”,segundo A.ALenxader,Atos,ad loc.,ou seja, o mesmo modo ou maneira.Nao ha provas historicas dessa vinda corporea e fisica até agora.
    graça e paz
    nos nascemos para vencer
    (tou meio a pressa rsrs)

  25. Ola irmão. Tudo bem?
    Desculpe a demora. rss

    Fiquei aliviado com sua explicação, realemtne 99% do que disse é verdade, alias não foge nada de discordancia daquilo que também falei, realmente tudo se cumpriu, nos apenas nos divergimos na questão da Segunda Vida, isso é normal, acredito que estamos chegando lá nos nossos estudos, independente do resultado, eu quero é acreditar se houve realmente voce me mostrar o ponto findo desta questão ou se eu mostrar, a verdade aqui é que todo este aguçamento só nos fortalece no conhecimento, e isso é muito bom, quero que saiba que além da nossa pre-amizade virtual, o irmão ja tem um lugar em meu conceito, nota 10, estou amando trocar idáis com vc sobre o assunto, muito obrigado pela paciencia, rss…

    Bem ambos sabemos que é um ponto realmente complicado mas ao mesmo tempo simples e evolutivo. Sabemos que o que eu disser aqui o irmão vai reforçar mais ainda, e assim vamos funilando as informaçoes e conhecimento. Chegaremos num veredicto muito bom, e independete do resultado, acima de tudo eu irei aceitar e o irmão também.

    Contudo irmão só quero expor + 2 questões aqui que o irmão falou.

    1) A primeira sobre uma suposta Abandono de Deus com outros povos acerca do testemunho do evangelho

    Falando deste suposto abandono, é estranho mas ao mesmo tempo coerente, porque como vimos antes, de alguma maneira o testemunho do evangelho chegou a todos, mesmo que olhando superficialmente apareça mais naregial ali da asia maior menor, e tudo mais. Contudo lembramos que realmente nem todos aceitariam este testemunhos, conhecemos pela biblia e ate historia recente de povos que cultuaram outros deuses. E ha també uma passagem em Felipenses que mostra bem que é DEUS quem escolhe a quem deve ser Tocado pelo espirito santo pelo espirito santo, algo como predestinação.

    Creio que por mais que pensamos desta maneira que nem todos conheceram o evangelho, acho pouco provavel, contudo ha muita coisa que jamais saberemos quem foi ou não foi evangelizado, contudo todo este contexto de que Todo o mundo recebeu o ttestemunho do evangelho é mais contundente dentro dele mesmo e não ao contrario.

    2) Esta segunda sobre Atos 1:8-11 (com enfase em apocalipse)

    “E quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Os quais lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o viste ir.”

    Realmente olhado pra este versiculo, não restaria nada do que contestar, sendo assim teriamos que acietar que Ele virá como foi dito pelos anjos. Mas a questão ai é a simbologia.
    Eles realmente estavam vendo estando em carne?
    Ou eles estavam tomandos pelo Espirito Santo de tal maneira que só em espirito e em verdade poderiam ver como viram? Assim também no seus 40 dias que andou com os “seus dicipulos” pq so eles viram? pq so pessoas realmente que tomaram posse do evangelho daquela epoca viram ele? é muito estranho e inlogico dizer que outros viram? pq os que o trampassaram também o viram? por serem de testemunha?

    Como disse antes, dos + ou – 500 pessoas que estavam ali presneciando isso, nenhuma pessoa pode deixar um extra biblico comentário?

    Veja é de tão grande glamour isso, que seria impossivel que pessoas que tiveram ali presente, que no caso nao foram 2 ou 20, mas de 500 pessoas, e testemunharam esta “VISAO FANTASTICA”, e jamais alguém pode expola da mesma maneira em algum documento escrito? Sera que so o apostolos ali sabiam escrever ou so eles viram? e Sabemos que ali aconteceu o pentecostes, e foi só, hoje não existe este pentecostes mais.

    Contudo Todas estas visoes, sempre aconteceram em instancias de “ARREBATAMENTO ESPIRITUAL” temos varios casos na biblia, tanto no velho e no novo testamento. E o mais interessante é que todos aparecem em estado de espírito e não Visivel. Mas vale aqui um comentário meu, talvez devessemos analizar cada caso e em que circustancias isso acontecia.

    Outro confronto que encontramos aqui nesta passagem no sentido carnal, e esta passagem com relação ao Apocalipse.

    Em Apocalipse encontramos um desenrolar de acontecimentos que estavam acontecendo e que iria acontecer ewm breve, e o que mais me deixa perplexo é sua essentricidade, porque a Revelacao do apocalipse dirige as 7 igrejas, e sao as 7 igrejas daquele tempo, nao quer Dizer 7 igrejas literias, mas as suas localizaços, ja que naquela epoca nao havia PLACAS de IGREJAS, mas apenas por localização geografica varios grupos e congregaçøes cristãs. E também temos um fator importante, a mensagem as 7 igrejas era para um tempo eminente, nao para 7 igrejas de hoje, não que os “puxões de orelhas” nao servem para nos hoje em dia, alias se desde o fim do “apocalipse biblico” os patriarcas daquele tempo tivessem atentado as estes puxoes de orelha teriamos com certteza um cristianismo verdadeiro, puro e genuino, mas continuando não tem sentido nenhum todo aquele evento descrito em apocaliptico ser par anos hoje, pq veja bem, entra geraco e sai geracao sempre tem uma “besta, uma tribulação ou um comentario, chegou o fim do mundo”, e não chegou, ja houve tempos passados apos o apocalipse que indicaria firmemente a volta de cristo, mais que hoje e não chegou estamos aqui, e sem contar das visoes simbolicas, que vemos sobre bestas, prseguições e tribulações, ve-se claramente que é daquele seculo.
    Sendo Jesus dizendo que:
    “22:20-21 Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, VENHO SEM DEMORA. Amém! Vem, Senhor Jesus! A graça do Senhor Jesus seja com todos.”

    É muito complicado dizer que este cedo dEle vir, seria pra 2000 anos mais tarde, há muita contradição nestes pontos, ja que as cartas de paulo, pedro, dentre outros era de uma pressa em proclamar o evangelho era eminente que o juizo chegaria muito rápido inclusive a sua Volta.

    Quando pedro disse:
    “Mas o Dia do Senhor virá como ladrão de noite, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há se queimarão.”

    Não quer dizer que QUEIMARAO LITERALMENTE, pq em apocalipse houve tudo isso mas simbolicamente baseado na linguagem do AT, que eles usavam muito pra expor um exemplo de algo que aocnteceu.

    veja em Apoc. 15:1 – Vi no céu outro sinal grande e admirável: sete anjos tendo os sete últimos flagelos, pois com estes se consumou a cólera de Deus.

    Sete anjos tendo os sete últimos flagelos: Do mesmo modo que o sétimo selo revelou os sete anjos com as sete trombetas, o sétimo sinal revela os sete anjos com os sete flagelos. “Flagelo” vem de uma palavra que significa ferimento (Lucas 10:30), açoite (Atos 16:23; 2 Coríntios 11:23; etc.) ou praga (diversas vezes na LXX). Os sete flagelos são os açoites enviados por Deus para castigar os homens dignos de sua reprovação. Da mesma maneira que ele mandou pragas sobre os egípcios, os israelitas rebeldes, etc., ele agora envia pragas para castigar aqueles que adoram a besta.

    Com este se consumou a cólera de Deus: Sobre a cólera de Deus, veja os comentários sobre 11:18 e 14:10. A cólera dele chega ao fim em relação aos malfeitores no Apocalipse. A mesma linguagem descreve o castigo do povo de Israel (Ezequiel 7:1-10). De fato, o juízo profetizado por Ezequiel não foi uma destruição total ou absoluta, e muito menos o fim do mundo. No mesmo sentido, o cumprimento da profecia de João não exige a destruição total dos adoradores da besta, nem sugere o fim do mundo. A certeza do cumprimento da vontade de Deus é comunicada nesta frase, quando ele trata do assunto como algo já feito – “se consumou” (compare Salmo 2:6, escrito 1.000 anos antes de Jesus ser estabelecido no seu trono).

    Caiu! Caiu a grande Babilônia: Esta linguagem é a maneira profética de mostrar que Deus tiraria do poder aqueles que dominavam e abusavam dos outros. Isaías profetizou contra o rei da Babilônia histórica: “Como cessou o opressor! Como acabou a tirania! Quebrou o SENHOR a vara dos perversos e o cetro dos dominadores, que feriam os povos com furor, com golpes incessantes, e com ira dominavam as nações, com perseguição irreprimível. Já agora descansa e está sossegada toda a terra. Todos exultam de júbilo” (Isaías 14:4-7).

    Antes de prosseguir, devemos observar a importância do caso da Babilônia antiga na interpretação da Babilônia simbólica do Apocalipse. No Antigo Testamento, há várias profecias sobre a queda da Babilônia. Estas profecias foram cumpridas na queda do domínio babilônico e até na destruição da cidade, mas não literalmente de uma forma imediata e desastrosa. A cidade “caiu” ao líder persa, Ciro o Grande, em 539 a.C., data que geralmente marca o fim do império babilônico, mas as batalhas desta conquista ocorreram em outros lugares, fora da cidade. Sabemos que os persas e medos se juntaram para vencer os babilônicos. Isaías fala especificamente de Ciro (45:1-2; 48:14-15) e dos medos como instrumentos de Deus neste castigo (Isaías 13:17-20). Jeremias, também, foi específico quando disse que o castigo da Babilônia viria logo no fim dos setenta anos do cativeiro de Judá (Jeremias 25:12), que os medos seriam o instrumento de Deus para castigá-la (51:11), que a destruição dela seria repentina (51:8) e seria afundada como uma pedra jogada no rio (51:63-64). Não podemos forçar uma interpretação literal, pois a cidade permaneceu alguns séculos depois da invasão dos persas e medos, sendo desfeita aos poucos como resultado dos estragos de várias invasões nas épocas dos medo-persas, dos gregos e helenistas e até dos romanos. Não é possível mostrar cumprimento literal de todos os detalhes das profecias da queda da Babilônia antiga (alguns exemplos se encontram em Isaías 13:5,9-13,15-16; 14:22-23; 21:9; 43:14; 47:1,5; Jeremias 25:12-14; 50:1-2,9-10,21-46; 51:1-64). Usando o exemplo de profecias sobre a Babilônia histórica, percebemos que profecias de destruição nas Escrituras podem empregar linguagem poética e hiperbólica, podem usar figuras específicas para falar de castigos mais gerais e podem comprimir uma série de acontecimentos em um único evento. Com este entendimento, ainda mantemos a nossa confiança nas afirmações do Apocalipse que as profecias seriam cumpridas em breve. Não precisamos mostrar a destruição total e repentina da cidade de Roma, nem a queda iminente do império romano. A linguagem profética afirma a humilhação dos poderes que perseguiam os santos, e a história mostra que foram, de fato, humilhados e derrotados.

    E se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável: A grande cidade que estava cheia de atividade e de pessoas poderosas e ricas se torna uma cidade abandonada e suja (cf. Isaías 13:19-22). Mais uma vez, o contraste entre as duas principais cidades do livro se torna evidente. A cidade mundana se torna lugar deserto e imundo, ocupado por demônios e espíritos imundos. A cidade santa, a nova Jerusalém, será habitada por multidões na presença do Senhor, e “Nela, jamais penetrará coisa alguma contaminada” (21:27).

    Não vou me alonga rmais aqui, so queria mostra rpar ao irmão a força da simbologia usada das historias e fatos do velho testamento, contudo acho que este assunto demanda mais tempos pra nos, porque precisamos confrontar uma parte com a outra, uma coisa interessante é que antes de appocalipse vemos uma pressa de difundir o evangelho, e a revelaçao de apocalipse também, mas era a ULTIMA HORA MESMO, pq ela literalmente nos remete a um ultimato, vemos isso para as 7 igrejas. Entende o meu ponto de vista, por isso peço ajuda ao irmão para diluirmos isto juntos.

    No demais vamos paulatinamente descobrindo as coisas.

    Fique na paz.

  26. Graça e Paz da parte de Jesus,

    Predestinação…a espinha dorsal da doutrina da salvação por Jesus Cristo.nao entendo como alguém pode rejeitar a Magnifica Soberania DIvina :/..graça a Deus por nossos olhos serem iluminados pelo Senhor :D SOLI DEO GLORIA,ó homem altivo!

    XD

    meu coraçao se alegra em falar com pessoas genuinamente do Senhor Jesus.me sinto honrado em debater com o irmao.

    elaborarei uma resposta simples e direccionada,assim que puder..

    saudaçoes em Cristo jo 14.6-”Disse-lhes Jesus:Eu sou o Caminho,a Verdade e a Vida.Ninguém vem ao Pai senão por Mim”.graça e paz

  27. Graça e Paz da parte daquele que vive e reina para todo o sempre,

    voltemos então à passagem:
    8 Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.
    9 E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos.
    10 E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco.
    11 Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.

    Então vamos analisar alguns pontos:
    em primeiro,o irmão falou do acontecimento ter sido presenciado por +/- 500 pessoas.na verdade,vemos na palavra que o acontecimento foi tão somente presenciado pelos 12 apostolos(creio que o irmão fez confusão com o dia de Pentecostes).Mas vamos à Palavra:

    ¶ Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar,
    2 Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera;
    3 Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por ELES(apostolos) por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus.
    4 E, estando com ELES(mais uma vez os 12,que seriam 11,depois da traição e suicído de Judas Iscariotes), determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes.Vemos que é o no seguimento deste diálogo que ocorre o evento(vrs.4-8 dialogo em que o Senhor fala da promessa do E.S.,da restauração de Israel e da evangelização e a partir do vers.9 até ao vers.11,a descrição do evento).Veja ainda.se voce tem uma Biblia da edição RC de ALMEIDA,em lucas 24.36-aparece “Aparição de Jesus aos doze”e imediatamente “A ascensão” a partir do versiculo 50.Portanto,analisando todo o texto a partir do verso 33 até ao verso 53,vemos mais uma vez o evento presenciado por eles – os 11.

    Me responda só a uma questão:se Cristo não ascendeu aos céus,para onde foi Seu corpo glorificado?E examine marcos 16.19- Ora o Senhor,depois de lhes ter falado (mais uma vez referência aos 11 no vers. 14),foi recebido no céu,e assentou-se à direita de Deus.Ou seja,temos um testemunho da ascensão,sem ser lucas (repare que Ele só ascendeu na presença dos discipulos e sendo assim só estes o poderiam testemunhar).Mas em relação a outros relatos,veja ainda:Depois da sua ressurreição, ele disse a Maria Madalena: “Pára de agarrar-te a mim. Porque ainda não ascendi para junto do Pai. Mas, vai aos meus irmãos e dize-lhes: ‘Eu ascendo para junto de meu Pai e vosso Pai, e para meu Deus e vosso Deus.’” (Jo 20:17).Concluimos que Maria Madalena o viu claramente quando falava com Ele…depois de ressuscitado.No mesmo corpo com que ascendeu,fazendo a exegese do texto e comparando com a passagem de Act 1.Pode-se também notar que as palavras “começou a ser levado para o céu”, que aparecem neste versículo, faltam em alguns manuscritos antigos, e, por isso, são omitidas em algumas traduções modernas (NE, AT). No entanto, elas constam no Papiro Bodmer (P75), no Manuscrito Alexandrino, no Manuscrito Vaticano N.° 1209, e em outros manuscritos antigos.Ou seja,cá estão os relatos extra-biblicos :-)

    Ao negar-se a doutrina da Ascensão corporea do cristianimo,nega-se uma doutrina – chave do cristianismo ortodoxo e dos pais da igreja como jerónimo,agostinho…e toda a igreja ao longo dos séculos.Estaria a igreja 2000 anos errada em sua visão?parece pouco provável :/

    Até o dia da ascensão de Jesus, parece que os discípulos ainda pensavam em termos de um reino terrestre regido por ele, conforme depreendido de sua declaração em Atos 1:6. Por iniciar sua ascensão de forma visível e permitir que seus discípulos testemunhassem a parte inicial dela, Jesus assim lhes tornou óbvio que seu Reino era celestial e que, diferente de Davi, que “não ascendeu aos céus”, a posição de Jesus dali em diante seria “à direita de Deus”, conforme Pedro testificou destemidamente no dia de Pentecostes. — At 2:32-36.

    Esta ação devia igualmente trazer-lhes à mente as muitas declarações anteriores de Jesus, que apontavam para tal posição celestial, e ajudar os seus discípulos a compreendê-las. Ele havia chocado alguns por dizer: “Que seria, portanto, se observásseis o Filho do homem ascender para onde estava antes?” (Jo 6:62); e ele dissera aos judeus: “Vós sois dos domínios de baixo; eu sou dos domínios de cima.” (Jo 8:23) Na noite da sua última reunião com seus apóstolos, ele lhes disse que ‘iria embora para o Pai, a fim de lhes preparar um lugar’ (Jo 14:2, 28); enquanto estava entre eles, na sua última noite de vida como humano, ele relatou ao seu Pai que tinha ‘terminado a obra na terra’ que lhe fora designada, e orou, dizendo: “Glorifica-me junto de ti com a glória que eu tive junto de ti antes de haver o mundo”, dizendo também: “Eu vou para ti.” (Jo 17:4, 5, 11) Quando preso, ele forneceu um indício similar perante o Sinédrio. (Mt 26:64)
    Todavia, apesar de tudo isso, é evidente que o significado dessas declarações só foi entendido pelos discípulos por ocasião da ascensão. Mais tarde, Estêvão teve uma visão de Jesus à direita de Deus (At 7:55, 56), e Paulo sentiu o efeito da glória celestial de Jesus. — At 9:3-5.E se ninguém viu,como os discipulos souberam a despeito desta ascensãO?:/

    E em apocalipse veja apocalipse1.19″-ESCREVE AS COISAS QUE TENS VISTO(A TRIBULAÇÃO PELA QUAL O POVO JÁ ESTAVA A PASSAR E TODOS OS ACONTECIMENTOS RELACIONADOS COM A PROFECIA FUTURA QUE JÁ ESTARIAM NUMA FASE INICIAL),AS QUE SÃO(OU SEJA,AQUELAS COISAS QUE ACONTECERIAM NOS DIAS CONTEMPORÂNEOS DE JOÃO,REFERENTES A EXPRESSÕES COMO “BREVEMENTE,”SEM DEMORA” – A GRANDE TRIBULAÇÃO E O JULGAMENTO DE ISRAEL),E AS QUE, DEPOIS DESTAS,HÃO-DE ACONTECER(A PARTIR DE APOCALIPSE,DEPOIS DAS BODAS DO CORDEIRO – O MILÉNIO).

    AGUARDO RESPOSTA,
    ABRAÇO EM CRISTO.

  28. Veja ainda actos 2.34- “Porque David não subiu aos céus(a palavra é literalmente subir),mas ele próprio diz:Disse o Senhor ao meu Senhor:Assenta-te à minha direita.”Nos versos seguintes aparece a resposta ao grande questionamento do irmão:o que estamos aqui a fazer?35″Até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés.
    36Saiba,pois,com certeza,toda a casa de Israel,que esse Jesus,a quem vós crucificaste,Deus o fez Senhor e Cristo.
    Ele governa agora pela igreja (mat16.16-18;1 cor 15.23-26;ef3.10;ef4.15-16)até aniquilar os sistemas deste mundo, e implantar o Reino de Deus.é o periodo do milénio,profetizado em apocalipse 20 e no livro de Daniel:Leia com atenção o relato bíblico acerca da visão que Deus deu a Nabucodonozor, narrada no livro de Daniel acerca do futuro do mundo:

    “E stavas vendo isto, quando uma pedra foi cortada, sem auxílio de mãos, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou. Então foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como a palha das eiras no estio, e o vento os levou, e não se achou lugar algum para eles. MAS A PEDRA QUE FERIU A ESTÁTUA SE FEZ UM GRANDE MONTE , E ENCHEU TODA A TERRA…Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído. Este reino não passará a outro povo, mas esmiuçará e consumirá todos estes reinos e será estabelecido para sempre.”
    DANIEL 2:34-35, 44.
    Após ver uma grande estátua que representava quatro grande impérios mundiais, Nabucodonozor viu uma pedra que era arremessada contra ela, derrubando-a. Esta pedra representa o reino de Deus, como deixam claro os versículos 44 e 45. Ao derrubar a grande estátua, ferindo os seus pés, ela cresce e se torna uma enorme montanha. Aos poucos, esta montanha vai enchendo toda a terra !
    Jesus veio trazer esta pedra, sobre a qual a igreja foi edificada. Ele disse a Pedro:

    “Bem-aventurado és tu, Simão Bar-jonas, pois não foi carne e sangue quem to REVELOU, mas meu Pai que está nos céus. E também eu te digo que tu és Pedro, e sobre ESTA PEDRA edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.”
    MATEUS 16:17-18.

    Não era Pedro a pedra sobre a qual a igreja seria edificada. Era a Revelação que ele acabara de ter que seria o fundamento da Igreja do Senhor Jesus por todas as eras. Pedro havia acabado de declarar que Jesus era o Cristo, o Filho do Deus Vivo. Era esta declaração a pedra que estaria sendo arremessada contra os reinos deste mundo, derrubando-os, e ao mesmo tempo, seria ela o fundamento sobre o qual a Igreja seria edificada.

    Essa pedra, ou essa revelação, haveria de tornar-se uma montanha que encheria toda a terra.
    A Igreja edificada sobre a pedra da revelação, seria a Cidade edificada sobre o monte, iluminando todas as nações da Terra (Mt.5:14-16 e Ap. 21:24).

    É desta Cidade que o salmista diz que “o seu FUNDAMENTO está nos MONTES SANTOS”. Como que num êxtase espiritual, ele exclama: “…Coisas gloriosas se dizem de ti, ó cidade de Deus” (Salmo 87:1,3).

    Diante disto, não nos resta alternativa a não ser nutrirmos a esperança de que o mundo há de ser iluminado pela Cidade de Deus, que é a Igreja do Deus Vivo.

    Aquela pedra arremessada contra os reinos deste mundo está crescendo a cada dia. Ela é a responsável pela queda do muro de Berlim e do comunismo em todo o mundo. Foi essa mesma pedra que está derrubando o capitalismo selvagem que domina nossa economia. Nenhum sistema deste mundo pode impedir a expansão do reino de Deus. Desta maneira, cumpre-se a promessa de Jesus de que “aquele que cair sobre ESTA PEDRA se despedaçará, mas aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó” (Mt.21:44).

    A mesma pedra que reduziu a pó os impérios da antigüidade, está despedaçando todas as fortalezas que tentam impedir o avanço do Reino de Deus.

    Gradativamente, o que era apenas uma pedra, vai tornando-se em um gigantesco monte, e este vai enchendo toda a terra.

    Jesus não veio destruir o “mundo”, e sim despedaçar os sistemas deste mundo. À medida que estes sistemas são reduzidos a pó, o reino de Deus vai tomando o seu espaço.

    E isto se dá, através da revelação, do conhecimento de Deus. Isaías profetiza acerca deste avanço do conhecimento:

    “Não se fará mal nem dano algum em todo o MONTE da minha santidade, pois A TERRA SE ENCHERÁ DO CONHECIMENTO DO SENHOR, como as águas cobrem o mar.”
    ISAÍAS 11:9.

    Quando a Cidade de Deus é erigida no Monte, Sua luz é vista por todas as nações. E esta luz diz respeito ao conhecimento, à revelação do evangelho. Quando esta luz é emitida do alto do monte de Deus, as trevas da ignorância são dissipadas, e o conhecimento é multiplicado (Dn.12:4).

    Neste início de milênio, a Igreja de Jesus precisa levantar-se, e cumprir o seu papel de alumiar as nações. Temos que deixar o ostracismo, a inércia, a apatia, e levantarmos, a fim de que a luz de Deus seja manifestada nos mais escusos lugares da Terra. Isaías profetiza: “Levanta-te, resplandece, pois já vem a tua luz, e a glória do Senhor vai nascendo sobre ti. As trevas cobrem a terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti o Senhor vem surgindo, e a sua glória se vê sobre ti. AS NAÇÕES CAMINHARÃO À TUA LUZ, e os reis ao resplendor que te nasceu.” (Isaías 60:1-3).

    Se há trevas sobre a terra, e a escuridão cobre os povos, é porque não estamos cumprindo o nosso papel.

    A glória de Deus está sobre nós, o que é que estamos esperando? (ver 2 Co. 4:6 ).

    As nações esperam por nós. Elas só poderão caminhar à nossa luz. Elas somente se desenvolverão com justiça e paz se a Igreja refletir a luz da glória de Deus.

    Assim que as nações forem iluminadas pela luz emitida por nós, a Cidade de Deus, elas virão e se prostrarão ante à glória do Senhor e ao Seu conhecimento.

    Veja o que diz o profeta:

    “Nos últimos dias se firmará o MONTE DA CASA DO SENHOR no cume dos montes, e se engrandecerá por cima dos outeiros; concorrerão a ele todas as nações.”
    ISAÍAS 2:2.

    As nações somente poderão obedecer aos mandamentos de Jesus, quando forem iluminadas pelo resplendor da Igreja.

    Se não houver revelação, não haverá obediência. Quando emitimos a luz do Senhor, as vendas caem, e olhos são iluminados. E é o Espírito Quem remove as vendas, dando revelação. Segundo Paulo, o Espírito de Deus “é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a REVELAÇÃO do mistério que desde tempos eternos esteve oculto, mas se manifestou agora, e foi dado a conhecer pelas Escrituras dos profetas, segundo o mandamento de Deus, a TODAS AS NAÇÕES PARA OBEDIÊNCIA DA FÉ” ( Rm.16:25-26 ).

    Veja que a revelação do mistério de Deus não deveria ser monopolizada pela Igreja. Deus desvendou-nos os olhos para que víssemos a luz, e a refletíssemos a todas as nações para obediência da fé. Não podemos esperar que as nações se convertam ao evangelho, se não estamos cumprindo o nosso papel.

    Cabe à Igreja irradiar a luz de Cristo, e ao Espírito Santo conceder revelação. “Pois Deus que disse: Das trevas resplandecerá a luz, é quem brilhou em nossos corações, para ILUMINAÇÃO DO CONHECIMENTO da glória de Deus, na face de Jesus Cristo” ( 2 Co.4:6 ).
    Lembre-se que esta revelação começou com uma pequena pedra, a confissão da Divindade de Cristo. Agora, paulatinamente, esta revelação foi se ampliando, até tornar-se num monte.

    A Igreja está edificada sobre o Monte da Revelação. Se a Igreja tem revelação, ela está apta a refletir a glória de Deus às nações e povos da terra. À medida que eles são iluminados, eles concorrem ao Monte de Deus e lá, recebem revelação.

    Primeiro, as nações devem ser atraídas ao Monte de Deus, através da luz irradiada pela Cidade de Deus. Sua luz é realmente atrativa. Porém, para subir à Cidade de Deus ( que é a Igreja ), os homens precisam subir o Monte de Deus. É lá no Monte do Senhor que a revelação é dada. De acordo com a profecia dos lábios de Isaías, Deus “destruirá neste MONTE a máscara do rosto, com que todos os povos andam cobertos, e O VÉU com que TODAS AS NAÇÕES SE ESCONDEM. Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos; tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra. O Senhor o disse” (Is. 25:7-8).
    Que véu é este, atrás do qual as nações se escondem? O véu da ignorância espiritual. Porém, “em Cristo ele é abolido” (2 Co.3:14b). “Quando um deles se converte ao Senhor então o véu é-lhe retirado” (v.16).

    A partir daí, com o rosto descoberto, o homem já pode compreender os mandamentos de Deus, e praticá-los. Sem que este véu seja removido, o homem não está apto a obedecer à Palavra de Deus.

    Quando o véu nos é retirado, não apenas somos iluminados, recebendo revelação, como também passamos a refletir a luz que recebemos. Paulo complementa seu argumento, afirmando que, “todos nós, com o rosto descoberto, REFLETINDO A GLÓRIA DO SENHOR, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (II Co. 3:18).

    Jamais as nações poderão andar à nossa luz, se teimarmos em ocultar a glória em nós revelada.
    Não podemos impedir o acesso ao Monte do Senhor. Não temos o direito de monopolizar o conhecimento de Deus. Ele não é monopólio de quem quer que seja. O cristianismo não é uma religião de mistério, como aquelas que povoam o Oriente. O cristianismo é o veículo da revelação de Deus para o mundo. Qualquer um que desejar conhecer os mistérios de Deus deve ter acessos a eles. Se Ele desejar revelar, Ele o fará. O que nós não podemos é ocultar o que Deus nos tem mostrado.

    Tal qual Filipe que se tornou um poderoso instrumento de Deus para levar a luz do Evangelho aos Samaritanos, a Igreja precisa proclamar as Boas-Novas do Reino àqueles povos que ainda não foram alcançados. Segundo o relato bíblico, “houve grande alegria naquela cidade” onde Filipe proclamou a Verdade Eterna (At.8:8). É esta alegria que haverá em cada cidade da Terra, quando o conhecimento de Deus inundar as nações do mundo.

    Esse mesmo Filipe, após abalar Samaria, “levantou-se, e foi. No caminho viu um etíope, eunuco e alto funcionário de Candace, rainha dos etíopes, o qual era superintendente de todos os seus tesouros, e tinha ido a Jerusalém para adorar. Regressava, e assentado no seu carro, lia o profeta Isaías. Disse o Espírito a Filipe: Chega-te, e ajunta-te a esse carro. Correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías, e perguntou: Entendes tu o que lês? Ele respondeu: COMO PODEREI ENTENDER, SE ALGUÉM NÃO ME ENSINAR?” (At.8:27-31a).

    Por que o Espírito não deu revelação ao eunuco acerca do que ele lia? Simplesmente porque o veículo usado por Deus para difundir o conhecimento é a Igreja. O Espírito, a Palavra e a Igreja formam um tripé onde repousa a revelação de Deus. O Espírito não trabalha senão pelo canal escolhido por Deus, a Igreja. É por ela que a multiforme sabedoria de Deus é manifesta. Até o anjos, se desejarem conhecer os mais profundos mistérios de Deus, terão que atentar para a Igreja. No caso de Filipe e o eunuco, o Espírito Santo trabalhou em cumplicidade com o evangelista.

    Quantos “eunucos”, altos funcionários de governos estão recebendo a revelação de Deus atualmente?

    A Igreja de Jesus precisa promover o evangelismo em massa como Filipe fez em Samaria. Mas também precisa promover o evangelismo pessoal como Filipe fez com o eunuco. Além disso, a Igreja precisa promover um evangelismo de influência. O que é isso? Aquele eunuco era um alto funcionário do seu governo. Era, sem dúvida, alguém muito influente em seu país.
    Evangelizando-o, Filipe estaria atingindo um número maior de pessoas do que em suas campanhas em Samaria.

    Pense comigo: A reforma protestante atingiu não apenas o “povão”, mas os mais influentes homens da Europa. Foram esses que deram abrigo a Lutero quando o clero o perseguia.

    Pensando assim, podemos dizer que quem pregou o Evangelho a Paulo foi o responsável direto pela conversão de milhares de pessoas em todo o mundo. Ainda que Ananias tenha sido um cristão simples, sem fama, quase anônimo, ele foi o instrumento de Deus para levar o Evangelho ao maior apóstolo de todos os tempos.

    O mesmo Pedro que numa noite lançou a rede e pescou cento e cinqüenta e três grandes peixes, recebeu de Cristo a ordem que lançasse o anzol, a fim de que pescasse um único peixe, dentro do qual haveria o dinheiro necessário para pagar os impostos dele e de Jesus.
    Não podemos desperdiçar nenhuma oportunidade. Cada pessoa que aproximar-se de nós, deve ser conduzida ao Monte do Senhor.

    A promessa de Deus é esta:

    “Aos estrangeiros que se chegarem ao Senhor para o servirem, e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus…também os levarei ao meu SANTO MONTE, e os alegrarei na minha casa de oração. Os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, pois a minha casa será chamada CASA DE ORAÇÃO PARA TODOS OS POVOS.”
    ISAÍAS 56:6-7.

    Não podemos esperar que Deus faça tudo sozinho. Ele deseja trabalhar através de nós. Ele bem que poderia usar os anjos, mas preferiu usar a Igreja para levar às nações o conhecimento do mistério da fé.

    Está chegando o dia em que “virá toda a humanidade a adorar na minha presença, diz o Senhor” ( Is.66:23 ).

    “Os que forem sábios” disse o anjo do Senhor a Daniel, “RESPLANDECERÃO como o fulgor do firmamento, e os que a muitos ENSINAM A JUSTIÇA refulgirão como as estrelas sempre e eternamente… Muitos correrão de uma parte para outra, e o CONHECIMENTO SE MULTIPLICARÁ” (Dn.12:3, 4b).

    Se realmente almejamos esse dia, temos de resplandecer a luz da glória de Cristo, ensinando a justiça aos povos, promovendo a multiplicação do conhecimento.

    Foi por isso que o último mandamento de Jesus aos Seus discípulos foi: “Ide e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ENSINANDO-OS a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado. E certamente estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos” (Mt. 28:18-20).

    Os sistemas deste mundo estão feridos de morte; os poderosos deste mundo estão sendo reduzidos a nada. Este é o momento propício para que discipulemos as nações, levando-as à obediência da fé.

    A mensagem do Evangelho é de esperança, e não de derrota. Jesus não será recebido por uma Igreja derrotada, incapaz de levar a cabo o Seu Ide.

    Muitos advogam a idéia de que estas profecias dizem respeito a um tempo específico chamado Milênio, quando Cristo viria reinar sobre a terra. Porém, não é esta a posição encontrada nas Escrituras. Assim como pela Igreja a sabedoria de Deus é conhecida pelos principados e potestades, será por meio dela que Cristo encherá a Terra do Seu conhecimento.

    O pensamento predominante no meio evangélico contemporâneo é que Cristo virá a Terra num tempo em que a apostasia estará dominando a Igreja. Eles se baseiam em algumas passagens mal interpretadas, como aquela em que Jesus pergunta: “Quando, porém, vier o Filho do homem, achará fé na terra?” (Lc.18:8).

    A prova da inconsistência desta interpretação é óbvia. Se Cristo não vai encontrar fé na terra, então, quem Ele vem encontrar?

    Seria viagem perdida vir à Terra sem que houvesse alguém com quem Ele pudesse encontrar-Se.

    Nesta passagem, Jesus não está falando sobre a Sua Vinda, e sim sobre a resposta ao clamor de alguém que deseja ver a justiça de Deus manifesta em sua vida.

    Ele havia acabado de contar uma parábola que falava acerca de uma viúva que clamava pela intervenção de um certo juiz iníquo. De tanto insistir, sem esmorecer na fé, aquela mulher acabou sendo atendida. Segundo Jesus, Deus está sempre disposto a fazer justiça aos Seus escolhidos, mesmo que os faça esperar. É neste contexto que pergunta: Quando vier o Filho do homem, achará fé na terra? Isto é, quando Sua justiça se manifestar, a pessoa que a buscou se manterá firme na fé?

    Lembre-se que no começo deste capítulo, Lucas deixa bem claro que o assunto que Jesus estava introduzindo através desta parábola era “o dever de orar sempre, sem jamais esmorecer”. Portanto, o que estava em pauta não era o Seu Retorno, e sim a manifestação da Sua justiça, em resposta às súplicas dos Seus escolhidos. O verbo grego traduzido por “vir” neste texto pode ser traduzido por “manifestar”.

    Quando retornar à Terra, Jesus vai encontrar uma Igreja Viva e Poderosa, que há de recebê-lO nos ares, como o grande Imperador do Universo, Rei dos reis, Senhor dos senhores.

    É por isso que este evento é chamado em grego de parousia. Esta palavra era usada para definir a chegada triunfal de um imperador romano. Quando ele estava à portas, chegando de uma batalha ou de uma viagem, seu povo saía ao seu encontro para recebê-lo com vivas e júbilo. Assim também, quando nosso Senhor vier para assumir pessoalmente os reinos deste mundo, nós O recebermos nas nuvens com júbilo e gozo.

    Naquele dia, poderemos cantar o salmo 48, que diz:

    “Grande é o Senhor e mui digno de louvor,
    na CIDADE DO NOSSO DEUS, NO SEU SANTO MONTE…A ALEGRIA DE TODA A TERRA…”
    SALMO 48:1-2.

    Sabe por quê houve grande alegria entre o povo de Samaria quando Filipe lhes pregou a Cristo? Porque aquele povo foi conduzido ao Monte Santo de Deus.

    Quando Ele vier, a pedra aqui deixada, terá se tornado em um grande monte, e sobre ele estará a Cidade de Deus, e esta trará alegria a toda a Terra.

    Ele não vem em busca de uma igreja foragida, covarde e incompetente. Ele vem ao encontro de uma Igreja poderosa, fervorosa e triunfante !

    O pequeno grão de mostarda, terá se tornado numa grande árvore, que aninhará todos os pássaros. A pequena quantidade de fermento terá levedado toda a farinha, e o reino de Deus terá se expandido por toda a Terra ( ver Lucas 13:18-21 ).

    Todos os inimigos terão sido vencidos. Somente a morte terá sido deixada para o final da batalha. E esta será completamente derrotada pela ressurreição dos mortos ( ver ICo. 15: 24-28, 53-55 ).
    Quando Ele vier, todas as nações da Terra terão sido discipuladas, e estarão andando à luz da Cidade de Deus. Esta é a nossa esperança!

    À vista destas verdades, o que é que podemos fazer?

    É tempo de nos levantarmos e aproveitarmos cada oportunidade que se nos apresenta. Nunca a Igreja foi tão equipada como agora. Os recursos fornecidos pela tecnologia nos oferecem a oportunidade de alcançarmos o mundo inteiro com Evangelho de Cristo em tempo recorde. Se os apóstolos conseguiram evangelizar todo um continente em apenas dois anos, o que não poderíamos com as facilidades das quais dispomos. Temos que fazer uso de cada recurso. A internet, por exemplo, pode ser uma bênção para a Igreja do século XXI. E o que dizer dos meios de comunicação de massa, tais como TV, rádio, imprensa escrita e outros? Deus não nos terá por inocente se não aproveitarmos as chances que nos são dadas hoje.

    Creio que Deus permitiu o avanço tecnológico deste século para o uso da Igreja. Não tenho a menor dúvida sobre isso.

    Imagine se os apóstolos vivessem hoje, se eles desperdiça-riam as oportunidades que nosso tempo oferece. Se não levarmos isto a sério, sofreremos prejuízos em nossos galardões, e a censura de Cristo diante do Seu tribunal.

    Louvado seja Deus pela eletricidade, pela telefonia, pela informática, pelas linhas aéreas, pelas auto-estradas, pelas vias férreas, pelos grandes cruzeiros marítimos, pela internet, por cada satélite que orbita a Terra, possibilitando a comunicação à distância. Graças a Deus pela enorme possibilidade que a Igreja tem hoje de encher a Terra com o conhecimento de Deus.

    Pelo jeito, este não é o fim, e sim o começo de um novo tempo. Aproveitemos as possibilidades oferecidas por este novo tempo, e avancemos na conquista das nações para Cristo. Afinal, são as nações a Herança de Deus para o Seu Filho Amado, com o qual somos co-herdeiros. Ele nos tem mostrado o poder das suas obras, dando-nos a herança das nações ! (Sl.111:6).

  29. Há uma frase que resume tudo isso”Ele veio remir o mundo.Não se contentará com nada menos do que isso”.

    Graça e Pax

    :-)

  30. nota:eu postei alguns como “am filipe”..nem sei nem me apercebi porquê.mas sou eu mesmo XD
    graça e Paz*

  31. Paz Felipe ou Andre.

    Gostei da sua postagem, avaliei muita coisa sobre o assunto, contudo ainda esbarramos no TEMPO DESTAS COISAS.

    Por mais que falamos de EVANGELIZACAO, todo contexto biblico principalmente no NT, e muito centralizada a questão dos tempos das coisas, remete realmente para aquele tempo.

    Nao que isso discredibiliza o que disse na sua postagem, contudo o que acaba incomodando o aceitar este tempo incisivo para os dias de hoje, ainda mais porque sempre perguntariamos “Se tudo ja aconteceu, o que estamos fazendo aqui hoje?”

    Contudo acredredito eu, por mais que ja Li e reli, estudei e restudei para ver algo que seja realmente diferente, nao vejo todos aqueles simbolizmos do VT e NT principalemtne em apocalipse para os dias de hoje.

    Ha “REINOS” neste mundo , sempre houve sempre haverá, para mim o contexto de JESUS sobre o tempo e a maneira como Ele mostra é muito mais espiritual, é normal o ser humano na sua intimidade esperar “VER” algo nos dias de hoje. É normal ver um noticiario de dizer “O FIM ESTA PROXIMO” mas a gente ouve isso pelos a uns 2000 anos, e o fim nunca veio. Ja houve dizimacao em massa. e mesmo assim nao foi o fim..ja houve gerras, nao so rumores de guerra e mesmo assim, estamos aqui.

    Ha ja muita gente usando CHIP na mao e mesmo assim, estamos indo pro celular do que o chip implantado. O que eu quero dizer que ha muitas anomalias consequentes, que realmente nos levaria a acreditar que o fim esta proximo, contudo este “fim proximo” nao é de HOJE..e sim de muito tempo. de geracao em geracao o fim sempre esteve proximo. O Evangelho foi pregado. PAULO mesmo testificou disso. e a biblia e muito clara em afirmar so quando o evangelho fosse pregado o fim chegaria, mas que fim, qual o intuito deste fim?

    Com relação a manuscritos, é assunto pra muito estudo, (ate gostaria que o irmao lesse um estudo sobre isso em meu blog: http://focodasalvacao.blogspot.com/2009/07/o-evangelho-de-judas-o-traidor.html) continuando..

    Assim como apareceu o “Evangelho de Judas” que conta outra historia sobre Jesus, e natural que apareceu muitos manuscritos do mesmo teor. Sabemos que as pessoas que faziam estes manuscritos queriam chamar atenção pra si proprio. porem contudo não passa de um conto-marketing.

    Acredito pelo que tenho lido e estudado, isso é assunto que jamais terá fim, pois divergencias, e opnioes diferentes acontecem e continuaram acontecendo, mas no final disso tudo só da pra entender uma coisa. Que realmente devemos andar em santidade, falar de Jesus para as pessoas, e como conseguir deixar que o mundo e o materialismo nao nos domine, e Buscamos apenas viver o REINO DE DEUS, sem titulos, sem interesses politicos, sem egoismo e prepotencia.

    Como Ele mesmo nos afirmou :estamos livre, em nEle.

    Porque me envolver em questões espirituais associado a uma Instituicao religiosa? a uma placa de igreja, porque se Sou livre em Cristo?

    Quero muito sim estar em comunhao com os irmaos, mas somente em Cristo, e nao Primeiro a uma PLACA e depois depois com os irmaos.

    Jesus nao veio pra isso. mesmo que se Ele voltar hoje com jublio, anjos, estrondo, ele nao voltara e abrira uma porta de uma Igreja institucional, e sim para uma igreja viva, cheia do espirito santo em verdade. Jesus quer os que o adoram em espirito e em verdade, e sem intermediarios. FOi isso que Ele nos deixou.
    Pois posso morrer amanha estando com um cracha de uma igreja ou isntituicao religiosa cravada no peito e perder minha salvacao!

    Contudo agradeco seu post. Gostei mesmo muito, tirei muito proveito disso porde acreditar. Ha..estava esquecendo, realmente eu me enganei com relacao aos (+ ou – 500) que estavam ali presenciando a subida de Jesus, rss..acontece, eu estava cansado quando escrevi e me desviei do foco. O irmao esta certo sobre isso.

    Eu acredito claramente que as coisas daquele tempo foi ppara aquele tempo, acredito viver hoje em um tempo diferente, em um tempo aonde os que estao firmemente com Cristo,, servindo-o em “Espirito e em verdade” estao vivendo no seu Reino, o REINO espiritual, celestial no qual so estes veem com grande gloria, vivendo sem dor, sem enfermidades, vivendo e ajudando o proximo, pregaado o evangelho, recebendo e dando de graca, sem nenhuma restricao feita por homens ou placa de igrejas, e sim vivendo com uma verdadeira igreja, viva rica e abundante, este é o Meu Cristo, se é diferente eu não sei, mas este Cristo me libertou e tem libertado muita gente de um sistema que é uma casca dificil de tirar, mas se assim permitir ela sai.

    Agradeco a Deus esta graça, esta visão, não porque eu tenha recebido isso de fora da biblia, mas sim dela propria. Acredito firmemente na simplicidade do evangelho.

    Louvado seja Deus. Amem.

  32. Graça e Paz da parte de Jesus,
    pois,para mim a divergencia esta na pergunta “que tempo é este?”e os que estamos aqui a fazer H0JE.tambem creio que o mundo foi evangelizado naqueles dias.totalmente comprovado no livro dos atos,nas epistolas paulinas e nos testemunhos historicos.mas o “fim dos tempos”,refere-se ao fim do tempos da lei(rom10.4),da antiga criação(2 cor5.17).Na cruz,o mundo deu a luz uma nova criaçao – os filhos de Deus(rom8.19)e nao os membros duma instuitiçao de placa,conforme o irmao disse e bem.No entanto,neste reino espiritual(mais um ponto de acordo),ha claras profecias biblicas do AT, nas epistolas paulinas e nos evangelhos que falam desse reino como vitorioso e duma igreja truifante(mat16.16-18).ora,se os dias da igreja ja passaram,onde esta o seu triunfo sobre as naçoes?estaria a profecia de nosso Senhor equivocada?nao.o mundo precisa de uma reforma a nivel espiritual.Igreja nao e uma placa..e o conjunto de todos nos.este blog,por exemplo,vc pensa que Jesus nao esta no meio desta conversa?rsrs Ele disse “Onde estiverem 2 ou 3 reunidos em Meu Nome,aí Eu estarei no meio deles”.Denominaçoes e outra historia..ha denominaçoes q sao igreja,outras nem tanto.Bom,e porque nao falar dos milagres que acontecem nas igrejas evangelicas..curas miraculosas de inumeras pessoas,libertaçoes de vicios,e sobretudo as transformaçoes de caracter,que sao a marca da conversao me parece obra do Espirito Santo…mas voltando ao assunto..medo da 2ª vinda nao e para nos:D,mesmo que o irmao creia que ela ja se deu,o que respeito do fundo do coraçao,porque e uma opiniao que o irmao acredita baseado na Palavra e em sua crença sincera e nao busca manipular ninguem.E vamos deixar Deus ser Deus :-) Ele fara tudo o que Lhe aprouver nao e verdade?mas o Espirito tem falado profudamente numa Avvamento para esta geraçao que botou Deus na prateleira..mas a culpa nao e deles nao.E das tradiçoes das “placas”que nao ensinam o povo a amar a Deus e ao proximo,so querem saber do bolso e do cheque,e o resto va po inferno,morra desapareça.nem diz quem é a Ovelha diante do Pai.Deus fará a obra :-) temos de crer que a cidade de Deus neste mundo,nao so e possivel como tem que acontecer,Deus nao se deixara escarnecer e glorificara o Seu Nome.;-)
    graça e paz

  33. Eu só tenho a me alegrar com as revelações, que vejo do Espírito, manifesto em vosso meio, que as bençãos ja decretadas para os elêitos superabumdem em vós. E fico triste como paulo, quando fala da incredulidade dos seus compatriotas,e deseja que sejam enchertados,más isto fica a cargo de Deus ou seja do Espírito Santo.

  34. Pois é, se tudo esta proximo ou distante, creio que esperamos o DEUS na sua manifestação.
    Contudo eu posso DIZER que vivo no REINO e não ESPERO o Reino, pois isto esta nas escrituras. o Reino já foi findado, quem vive no reino não é tocaco, esta sobe JURISDIçÂO de DEUS.

    Não Creio que sou incredulo, apenas meu ponto de VISTA é baseado nas escrituras, acredito que a necessidade de vez em quando de ver para crer leva muitos irmãos a discordar do que estou falando, mas a visão minha é EXTREMAMENTE ESPIRITUAL, por isso algumas coisas não batem com a do irmão.

    Mas contudo isso , devemos seguir em paz viver cada dia para Deus, adorando em ESpirito e Em Verdade, só isso. do D+ são assuntos ciculares.

    Que Deus abençoe .

  35. Meu amado irmão, hoje nós somos a presença visível de CRISTO aqui nesse mundo, somos TESTEMUNHAS do AMOR E DA GRAÇA deste MARAVILHOSO PAI. Somos todos irmãos, nenhum de nós temos outoridade uns sobre os outros, só CRISTO é o nosso MESTRE, só ELE é o nosso LÍDER ( Mateus 23:8 ). ELE está o tempo todo conosco, somos a sua imagém e semelhança, o seu ESPÍRITO nos guia pelos caminhos da JUSTIÇA, da VERDADE e do AMOR INCONDICIONAL. Somos INCORRUPTIVEIS, HONESTOS e SINCEROS…trazemos na nossa conduta o CARATER do nosso amado PAI. No tempo de CRISTO todos nós saberemos a GRANDEZA de sermos FILHOS e HERDEIROS do DEUS ÚNICO E VERDADEIRO, criador dos céus e da terra e de tudo o que neles há. Um abraço. Graça e Paz.


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